
“Você tem que se levantar e tentar.”
Spoilers Abaixo:
Abri essa review com esse trecho de uma canção da cantora P!nk porque esses últimos episódios de audição do X Factor Australia me fizeram acreditar que há uma chance considerável de termos uma temporada marcada pelos insistentes.
Estou falando de cantores que não se deixaram abater pelo primeiro fracasso em um reality show musical e voltaram ainda mais fortes para tentarem de novo esse ano. E não foi só do próprio X Factor que tivemos gente retornando, teve até rapaz migrando do The Voice para ver se não estava no programa errado. Bom, ano passado, Trent Bell, que tentava pela terceira vez o XF, acabou finalmente vendo tudo valer a pena ao chegar à final do programa como membro do grupo The Collective. Se me decepcionei por não ter visto a linda Veronica Bravo seguindo o exemplo do rapaz e indo para o terceiro round, pelo menos pude ver alguns que eu considerei injustiçados em 2012 voltando e, quem sabe, seja dessa vez que eu poderei vê-los indo mais longe.
Quanto aos jurados, pouca coisa mudou. Natalie quase não apareceu, o que se deve ao fato de sua gestação ter a impedido de comparecer na maioria dos dias de gravação das audições. Ronan continua tentando preencher a cota Simon Cowell, sem muito sucesso… mas, como eu já disse anteriormente, pouco me importa, contanto que ele continue embelezando esse programa. E, por falar em beleza, estou adorando como Dannii está crescendo – ou a edição que está começando a favorecê-la mais -. O fato é que Dannii teve muito mais destaque, assim como Redfoo. Os dois novatos no programa falaram mais, debateram mais, e foram protagonistas de alguns dos momentos de divisão de opiniões no painel. Considero isso muito importante, já que o público precisa ainda entender os dois, captar o estilo de cada um, e, se a primeira semana foi carente disso, nessa segunda as coisas parecem bem mais equilibradas.
Mas, vamos voltar ao que interessa: os candidatos. Continuo a divisão nas categorias “Hit”, “Flop” e “Trash” e, no final, farei minhas apostas de quem eu acho que deve passar da próxima fase e ir até as Judge’s Homes, além de dar meus chutes sobre qual mentor vai pegar cada categoria.

