Se a “arte imita a vida”, Sob Pressão sempre fez jus em materializar na prática essa expressão usada para descrever as produções televisivas. Porém, nesta 4ª temporada, infelizmente, o seriado está pecando em ser um desserviço em alguns quesitos, desde os mais básicos, como o uso das máscaras, até os mais sérios, como a paternidade. Como um cartório concede ao possível “pai” o nome dele na Certidão de Nascimento da criança sem a presença da mãe biológica – Diana -, tampouco um documento comprobatório? Isso foi só um dos graves erros jurídicos mostrados, ao meu ver. Vamos, então, debatê-los?
O penúltimo episódio do quarto ano da série médica de maior sucesso do Brasil começou com Evandro no Fórum, indo de encontro à Diana na audiência sobre a guarda de Francisco Almeida de Jesus. Lá, a juíza, interpretada pela excelente atriz Bianca Byington (Boca a Boca), questionou Evandro o motivo pelo qual ele escondeu da assistente social, Luzia, sobre a separação dele com Carolina, no episódio passado. Até aí, tudo bem, uma pergunta pertinente para com o “pai” da criança. No entanto, o que me deixou bestializado foi o fato de a Excelência presente não ter exigido de Diana um laudo médico comprovando que ela estava em perfeito estado de saúde, isto é, com as suas faculdades mentais em pleno funcionamento adequado para criar o seu filho, Francisco. Lembremos que a intragável e a inescrupulosa da Diana – em seu retorno, no oitavo episódio – apareceu “curada” da depressão de uma forma rápida, sem ao menos apresentar o documento citado ao Evandro. E olha que ele pediu a comprovação para ela, hein?! E aqui vale ressaltar o seguinte: longe de mim querer diminuir a personagem em relação à sua maternidade, porque mãe é mãe e filho precisa da figura materna em sua vida, ainda mais sendo um bebê. Na verdade, o que eu questiono são os caminhos tortuosos que a ex-dependente química usou para concretizar essa mudança significativa, não só na vida dela, como, também, na de Evandro, obviamente.
Aliás, devo destacar outro erro jurídico gravíssimo: em meio a mentira da paternidade, com Diana tendo dito – na terceira semana de exibição da série – que o filho era de um colega de seu serviço, como a juíza não pediu um teste de DNA? Vale ressaltar que eu tô apertando nessa tecla do exame desde o segundo episódio e, até agora, ninguém levantou essa possibilidade, com todos os presentes acreditando apenas na fala da Diana. Palmas para o advogado do Evandro que soube argumentar muito bem – obrigado – sobre as reais intenções da matriarca. Se Chiquinho não tivesse passando mal, muito menos o possível “pai” fosse médico e, por isso, ter salvo a vida do pequeno, ela não o teria procurado em hipótese alguma. Portanto, a autoridade máxima presente no Fórum poderia muito bem ter pedido um exame comprobatório de DNA, uma vez que a sessão continuou no outro dia. Só o problema de saúde do Francisco, o mesmo que ocorreu com Evandro, na infância, não comprova paternidade alguma, vamos combinar.

Ademais, eu imagino que o resultado de um teste como o mencionado deva demorar alguns dias. Todavia, diante de uma liminar da Justiça, por exemplo, o laboratório entregaria o resultado o mais rápido possível, evidentemente. De novo, eu repito exemplificando a novela Império (2014-2015): até mesmo o Comendador José Alfredo Medeiros (Alexandre Nero de Fina Estampa) topou verificar a paternidade de todos os seus filhos, posteriormente saber da notícia de que a sua esposa, Maria Marta Medeiros (Lilia Cabral de A Força do Querer), foi casada, no passado, com o seu ex-mordomo, Silviano (Othon Bastos de Éramos Seis), gente! Pasmem: a trama – escrita por Aguinaldo Silva (Senhora do Destino) – é recheada de furos, hein?! Portanto, não faz sentido algum Sob Pressão – sendo uma série médica repleta de responsabilidades sociais – cometer tal gafe em sua narrativa, vamos combinar. Não precisa nem ser formado em Direito pra achar um absurdo isso tudo! Cadê o exame de DNA? Segundo o portal Jus, “a paternidade biológica não é mais que mera informação genética, devendo prevalecer a paternidade socioafetiva em respeito, inclusive, as garantias e os direitos constitucionais à dignidade da pessoa humana. Ademais, laços de respeito, afeto, solidariedade e amor são construídos na convivência diária, não são fruto de consanguinidade.” Contudo, diante da mentira da mãe biológica, não seria mais plausível realizar o bendito exame e deixar tudo às claras de modo a não gerar dúvidas? Pelo amor de Deus!
