“Agora todo mundo sente muito. Até o descarado do Governador já falou. Mas daqui uns dias vem outra bala perdida e, depois, outra, e outra, e outra. E aí, ninguém mais lembra do meu William. Será que um dia isso vai mudar, Doutor?” – reflete Dona Maria, em uma conversa com o Dr. Evandro.

Eu queria muito começar esta review falando da fofa da Dona Maria (Cláudia Di Moura de Flor do Caribe), a nova personagem, mas diante da novidade do término da série, vamos de desabafo. Pois bem: no último dia 14 de setembro, conforme noticiamos aqui, no Série Maníacos, fomos surpreendidos com o fato de que Sob Pressão irá finalizar os seus trabalhos no ano que vem, em 2022, com a estreia de sua quinta temporada, com exclusividade no Globoplay, o serviço de streaming da Rede Globo. O elenco, inclusive, já foi avisado sobre o término, segundo informes do colunista Flávio Ricco, do portal R7.

Primeiro que para um fã assíduo, como quem vos escreve, a palavra finalização é sinônimo de cancelamento, afinal de contas a série não terá uma continuação de longevas temporadas. Isso me causa uma tremenda tristeza, por mais que os roteiristas pretendam dar um fim digno para os nossos personagens tão queridos. Na verdade, o que mais me frustra é que nada justifica o término. Vejamos: a audiência é boníssima, a aclamação por parte do público e da crítica especializada é colossal e o maior triunfo – inesgotável, diga-se de passagem – segue assegurando inclusive na nossa Constituição Federal Cidadã, de 1988: o Sistema Único de Saúde (SUS), fazendo com que o seriado seja orgânico. Inclusive, ele se confunde com a realidade, já que “a arte imita a vida” ou vice-versa, como refletivos aqui no site com a seguinte publicação: ‘Sob Pressão’ e a sua ficção: seria a sua história de forma análoga a realidade do SUS ou o inverso?.

Por falar no SUS, em 2018, ele completou 30 anos, ou seja, histórias não vão faltar de jeito nenhum. Se a “irmã gêmea” já está há quase 20 anos no ar, por qual razão, então finalizar a Grey’s Anatomy Tupiniquim”, minha gente? Isso não faz sentido. Em julho de 2019, em uma publicação no portal oficial do seriado, no Gshow, Lucas Parizo (Aos Teus Olhos), o redator final, chegou a afirmar, por exemplo, que ele e a sua equipe, tem um vasto material de apoio, o que poderia render 10 temporadas. Uai, se só tem pontos positivos, vamos, então, só alavancar mais esse sucesso, poxa! Eu desejo muito que quem decidiu isso morde a língua, no ano que vem, e volta atrás, renovando o seriado para mais temporadas. Vale lembrar que isso ocorreu na season finale da terceira temporada, com a Globo voltando atrás do primeiro cancelamento. Assim, a emissora global deu  mais dois anos ao seriado, em função dos fãs acalorados nas redes sociais – #EuFuiEuTava -, que colocaram até mesmo o pedido de renovação nos Trends do Twitter. Globoplay, meu filho, não faz isso com a gente, não, por favor! Dê o devido mérito que a série merece, não custa nada. Pois bem, depois do desabafo, vamos a trama da semana:

Depois de um episódio de tirar o fôlego de qualquer telespectador, em um incêndio avassalador em todos os sentidos possíveis, Sob Pressão continuou emocionando, mas em um capítulo, digamos, mais morno. Embora tivemos muitos agitos na vida dos nossos médicos, né, Dr.ª Vera, querida?! Ah, esse seu filho não te dá um “pingo de sossego”, hein?! Contudo, antes de chegarmos no dito cujo, vamos do início:

A fofa Dona Maria estava no restaurante à espera de seu neto William (Peter Brandão de Impuros), mas o rapaz acabou se atrasando para o compromisso com a vovó. Ela só queria vê-lo feliz, ainda mais agora, com ele conseguindo ser efetivado no emprego, com carteira assinada, saindo do posto de estagiário. Sem contar que ela também sonha com ele casando, tendo filho, construindo uma família. No entanto, esses sonhos da vovó foram interrompidos, uma vez que o seu neto querido foi atingido por uma bala “perdida”. A violência por meio de tiros, infelizmente, não é uma novidade na série, tampouco na vida real, pois a cidade do Rio de Janeiro (RJ) tem a característica de ser acometida de forma corriqueira por disparos de armas de fogo entre policiais e milicianos.