http://www.youtube.com/watch?v=k4YBN_jXSUk
O quarto episódio começou com um rosto conhecido de quem acompanha os realities musicais australianos. Mitchell Thompson participou da primeira temporada do The Voice AU e foi eliminado por Seal na fase das battle rounds depois de fazer uma das minhas performances favoritas daquela temporada. O melhor de ver ele de novo é que parece que o tempo fez bem a ele (em todos os sentidos, if you know what I mean). A interpretação dele de “Beneath Your Beautiful” não trouxe nada de novo à canção, mas foi bastante competente nos vocais. A edição também permitiu uma aproximação maior com a personalidade do rapaz, coisa que o The Voice não pode proporcionar, e acho que o rapaz pode se beneficiar disso. Minha única preocupação é com a versatilidade de Mitchell, mas isso é algo para se avaliar nas próximas fases.
http://www.youtube.com/watch?v=wBHWmaw5i-w
Dentro de uma categoria que já tem uma desvantagem natural, Michael Ross é uma das minhas maiores apostas para chegar aos lives. Não que eu tenha me impressionado tanto quanto os jurados com o desempenho dele nesse hit do The Supremes, mas ele é realmente um dos melhores over’s mostrados até agora. Vou ser sincero e admitir: meus maiores problemas com Michael não tem nada a ver com o talento dele, e sim com esse moicano de Noah Puckerman que me dá agonia e essa aura de Christopher Maloney que me dá arrepios só de me lembrar o que aquela criatura me fez aguentar na nona temporada do X Factor UK.
http://www.youtube.com/watch?v=eCyZLuA752g
Se teve uma eliminação que me deu nos nervos ano passado foi a da dupla Good Question. Até hoje me pergunto o que se passou na cabeça do Ronan para ele levar TRÊS boybands para os live shows e dispensar o grupo dele com mais diferencial em relação a todos os outros acts da temporada. O Good Question se separou, e esse ano Joelle voltou para tentar seguir adiante sozinha. Embora Ronan tente se esquivar da burrada que fez ano passado, dizendo que foi a melhor decisão considerando a melhora dela, minha revolta não passou. Mas enfim, Joelle tem uma voz delicinha, timbre muito gostoso e eu curti a versão de “Don’t You Worry Child”, embora eu já a tenha ouvido por aí. Estou ainda sem entender o porquê do “não” de Redfoo, mas o importante é que Joelle conseguiu os “sim’s” que precisava para seguir adiante e ela é uma das minhas girls favoritas até então.
http://www.youtube.com/watch?v=CK8rOedNHUU
Will Perrrett está bem longe de ser o tipo de candidato pelo qual eu torço no X Factor, mas eu não pude resistir à voz dele. Que coisa deliciosa, minha gente! Essas alternâncias entre o grave e o agudo que ele fez ficaram precisas e deixaram a música totalmente emocionante. Will não tem uma aparência que grite “popstar”, mas isso já provou não ser tão determinante no XF AU e eu acredito que, se ele continuar surpreendendo e fazendo apresentações nesse nível, as chances de ele chegar aos live shows são altíssimas. Estou surpreso comigo mesmo ao admitir isso, mas Will entrou para o meu hall de favoritos nessas audições.
http://www.youtube.com/watch?v=kNiwS5N9mbw
Seguindo na linha “vozes hipnotizantes”, tivemos a linda Jiordan Tolli cantando “People Help the People”. Eu adoro esses cantores que não precisam subir tons e atingir notas absurdamente altas para nos cativar, e foi isso que Jiordan fez. Me senti entrando no mesmo transe que os jurados pareciam estar ao presenciar a audição da garota. Timbre fantástico, apresentação no ponto, a menina é linda e doce e, apesar da versão dela em nada se diferenciar da de Birdy, não vejo a hora de poder ouvir versões dela para músicas totalmente diferentes, e espero que isso aconteça nos live shows.
http://www.youtube.com/watch?v=9-s_oSysXes
Embora Omar Dean não tenha me conquistado completamente, aposto nele como um hit porque ele tem duas chances boas de seguir adiante e ir, no mínimo, até as Judge’s Homes. A primeira é a de que o mentor dos Boys decida manter alguém nesse estilo pop/dance/urban. Os candidatos dessa categoria até agora foram, na maioria, wgwg’s e cantores de baladas, então Omar acaba tornando-se talvez o mais forte dentro desse seu estilo. Caso isso não aconteça, Omar tem praticamente “lead singer de boyband” escrito na testa, e eu não duvido nada que seja esse o destino dele no programa. Sobre a audição em si, acho que ele não foi espetacular, mas executou bem os falsetes, mostrou vocais bacanas e presença de palco legal também. Independentemente de ser solo ou em grupo, acredito que ainda veremos o rosto dele por um tempo.
http://www.youtube.com/watch?v=MHkMgOPNnsI