Enquanto isso, no Hospital Edith de Magalhães Fraenkel, Carolina e Vera atenderam Débora (Laura Barreto de Caminho das Índias), que chegou ao local acompanhada de sua amiga. Além de vomitar, a jovem não estava conseguindo andar direito, com forte enjoo e vários hematomas pelo corpo, caracterizando, assim, uma violência física exacerbada. Em meio a isso, ela descobriu estar grávida, apavorando-se com a notícia, um tanto inesperada. E pelos olhares entre as duas médicas já deu para saber qual era a desconfiança que as profissionais de saúde estavam cogitando sobre o caso: abuso sexual. Pra piorar ainda mais a história, no dia seguinte, Débora retornou à emergência, mas, dessa vez, apresentando, também, um sangramento uterino, ou seja, uma tentativa de aborto. Nessa trama, o que mais me deixa triste é o fato de a vítima se sentir culpada pelo ocorrido, afinal de contas a sociedade faz com que o(a) abusado(a) se sente desse jeito o tempo inteiro, em um profundo desamparo. Ainda bem que apareceu Carolina na vida de Débora, pois, ao ela ter contado sobre o seu passado, quando foi molestada pelo seu próprio pai, José Luiz (Luís Melo de O Outro Lado do Paraíso), quando ainda era criança, fez com que a moça tomasse coragem em denunciar o avô inescrupuloso e abusador, assim que ela sair da unidade hospitalar. Para o nosso alívio, Débora ficará bem, com o avô atrás das grades, assim seja!
Em meio aos atendimentos, Vera recebeu um convite para sair por parte do Dr. Mauro, finalmente. E adivinhem quem ficou de vela no exato momento? A Carolina, a qual fez a melhor feição da vida, risos. Porém, o encontro dos dois não ocorreu na prática, juntamente ao fato de Vera ter dito não estar preparada para um novo relacionamento. Porém, a infectologista não perdeu a oportunidade em lascar um beijo no boy, né, safadinha?! Errada, não tá! Se joga, mulher! Para de se fazer de difícil, pois sabemos que, por trás de toda essa braveza, existe uma mulher carinhosa, cheia de amor para dar e receber, é claro. Já basta o traste do seu ex-marido, Edilson, e do mentiroso do seu filho, Leonardo, que te deram muito trabalho semanas atrás, doutora. Se você não quer o homão chamado Dr. Mauro, tem quem queira – eu, inclusive -, viu, Dr.ª Vera?! Já o segundo paciente foi Toniquinho – interpretado pelo excelente Tadeu Melo (A Turma do Didi) -, homem em situação de rua que carrega e reside em uma carrocinha improvisada ao lado de seu fiel escudeiro, o cãozinho Felipe. No caso, Toniquinho foi diagnosticado com leptospirose, doença transmitida por meio do xixi de rato. Embora o estado de saúde dele fosse grave, precisando, desse modo, ser internado, o animal recebeu todos os cuidados e o carinho de Charles. Uma fofura atrás da outra, não é mesmo? Quem aí de vocês, leitores, não se emocionou com a história do paciente? Ainda bem que, no final, apesar da convulsão e da delicada cirurgia – que cenas impactantes, hein?! -, deu tudo certo para a nossa alegria e alívio! Agora, os dois poderão continuar com a convivência e com a cumplicidade diária!