Por outro lado, vemos Carolina e Evandro à procura de Diana na casa de Selma (Grace Passô de Temporada), melhor amiga de Diana. Ela nega que ainda tem contato com a moça, que permaneceu na sua residência apenas no período em que o pequeno Francisco esteve internado no Hospital Edith de Magalhães Fraenkel.  Obviamente, a mulher estava mentindo, né?! Quer enganar quem, querida? Só se for o casal, pois a gente aqui, do outro lado da telinha, não somos enganados de maneira fácil, não, viu?! Sabemos que ela está na sua casa, sim! Aliás… Que coisa, hein?! Por qual motivo o #Cavandro está querendo encontrar Diana? Vocês leitores devem estar achando estranho eu perguntar isso, justamente pelo fato de ela ser a mãe biológica de Francisco. Todavia, ela abandonou o filho à própria sorte, minha gente. E já que o Evandro é o pai legítimo, mesmo sem um exame de DNA comprobatório – não entendi isso até agora; cadê o bendito resultado desse documento tão importante? -, ele tem o direito de ficar com o “filho”. Pasmem: Carolina até mesmo se afeiçoou ao pequeno, então eles já são uma família. Não precisa mais da adição da intragável da Diana para completar o ciclo afetivo, não.

Já Vera leva o filho, Leonardo, para ele realizar a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o maior vestibular do Brasil, ficando à frente somente das provas da Fundação Universitária para o Vestibular (FUVEST), órgão responsável pelo Processo Seletivo de entrada à Universidade de São Paulo, a USP. O rapaz, então, aparentava estar nervoso e preocupado, porque Medicina é o curso mais concorrido do país e Vera, como mãe, tenta acalmá-lo, é claro. Entretanto, ele preferiu não ficar somente com as palavras amorosas de incentivo dela uma vez que o embecil levou comprimidos de anfetamina e os ingeriu antes de entrava à sala. E o resultado não poderia ter sido outro, não é mesmo?! Ele teve uma grave crise de overdose, passando muito mal – em uma agitação psicomotora – e foi levado direto para o Hospital. Lá, ele recebeu atendimento, em meio ao desespero de Vera, pois o filho novamente mentiu pra ela. Drica Moraes (Verdade Secretas) e João Vitor Silva (Sítio do Picapau Amarelo) estavam em estado de graça em suas atuações, né?! Uma entrega emocionante! Eu arrepiei todinho e, claro, chorei com a cena, com a história e com o sofrimento de uma mãe em salvar o próprio filho.

Por falar em atendimento, Décio estava uma “pilha de nervos” em função do incêndio na semana passada. Problemas e mais problemas ele tem que resolver, juntamente à Secretaria de Saúde e aos prestadores de serviços à unidade hospitalar, como o conserto do tomógrafo e a reparação do Centro de Terapia Intensivo (CTI). E como é de praxe, quando William chega de ambulância, nosso “McDreamy Brasileiro” não recusa atendimento ao rapaz, mesmo com as negativas do diretor. O rapaz levou um tiro nas costas, apresentando estar pálido em uma situação muito crítica e delicada, pois a bala entrou na região torácica, coitado. Dessa forma, ele foi levado diretamente para uma cirurgia de urgência. Modo #NinguémMorreNoMeuPlantão ativado com sucesso pelo Dr. Evandro, amém! Assim, durante o procedimento, várias lesões foram reparadas, a começar pelo pâncreas, órgão que estava apresentando um maior sangramento.

Em contrapartida, Vera atendeu a filha de Sandro (Renato Livera de Os Dez Mandamentos), Grazi, de oito anos de idade, que não se encontrava em seu melhor estado de saúde. Ela estava com algo perfurando o seu esôfago, o qual, posteriormente, descobrimos ser um objeto, o “bracinho” do dinossauro de brinquedo de seu irmão, Enzo. Ele a obrigou a comer! Criança é “fogo”, né, gente?! Não podem ser deixadas sozinhas – Sandro faz isso, pois precisa trabalhar -, que tratam logo de aprontar poucas e boas dentro de casa. Desse modo, ela teve que passar por uma cirurgia para a retirada do material, com Grazi quase morrendo na sala de operação. Angustiante a cena, diga-se de passagem. Ademais, tivemos Enzo confessando à Carolina tudo o que aconteceu e, pelo visto, ambos os irmãos, vão continuar com esse segredo da briga pelo resto da vida. Ainda bem que, no final, tudo ficou bem com a garotinha e o pai não soube o que o filho fez com a irmã, amém. 