Daí que a Karin Hils desistiu da volta do Rouge, de ser atriz da Globo e foi preencher a cota de divas lá no XF AU. Ok, eu sempre já fico de olho aberto com as divas desse programa porque minha opinião sobre elas depende muito do repertório que seguem no decorrer do programa. Se for uma Melanie Amaro da vida, me enfiando Mariah’s, Whitney’s e baladas da Beyoncé goela abaixo semana após semana, entrará na minha lista de desafetos. Se tiver um direcionamento legal como teve Alexandra Burke na quinta temporada do XF UK, ganha meu coração. Agora é esperar para ver. Voz, Riv Ngwenya tem demais, coisa pra ninguém botar defeito. Também é carismática, bonita, já super imagino uma capa de cd com ela. Resta saber se ela vai trilhar para esse cd ser algo bacana ou algum compilado de covers de baladas manjadas.
http://www.youtube.com/watch?v=sGxfyvy_Odg
Vendulka, Joelle, e agora Matt Gresham. Estou adorando que meus injustiçados do ano passado estão voltando ainda melhores para essa quinta temporada. Achei um absurdo Matt não ter ido para os live shows em 2012, e, mesmo quando Josh Brookes foi desclassificado e Mel B teve a chance de corrigir o erro que foi eliminá-lo, ela preferiu levar Carmelo Munzone ao invés da maravilhosa voz de Gresham. Adorei a escolha de “Ain’t No Sunshine”, acho que caiu perfeitamente pra ele, e a intensidade que ele conseguiu aplicar na letra da música ficou ótima. Fora isso, ele carrega uma vibe meio hippie, meio largadão que eu curto muito. Só não curti mesmo o visual de mendigo, mas isso aí é coisa para se resolver depois.
http://www.youtube.com/watch?v=7n3iVn1drNU
Jordan Rodrigues teve um dos piores desempenhos vocais dentre as audições exibidas. O garoto tem uma dificuldade enorme para atingir notas mais extensas ou altas – quando consegue – e foi bastante irregular durante toda a performance. Por que ele está aqui entre os hits, então? Porque ele é outro que eu aposto como 99,9% certo de ser encaixado nos grupos formados na próxima etapa da competição, devido ao seu carisma, seu visual e, claro, os passinhos de dança e o beatbox que, convenhamos, nesses sim o garoto manda bem.
Nesse episódio também tivemos um mini combo de rapazotes de cantoria regular, os quais provavelmente teremos esquecido até semana que vem, mas têm também chances de integrarem esses novos grupos.
http://www.youtube.com/watch?v=aID2uBfLdw0
Ia jogar Cat Vas na categoria dos flops até descobrir que ela tem 27 anos e faz parte da categoria dos Over’s, o que aumenta exponencialmente suas chances de ir mais longe. Considero “Unchained Melody” um clássico difícil de mexer e alterar, porém, embora a audição de Cat não tenha sido grandiosa em nenhum quesito, foi justamente na simplicidade que me conquistou. Adorei essa versão mais intimista, só no violão, e vejo grande potencial para que ela se desenvolva e cresça no programa.
http://www.youtube.com/watch?v=xTZrPCqnwIg
Meu coração até bate mais empolgado quando eu vejo uma girlband se apresentando, pelo simples fato de isso aumentar as chances de eu ter pelo menos um grupo feminino nos live shows e não passar de novo o que passei aturando Fortunate e What About Tonight em 2012. No caso do Element, há grande potencial: o visual do grupo é um urban muito bacana, as meninas são bonitas, tanto os vocais solos quanto as harmonias são razoavelmente bons – dá para melhorar em ambos os aspectos. Só duas coisas me assustam nesse conjunto: a primeira, essa diferença de idade entre elas – a mais nova tem 18 anos e a mais velha, 30; a segunda, é que elas me lembram muito o Gap 5, que foi um grande destaque das audições do X Factor New Zealand, porém acabaram não correspondendo às expectativas nos live shows e acabaram a competição apenas em 6º lugar. Tomara que a história não se repita.
http://www.youtube.com/watch?v=h-MWQYQ59tA
Sabe aquele jeitinho de cantor de cd natalino, que vai gravar um cd com covers de “All I Want For Christmas Is You” e derivadas, depois de conquistar a nação com seu vozeirão, sua história triste e cantar a mesma música durante semanas num programa de canto? Então, apresento a vocês Ofisa Toleafoa. A historinha dramática de “sou gay e vou cantar essa bela canção de Jennifer Hudson para que minha mãe sinta minha emoção através de minha voz” foi um pouco demais até para minha relativamente grande paciência. Para piorar, a audição dele para mim não passou de uma versão um pouco menos irritantemente berrada da audição do Jahmene Douglas na última edição do XF UK. Mas, se até aquela verdadeira metralhadora de gritos insuportáveis conseguiu terminar em segundo lugar e ainda colocar um cd no primeiro lugar entre os mais vendidos no Reino Unido semanas atrás, quem sou eu pra duvidar que Ofisa tem grandes chances de fazer o mesmo, né?