Voltando ao contexto da audiência, Décio deu o seu depoimento em defesa ao Evandro, destacando a sua competência como médico em nunca desistir dos seus pacientes – #NinguémMorreNoMeuPlantão. E, em meio as suas falas, ele recebeu a pergunta sobre a antiga automedicação que o ex-chefe da emergência praticava lá nas temporadas anteriores. Pelo que foi mostrado pelas atitudes da Diana, não iria me admirar se foi ela quem pediu à sua advogada para acrescentar isso no processo, sem sombras de dúvidas. Pois bem… Se Décio saiu da sala com dúvidas a respeito de sua declaração, Carolina – como sempre – estava confiante e bastante contundente em sua fala a favor de Evandro. Ela, portanto, destacou que o papel de pai dele é maior que tudo, maior que a profissão e, até mesmo, maior que o relacionamento entre os dois. Além disso, Carolina relembrou os dois momentos em que o nosso “McDreamy Brasileiro” perdeu dois filhos biológicos, os quais ele almejava cuidar e amar para o resto da vida. O primeiro foi por parte de sua primeira esposa, Madalena (Natália Lage de A Divisão), mulher que morreu, ainda na primeira temporada, em decorrência de um grave acidente de trânsito. Já o segundo foi quando o miliciano Aristeu (César Ferrario de A Dona do Pedaço) invadiu o Hospital São Tomé Apóstolo, na terceira temporada, momento no qual culminou em uma violência à Carolina, com uma maca atingindo a sua barriga. Infelizmente, na época, para a nossa tristeza, o casal #Cavandro perdeu o bebê que estava no ventre materno da médica. Portanto, o trauma na vida de ambos é colossal e não, eles não mereciam passar o isso novamente, como bem reiterou Carolina:
“Tudo o que eu peço é que não façam ele passar por isso outra vez.” – finalizou Carolina, em depoimento à juíza.
Seguindo a linha de raciocínio das testemunhas, a advogada de Diana – de forma inesperada – convocou a presença de Rosa, a doce secretária do hospital. Confesso que eu tive “as minhas pernas quebradas” nesse momento, porque eu pensei que o depoimento dela seria a favor do Evandro, e não contra ele, embora jamais ela quisesse transparecer uma mensagem negativa sobre o médico. No entanto, por meio de uma intimação judicial de comparecimento, expedida provavelmente por outro juiz, já que a Excelência do caso também foi surpreendida pela presença de Rosa, a defesa de Diana – por intermédio da testemunha-chave mencionada – usou de forma errônea a ocorrência do incêndio na unidade hospitalar para tentar justificar a possível incompetência de Evandro no cuidado de Francisco. Lembremos que a eventualidade ocorreu de forma atípica na vida de todo mundo no quinto episódio de Sob Pressão, isto é, ninguém imagina passar por aquela situação um tanto desesperadora. Rosa não teve culpa em deixar Francisco sozinho, porque ela estava preparando uma mamadeira pra ele, vamos lembrar. Logo, Diana usar isso como prova para que o médico não tenha a guarda da criança é um ato inescrupuloso, “baixo” e pra lá de cínico. Você não tem caráter, não?! É sério que é esse o exemplo que você deseja passar para o seu filho no futuro, Diana? Preocupar em apresentar um laudo médico comprovando a sua sanidade mental, a senhorita não quer, né?! Lamentável. Imperdoável. Intragável. Essas três palavras representam Diana: uma pessoa repugnante e nada humilde.
Destaco aqui a magnífica atuação da Josie Antello (Malhação: Sonhos), que já tinha abrilhantado, e muito, no episódio em que o Hospital Edith pegou fogo. Ela soube – por intermédio do seu choro – transparecer toda a angústia e toda a preocupação por conta do ocorrido, ao mesmo tempo em que não queria – de forma alguma – prejudicar o seu amigo, Evandro, ao contrário da advogada da Diana, uma defensora que pratica a advocacia mediante caminhos não verdadeiros. Assim como foi dito pelo Dr. Evandro, eu reitero: isso foi uma covardia sem cabimento, tampouco apresentou fundamento plausível. E sem contar o seguinte: desde quando agora é proibido levar o filho para o emprego por não ter condições de deixar com alguém? Reforço mais uma vez: foi uma eventualidade, e não uma ocorrência habitual. Tadinha da Rosa, ela não teve culpa de nada, entretanto tal sentimento a assolou por conta da Diana, uma soberba. A cada novo episódio, aumenta ainda mais o meu desejo pela morte da personagem, pois, só assim, teremos paz, amém. Aliás, devo parabenizar o redator final, Lucas Paraizo (Aos Teus Olhos), e o roteirista responsável pelo episódio, André Sirangelo (3%), por terem dado esse destaque à Rosa, uma personagem periférica desde o filme homônimo que deu origem ao seriado. Da mesma forma que eu anseio pelo sumiço eterno de Diana, por favor, roteiristas, eu desejo mais cenas nesse estilo: personagens pontuais sendo protagonistas!