Voltando ao caso do William, o jovem teve que ficar em coma induzido e Dona Maria não saiu de perto dele de jeito nenhum. Ah, que amor lindo entre avó e neto, pessoal. Bem que o Lucas Paraizo (Aos Teus Olhos), o redator final, afirmou que a personagem seria a avó do Brasil durante a Coletiva de Imprensa da série: Ela é “a avó do Brasil”, ou seja, “uma mulher que não arreda o pé do lado do neto no hospital. Ela representa a fé e a esperança do povo brasileiro.” Era disso que estávamos precisando: esperança! Ela exala amor e carinho e ainda a veremos em outros episódios, porque o seu neto ficará internado por muito tempo. Cláudia Di Moura deu uma aula de interpretação e de entrega à personagem, com uma expressão facial de sofrimento, materializando uma “verdade” em ver o seu parente internado, ainda mais que ele a salvou do tiro. De fato, ela estava benevolente na pele de Dona Maria, assim como Vera no episódio antecessor. A fala dela que abriu os trabalhos aqui, na minha review, infelizmente materializa toda a entrega dela em cena, fazendo com que nós, telespectadores, pudéssemos refletir sobre a questão da violência das armas. Até quando vítimas inocentes vão ter que passar por essa situação? Quantos tantos outros William’s ainda precisam ficar internados ou, Deus livre e guarde, precisam morrer para que o Poder Público possa tomar alguma providência? Muito triste!

Quem deu o ar da graça no Hospital foi Edilson (Enrique Díaz de Justiça), ex-marido de Vera, desesperado para ver o filho Leonardo. Se não bastasse o jovem, o homem resolve jogar a culpa da situação em cima da infectologista de forma injusta, é óbvio. Primeiro que a gente sabe que Leo usou a medicação para aumentar a sua concentração na prova e, com isso, acabou viciando, sem qualquer dedo de Vera em tal atitude pessoal. Pra piorar, Edilson diz que o sonho em fazer Medicina sempre foi dela, e não do filho, colocando-o contra a própria mãe. “Filho de peixe, peixinho é”, já diz o ditado popular, pois agora sabemos de onde vem o mal caráter de Leonardo. Vera não merecia isso e se Leonardo mentiu pra ela sobre a questão de ser médico, ele é um tremendo de um covarde. Mais uma vez ele “mete os pés pelas mãos” em uma visão distorcida sobre a sua matriarca ter orgulho dele. Não é assim que você vai ter esse retorno, não, rapaz. Toma vergnha na cara e assuma os seus “B.O.’s”, seu idiota! Você quem escolheu a profissão, e não ela, apesar da influência diária. Quem cala, consente e você, infelizmente, ficou de bico calado ao ser colocado contra a parede Ah, se eu fosse a Vera… Metia a mão na cara dele, gostoso. Pra sangrar a boa, ainda por cima!

E por conta dessa situação triste e conturbada, Vera acaba desabafando com o Dr. Mauro, ou seja, o nosso shippe começou, finalmente, amém. Confesso que eu estava esperando um beijo entre os dois, afinal o clima rolou e ambos – ao que tudo indica – não querem “dar o braço a torcer” em admitir que se gostam, vale ressaltar. Espero que isso se desenvolva o mais rápido possível, porque estou mega curioso de como será essa relação entre chefe e funcionária. Sem contar o seguinte: Vera merece ser feliz, tadinha. É sofrimento atrás de sofrimento, sentindo-se culpada por pessoas que não merecem o seu amor. Mauro, sim, merece e, com certeza, ele também está cheio de amor para lhe dar, doutora. Se joga, mulher! Se você não pegar, eu pego, hein?! Brincadeiras à parte, vocês vão formar um lindo casal, não há dúvidas quanto a isso. Portanto, deserda logo o Leonardo, despachando-o  para o pai, que não vale nada, também. #EuTeAjudo