Vamos exercitar um pouco a memória: qual a primeira dupla de gêmeos que vem na sua cabeça quando se fala de X Factor? Exato, Jedward. Para você ir longe com seu irmãozinho nesse programa, você tem que ter o Bagaceira Factor. Mesmo se puxarmos um pouco mais nas nossas lembranças só vamos achar o Same Difference nessa mesma categoria, e eles também nem eram levados 100% a sério, embora fossem infinitamente mais talentosos que os anteriores. E é aí que mora o erro de The Royce Twins. Parece que eles querem ser uma dupla séria, mas a postura de palco deles é tão ruim que eu me peguei rindo no meio da música. Gostei da voz do irmão de jaqueta, e acredito até que possam separar os dois e jogá-lo numa boyband, embora isso seja difícil considerando a idade deles. Mas, juntos, acho quase impossível. Eles têm uma sintonia vocal aceitável, mas dar um jeito nessa stage presence parece trabalhoso demais.

O que dá o cruzamento de Rylan Clark (XF UK 2012) com Vince Kidd (The Voice UK 2012)? Noa. E não digo isso como uma tentativa de ser engraçado, eu realmente vejo Noa como uma união de características distintas desses dois candidatos que citei. Qualidade vocal vem de Rylan, ou seja, bastante questionável. Mas para compensar ele tem, de Vince, um visual notório, a escolha certa de estilo a seguir e, claro, a cabeleira. Adorei a audição do Noa, achei super divertida, e curti muito esse rap de autoria própria que ele colocou na música. Mas, infelizmente, considerando o histórico dos Top 12’s da Austrália, as chances de ele chegar aos live shows são bem pequenas, e nem perfil de boyband ele tem, o que me faz achar muito difícil que ele seja encaixado em algum dos grupos montados no Bootcamp.

Aaliyah Warren tem um timbre bonitinho, embora seja um tanto quanto “comum”. Ela fez uma boa audição, mas vou ter que fazer coro a Ronan dessa vez. Não a vejo preparada ainda para encarar essa competição, principalmente competindo com o nível das outras meninas que disputariam com ela na categoria Girls. O pior de tudo é essa ideia de girico da Dannii de colocar ela em um grupo. Dannii, tire essa titica da sua cabeça AGORA! Eu não tenho paciência para aguentar outro Fifth Harmony tão cedo.

A audição de Adam O’brien até me surpreendeu, eu realmente não esperava que ele fosse bem cantando “Fallin’” da Alicia Keys, mas acabei tomando um tapa na cara quando ele acertou aqueles agudos durante a música. Mas ok, passada a surpresa, uma pergunta pairou na minha cabeça: eu vejo esse cara no mesmo nível dos outros boys que já foram classificados para a próxima fase? Não. A não ser que Adam surpreenda muito, mas muito mesmo, acredito serem quase nulas as chances dele diante dos seus concorrentes.
http://www.youtube.com/watch?v=MuHs_aoHgAo
Tive que abrir uma exceção no meu padrão de não postar os vídeos das audições da categoria flop para Hayley Sillar, só pela imensa cara de pau dessa menina. Primeiramente, ela escolhe uma música da Christina Aguilera que ninguém ali na plateia deveria conhecer, só para poder sensualizar como se o mundo fosse acabar amanhã. Depois, por admitir na lata que se considera uma versão feminina de Johnny Ruffo, da season 3. Hayley, não se começa fazendo uma afirmação dessas, minha filha. O trauma que eu tenho do fato de Johnny ter sido arrastado até a final daquela temporada é quase tão grande quanto o que eu tenho de Shiane. E é claro que por último, mas não menos importante, a cara de pau de não estar nem aí para o que o público vai achar dela. Ela tem autoconfiança de sobra e não faz questão de esconder isso.
Veja bem, é importante lembrar que nem sempre quem eu coloco na categoria de possíveis flops está aqui porque eu não simpatizei com o candidato. Eu simplesmente AMARIA ter alguém que como Hayley indo talvez até a grande final, já que a menina é praticamente uma nova Goldie Cheung, só que, ao contrário da candidata da oitava temporada do XF UK, Hayley é linda não só por dentro, mas por fora também. É realmente uma pena saber que as chances da garota continuar rebolando como se sua vida dependesse disso e, quem sabe, até fazer uma releitura da inesquecível “Feeling Good” no piano, são mínimas.