No final, tivemos Diana insistindo no cansativo discurso de que não queria que aquilo estivesse acontecendo, de forma alguma, não querendo nem ao menos a presença de Rosa, no Fórum. Então, minha filha, eu faço o mesmo questionamento da review passada: O que você quer? Quais são as suas reais intenções? Está difícil ter empatia pela personagem, que se mostrou até o presente momento uma tremenda de uma egoísta. E por mais que eu desejasse que a produção tomasse o caminho de uma liberdade poética na qual Evandro ficasse com o Francisco, eu entendi o posicionamento da juíza em dar o ganho de causa à Diana, afinal de contas ela é a mãe. Entretanto, eu discordo! Diana omitiu, mentiu e não comprovou a paternidade do Evandro, muito menos o bem-estar da sua saúde mental. Já Evandro, além de ter mostrado a sua rotina caótica como médico, admitiu sim ter se separado de Carolina. Agora, ele terá que fazer uma ponte aérea entre o Rio de Janeiro (RJ) e o interior de Minas Gerais para ver a criança em visitas frequentes, de férias escolares, feriados e afins. Pelo menos, tivemos a gracinha do Francisco dando tchau para o papai enquanto ia embora com a chata da mãe, né?!
No século vigente, se fala muito em como a Justiça brasileira é injusta e, infelizmente, vimos isso também na ficção. Por mais que Evandro seja uma pessoa difícil de se conviver, com inúmeros defeitos e concepções egocêntricas, ele não merecia esse sofrimento, muito menos Carolina. Gente, a Diana, por mais que ela não quisesse ter nenhum vínculo amoroso com o médico, conseguiu separar o casal #Cavandro sem nenhum pingo de remorso ou arrependimento! Isso é grave! Carolina bem que deveria ter jogado umas verdades na cara dela durante a audiência, seria saboroso. Uma pena não ter o bom e velho barraco das novelas na série, porque, venhamos e convenhamos, tal aspecto está fazendo falta, muita falta, em algumas cenas de Sob Pressão. Por falar no nosso casal favorito, o que eu fico mais admiro nos dois é que não precisa de uma figura de vilania na relação, porque ambos são humanos e demonstram ter defeitos e acertos. Se bem que o Evandro ultimamente apresenta ter mais a primeira palavrinha em seu dicionário, mas a gente releva, não é mesmo?! Confesso que doeu o meu coração em vê-los sofrendo com o fato de não terem mais o Francisco tão perto, a partir de agora. Logo, o que o futuro reserva, será? Eles vão ficar separados? Diana finalmente morrerá? Não percam o último episódio da 4ª temporada de Sob Pressão no próximo dia 21 de outubro de 2021, às 22h30, logo após a reprise da novela Império, com a exibição do 11º episódio, leitores!