No final, tivemos Dona Maria contando a história de seu neto, órfão de pai e de mãe, com ela cuidando dele sozinha. “Neto não morre antes de vó!” Essa é a Lei da vida, Dona Maria, mas, na Lei dos homens, infelizmente a realidade diz o contrário, com muitos jovens morrendo por tiros e mais tiros na cidade do Rio de Janeiro (RJ), por exemplo, conforme contabiliza diariamente as estatísticas e os relatórios do portal Fogo Cruzado. E por mais que a situação do Willian seja grave, Dona Maria não vai abandoná-lo de jeito nenhum. Quem não queria uma vovó querida e bondosa assim, não é mesmo?! É quase uma mãe em pessoa! E por falar em mãe, tivemos Vera jogando umas verdades na cara do seu ex-marido e eu amei, obviamente. Ele mereceu ouvi-las, porque, por mais que ele tenha ficado por 10 anos criando o Leonardo sozinho, agora, ele está com Vera, que merece ser respeitada como mãe. Quem sofre é o jovem, e não os dois. Aliás, eu acho que ele faz isso tudo de errado – por meio da automedicação – para chamar atenção, para querer ser amado, só pode. Mas ele está bem grandinho em atos tão imaturos, né?! 

Já Carolina, a “madrastra” de Chiquinho ficou balançada com a história de Sandro, que teve a sua esposa abandonado os próprios filhos e, justamente por isso, ele contou para eles que ela morreu, não tendo coragem de revelar a verdade. O que faz uma mãe abandonar os próprios filhos, hein?! Uma das razões é a depressão pós-parto, que será desenvolvida na vida de Diana a partir do próximo episódio. E quem foi a pessoa à procura dela no melhor estilo “custe o que custar”? Carolina! Ela não desiste nunca e não vai ser agora a fazer isso. Por isso, em uma expressão de tristeza e quase chorando ela disse à Selma: “Dói muito pra uma criança perder a mãe. Eu não quero que o Francisco sofra, nem que ele passe a vida inteira se perguntando porque que a mãe dele foi embora. (…)”, convencendo-a a abrir a porta para a sua entrada à residência. Lá dentro, a nossa médica preferida vê Diana em prantos de choro, sintoma de uma grave depressão. Diante disso, como será que Carolina ajudará a sua rival? O que elas combinaram? Vamos às teorias:

De acordo com o Sérgio Santos, o divertido @Zamenza, o melhor comentarista sobre as produções nacionais do Twitter, a sua ideia é que Diana contou para Carolina que Francisco não é filho legítimo – de sangue – de Evandro. Ele, então, vai descobrir no último episódio da temporada e vai se separar de Carolina, sendo o gancho para a quinta temporada. A ideia é genial, mas acaba que ela não tem muito sentido para com a Diana. Quais seriam as reais motivações dela em mentir desse jeito? O que ela ganha com isso? Afinal de contas, Evandro já ama Carolina e ele não é rico a ponto de pagar uma pensão alimentícia exorbitante. Logo, o que você quer, Diana? Testar mais ainda a nossa paciência? O choro pode ser verdadeiro, a doença idem, mas eu não te aceito de jeito nenhum: uma intragável e destruidora de lares! Detesto a personagem e vou sempre defender o meu casal #Cavandro. O filho deve ser, sim, do Evandro, com Diana à procura de algo que ainda não sabemos o que é. Isso – sem sombras de dúvidas – irá abalar o casamento de Evandro e de Carolina: tem algum segredo aí por trás, com certeza.

PRONTUÁRIO MÉDICO:

p.s.01: Como assim Dona Maria, uma senhora idosa, não estava usando máscara dentro do Hospital e os médicos, sim? Gente do céu: ela é do grupo de risco. Isso é inverossímil e o fim da pandemia – na série – não está correndo de uma forma natural e fluída na narrativa, não. Está incômodo e péssimo o desserviço em relação ao não uso de máscaras por parte dos personagens. Aliás, cadê a vacinação?;

p.s.02: Achei interessante o fato de os roteiristas terem trabalhado na questão sobre pais e filhos em suas diferentes formas de criação: a mãe com depressão pós-parto, o filho com pais divorciados, jovem sendo criado pela avó, filhos sem mãe e, por fim, pai que tem que trabalhar para sustentar os filhos, deixando-os até mesmo sozinhos, um perigo danado, diga-se de passagem;

p.s.03: Linda a vidraça colorida na capela do hospital. Me lembrou o antigo Hospital São Tomé Apóstolo da temporada antecessora, que também tinha uma arquitetura voltada ao antigo com vitrais cheios de cores, remetendo à religiosidade e à antiguidade. Alô, Gabriela “Gaby” Pagano! Aposto que você achou um charme à parte, né?!;