http://www.youtube.com/watch?v=3HxzbyF4Lzg
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA COMO NÃO AMAR ESSA CRIATURA?
E, com isso, as audições se encerram no XF AU e semana que vem já tem Bootcamp, minha fase “pré-live shows” favorita no programa. Eu adoro esse ritmo acelerado do programa, e o fato de focarem em quem realmente interessa, ou seja, todos que chegaram até as Judge’s Homes devem ter tido suas audições exibidas, me faz admirar ainda mais a qualidade da edição do XF AU, que dispensa enrolação e candidatos desnecessários.
Minha única crítica é essa mania ficar repetindo draminhas que acontecem nessa fase. Ano passado, vimos aquela cena de Adil tendo um meltdown no mínimo umas quinhentas vezes, e, pelos previews, já peço que se preparem para ver essa do Jai errando a música um repetidas vezes. E o pior de tudo: essas cenas são acrescidas de um efeito dramático totalmente exagerado e ridículo, afinal, todos nós sabemos que isso aí acaba não causando nada. Em 2012 Adil e Bella tropeçaram no Bootcamp, a edição fez esse mesmo escarcéu e os dois avançaram. Alguém duvida que vai acontecer a mesma coisa com Jai?
E por falar nisso, como prometido no início da review, vou fazer as minhas apostas de quem deve sobreviver ao Bootcamp e quem serão os mentores de cada categoria, o que será revelado na semana que vem. Vamos lá:
# BOYS

Georgie Bannard | Jai Waetford | Matt Gresham | Mitchell Thompson | Ofisa Toleafoa | Taylor Henderson
MENTOR: RONAN
# GIRLS

Dami Im | Ellie Lovegrove | Jiordan Tolli | Joelle | Riv Ngwenya | Vendulka
MENTOR: DANNII
# GROUPS

Adira-Belle | Element | JTR | Straight Up | New Group: Omar Dean, Jordan Rodrigues, Fabian Andres, Nick Tabone | New Group: Kelebek, Georgina Mastin
MENTOR: REDFOO
# OVER 25’s

Barry Southgate | Cat Vas | David McCallum | Gemma Thorpe | Michael Ross | Rohan Herring
MENTOR: NATALIE
Semana que vem tem Bootcamp. Já estou no aguardo dos desentendimentos na preparação para a apresentação em grupo, das pessoas esquecendo a letra da música e da formação dos novos grupos. Façam aí também suas apostas. Qual mentor vocês acham que vai pegar cada categoria? Será que algum deles terá uma reação tão deliciosa quanto cena do ataque psicótico de L.A. Reid com direito a repetidas batidas de telefone no gancho? Ou será que teremos uma reação ainda mais saborosa? Algum favorito vai rodar semana que vem? Quem vai esquecer a letra no meio da group performance e causar um desastre tão grande quanto um descarrilamento de trem? Quem vai fazer a melhor cara de desgosto quando descobrir que só vai adiante se topar fazer parte de um grupo só com pessoas que ele(a) detesta?
Até a próxima semana!