PRONTUÁRIO MÉDICO:
p.s.01: Além de tirar a máscara – sério, Charles?! -, ao sair do Hospital à procura de Felipe, espero que o médico tenha trocado o jaleco e lavado as mãos, juntamente ao uso de álcool em gel, pelo menos!;
p.s.02: O que será que Vera cochichou no pé do ouvido do Mauro antes do beijo, hein?! Tô curioso, confesso. Seria algo caliente de casal? Credo, que delícia!;
p.s.03: Ah, meu Deus: Evandro colocando o Francisco para dormir no berço foi o momento mais fofo do episódio. Ele pode ser babaca em vários aspectos, mas, no quesito paternidade, o doutor é maravilhoso!;
p.s.04: Gente, cadê a Dona Maria? Senti saudades dela, confesso. O neto dele segue em coma no leito hospitalar!
p.s.05: Alô, Senhor Toniquinho! Não se esqueça de tomar o antibiótico e calçar as galochas, em caso de chuva forte, hein?! Queremos o seu bem!;
p.s.06: Vera enfrentando o avô de Débora… Ah, que sabor! Tomara que mofe na cadeia para aprender o que é bom pra tosse! Inescrupuloso, nojento, energúmeno!;
p.s.07: Ah, que lindeza em ver a sororidade exalando no leito da Débora, seja por conta de sua amiga, seja por conta das médicas, todas em seu apoio. É isso aí: uma por todas e todas por uma!;
p.s.08: Entrevista 01: Em conversa com o Gshow, a atriz Laura Barreto deseja despertar nas pessoas a ideia de que ela cresceu, não sendo mais uma atriz-mirim como grande parte dos telespectadores a conheceu na novela Caminhos das Índias (2009), por exemplo. “Nesse período pude fortalecer o que eu queria pra minha carreira. Comecei a trabalhar muito nova e nesse tempo pude estudar, fortalecer o que eu queria pro futuro, e investir também em outras vertentes! Estudei outra língua, iniciei a faculdade, fiz alguns cursos e sigo em estudo na carreira”, contou. Ela ainda disse sobre a importância da história da sua personagem em Sob Pressão. Não deixe de conferir!;
p.s.09: Achei estranho a Selma não ter testemunhado a favor de Diana, enquanto Carolina e Décio estavam apoiando Evandro. Mais um erro na conta do roteiro!;
p.s.10: Aleluia que o beijo entre Mauro e Vera saiu, meu povo. Antes tarde do que nunca, não é mesmo?! Estávamos sedentos por esse momento lindo e, agora, queremos o casório, produção!;
p.s.11: Por falar em casamento, os roteiristas nem ousem em separar o nosso casal #Cavandro, afinal de contas nós, fãs, iremos barracar bastante na internet, caso isso ocorra, na prática. Alô, Twitter!;
p.s.12: No quesito Audiência, o seriado finalmente deu um alívio após duas semanas com número em baixa, com 19,5 pontos na Grande São Paulo (SP), de acordo com os dados publicados pelo portal Notícias da TV, do UOL;
p.s.13: Entrevista 02: Já Josie Antello, por meio do Site de Imprensa da Rede Globo, destacou o papel fundamental de sua personagem Rosa. “(…) Essa característica supercarinhosa da Rosa, de se envolver emocionalmente com as histórias particulares de cada um deles, de se preocupar em fazer daquele ambiente, que já traz em si tanta angústia e sofrimento, um lugar mais humano, de ser meio mãezona, às vezes fofoqueira (risos), foi se fortalecendo com o passar do tempo e com o amadurecimento do personagem. Hoje, fico muito feliz quando o Lucas Paraizo [o redator final] apresenta a Rosa como uma personagem que tem a função de trazer mais leveza e humanidade para a série. (…)”, revelou. Josie ainda destacou a importância dos temas abordados na série para o grande público. Confira o bate-papo!;
p.s.14: Fome, Trânsito, Deficientes, HIV/AIDS, Incêndio, Automedicação, Depressão, Racismo e SUS. A lista de temáticas pertinentes e atuais, na série médica, só aumenta e não seria diferente nesta semana, sobre a importância do enfrentamento do abuso sexual, juntamente às formas de denúncia, em uma publicação exclusiva no Gshow. É um excelente material de leitura!;
p.s.15: Serviço de Utilidade Pública da Semana 01: “Abuso Sexual é crime. Denuncie. Ligue 100. Disque Direitos Humanos.” Acesse: gshow.com/sobpressao; e
p.s.16: Serviço de Utilidade Pública da Semana 02: “Mesmo quem já teve Covid-19 pode ser reinfectado e deve manter todos os cuidados.”