p.s.04: Desabafo 01: Infelizmente, Sob Pressão, pelo segundo ano consecutivo, foi esnobada pelo Emmy Internacional. Amor de Mãe (2019-2021),  Todas as Mulheres do Mundo (2020) e Diário de um Confinado (2020) foram indicadas nas categorias Telenovela, Filmes e Minisséries para TV e Série de Curta Duração, respectivamente, conforme dados do G1, o portal de notícias da Rede Globo. Olha, eu não entendi o motivo, pois a nossa “Grey’s Anatomy Tupiniquim” tem o seu lugar na “fila do pão”. É um desrespeito com a Marjorie Estiano (Malhação) e com toda a produção do seriado, pra não dizer heresia. Estou muito triste com isso, porque ela merecia esse prêmio!;

p.s.05: Desabafo 02: Pelas minhas pesquisas, eu vi que a não indicação teve influência da intertemporada do ano passado, que não foi considerada uma temporada completa. Ademais, os dois Episódios Especiais de Sob Pressão – Plantão Covid foram lançados depois da janela de elegibilidade, por isso o prejuízo de não aparecer na listagem. Contudo, se é a TV Globo que manda o material, por qual motivo a história da Dona Lúcia (Regina Casé de Que Horas Ela Volta?), à procura de Domênico (Chay Suede de Babilônia) foi indicada? Lembremos que a novela terminou neste ano de 2021, e não em 2020, apesar de ter sido dividida em duas partes;

p.s.06: No que diz respeito à Audiência, Sob Pressão caiu dois pontos, tendo atingido 18,2, na Grande São Paulo (SP), segundo dados do Notícias da TV, do UOL. Vamos melhorar isso aí, poxa!

p.s.07: Entrevista 01: Claudia Di Moura concedeu uma entrevista ao Site de Imprensa da Globo e disse ter sido acolhida com muito carinho pelo restante do elenco durante as gravações, tendo destacado a sua personagem. Trago dessa jornada uma experiência incomparável que estará estampada em mim por toda a vida. Dona Maria é a mãe preta do Brasil, que se despede de seus filhos sempre com medo de que eles sejam tragados pela violência sistêmica que vitima a juventude negra. (…) Ela compartilha com quem quer que cruze seu caminho um repositório infinito de fé e de esperança, que contamina a todos, inclusive ao espectador que a acompanha. Firme, doce e combativa, Dona Maria é o coração desta temporada e a tradução mais fiel do que é viver diariamente sob pressão”, afirmou;

p.s.08: Entrevista 02: Ana Flávia Cavalcanti (Onde Está Meu Coração), a intérprete de Diana disse que representatividade vai além do negro na tela, que sempre são “escalados para viver pessoas em situações muito desfavoráveis na sociedade”, em entrevista ao JCNET, o jornal da cidade de Bauru e região. Além disso, ela enfatizou que não há qualquer evidência de um possível triângulo amoroso. “Muito disso já estava no texto do [roteirista] Lucas Paraizo, e eu e Marjorie combinamos de tentar tirar todo tipo de disputa feminina, de mulheres por um homem da história”, contou a atriz;

p.s.09: Vocês podem até não ter desenvolvido uma disputa de interesse pelo Evandro, Ana Flávia, mas eu vou defender, e muito, o meu casal #Cavandro. Não quero a Diana, não. Saí daqui, minha filha!

p.s.10: Fome, Trânsito, Deficientes, HIV e Incêndio. Diversos são as temáticas apresentadas na série médica e, neste episódio, tivemos a questão da importância do cuidado em relação ao contexto da automedicação, com uma publicação exclusiva no Gshow. É um excelente material de leitura!;

p.s.11: Serviço de Utilidade Pública da Semana 01: “Não use medicamentos sem orientação médica. A automedicação pode agravar doenças, gerar dependência e até risco de morte.” Acesse: gshow.com/sobpressao;

p.s.12: Serviço de Utilidade Pública da Semana 02: “Mesmo quem já teve Covid-19 pode ser reinfectado e deve manter todos os cuidados.”

REVISÃO GERAL
Nota:
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sob-pressao-4x06-episodio-06‘Sob Pressão’ - com um elenco ímpar - continua mostrando temas pertinentes à sociedade, como o abandono de crianças e a automedicação. Mais atual, impossível.