Bem, pessoal, chegamos ao episódio 20 da terceira temporada de Shadowhunters. City of Glass foi um episódio bem emblemático porque ele seria apenas o season finale dessa temporada, porém, com a notícia repentina sobre o cancelamento dessa adaptação televisiva tudo mudou e, aquele cliffhanger do final do episódio passou a ser a mola motriz do telefilme que finalizará a trajetória da série na próxima semana. Confesso que fiquei bem triste quando recebi a notícia sobre o cancelamento de Shadowhunters, faço parte do time que acha que a série ainda teria muita lenha para queimar, mas depois que aceitei o fato como realidade, a única coisa que passei a desejar foi um encerramento digno para a minha série. Esse texto, além de trazer a costumeira resenha sobre o episódio da semana, serve também como uma espécie de apanhado sobre a trajetória de Shadowhunters durante essas três temporadas aqui no SM e é também o início da minha despedida da cobertura dessa série deliciosa.
Aqui vocês tiveram a possibilidade de acompanhar, inicialmente, os textos do Vinicius Fernandes, que nunca tinha lido os livros da Cassandra Claire e, por isso, como ele mesmo disse nas suas primeiras impressões sobre Shadowhunters, isso o ajudou a ver a adaptação televisiva sem tomar conclusões precipitadas, sem julgá-la enquanto série de TV, sem questionar se ela era ou não uma boa adaptação, se seguia fielmente ou não a obra literária que lhe serviu de inspiração. E foi assim durante as duas primeiras temporadas, Vinny, de forma impecável e isenta fez a cobertura de Shadowhunters, contando sempre com os esclarecimentos precisos de vocês, leitores que sempre trouxeram uma contribuição, uma comparação com os livros da Cassie ou um elogio a bela escrita do nosso amigo resenhista. Daí chegou o momento em que ele ficou impossibilitado de continuar a cobertura de Shadowhunters e, como somos amigos, (ele sabia o quanto eu sou fã dessa saga) o bastão foi passado para minha pessoa. A nossa série não podia ficar sem uma cobertura apropriada aqui no SM, casa dos Shadowfans.
Assumi os textos de Shadowhunters a partir da terceira temporada e, de lá para cá, tem sido uma experiencia incrível a cada semana, junto de vocês, leitores ávidos, críticos, embasados e sempre gentis e amorosos para comigo. Ao contrário do Vinny, li todos os livros e, apesar disso, decidi fazer as resenhas menos comparativas e mais emocionais (sou emoção da cabeça aos pés), afinal, não sou uma fã purista, daqueles que acham que toda adaptação tem que ser idêntica a obra original, pelo contrário, acredito que essas adaptações tem que ter certas licenças e criar outras tantas possibilidades dentro da sua liberdade criativa. Onde estaria o fator surpresa se fosse tudo idêntico ao proposto nos livros? O problema dessas tais licenças é que Shadowhunters ao longo dessas três temporadas abusou demais e acabou criando praticamente um material novo em cima do proposto na obra original. Isso é ruim? Não, não é uma coisa totalmente ruim! Mas também não é tão bom assim! Muitas vezes fiquei feliz por me surpreender com certas inovações (vide a linda história construída para Maryse), mas outras tantas vezes fiquei bem frustrada e chateada com o rumo que as coisas levaram (estou falando do casal Sizzy, me julguem!).
A temporada 3B foi (já posso falara no passado, já que só falta o telefilme) atípica e bem abaixo das minhas expectativas. Não sei se essa bagunça toda envolvendo cancelamento, regravações e produção de um fechamento instantâneo em forma de telefilme arrastou Shadowhunters para uma temporada tão insonsa quanto essa 3B. Alguns episódios foram arrastados, cansativos e não tiveram conexão alguma com a trama central. O antagonista da temporada, apesar de todos os esforços do ator Luke Baines para entregar uma boa versão de Jonathan, não emplacou como deveria. Muitas vezes ele estava ali como mais um dos seguidores de Clary (quase subjugado pelos caprichos da irmã) do que como o vilão com um proposito e um ideal. Senti falta realmente de um objetivo mais claro para Jonathan, que ficou boa parte dessa 3B apaixonado por Clary, fazendo quase nada. Senti mais firmeza vindo de Asmodeus que dele. Muitos personagens ficaram soltos (Maia e Jordan), desvinculados de uma trama interessante (Luke, Jace e Raphael), inexplicavelmente desaparecidos (Lilith e Caim) ou foram introduzidos de forma apressada e desorganizada (Helen e Aline). Por outro lado, Malec levou boa parte da temporada nas costas, com muito drama desnecessário e uma superexposição que quase saturou o casal, exposição que não souberam/quiseram fazer com Clace ou Sizzy. Apesar de toda essa digressão em torno de uma série que não é unanimidade junto à base de fãs de ‘Os Instrumentos Mortais’, tenho que admitir que tanto eu quanto o Vinny, fomos honrados com a possibilidade de escrevermos aqui no SM resenhas sobre uma saga tão interessante, envolvente e representativa quanto essa. A série cresceu, amadureceu, tropeçou muitas vezes, se recuperou algumas outras vezes, nas fez rir e chorar, tomou caminhos questionáveis… mas nos mostrou ao longo dessas três temporadas que, apesar das diferenças, (etnia, clã, mundos, gêneros…) podemos conviver juntos, compartilhando experiencias e celebrando o amor.
‘Nós éramos de mundos separados
Então eu caí das estrelas
Eu viajei muito e viajei muito
Então profundamente no escuro
Segui uma faísca
E isso levou direto ao seu coração…’
Bridges – Aisha Badru

City of Glass, no meu ponto de vista, foi um episódio corrido, com soluções óbvias e embates com pouca agilidade. Não acho que o episódio foi um desperdício de tempo, muito pelo contrário, algumas coisas muito boas aconteceram e pendências foram solucionadas, porém, o ar de urgência e perigo, que deveriam ser a tônica dessa fase, foi substituído por presa e desorganização. Vamos por partes para que vocês possam entender o meu ponto de vista, apesar de já ter explicando no texto introdutório boa parte da minha perspectiva sobre essa temporada 3B, creio que vale destrinchar os detalhes de City of Glass que o tornaram um episódio bastante irregular e aquém das minhas perspectivas.
Para começo de conversa, o sequestro da Rainha Seelie Amara no episódio anterior foi bem fraquinho e, lá no cativeiro, a situação também não foi muito crível. A Rainha é temida por todos por causa da sua sagacidade, do seu constante jogo de palavras e por dominar um território onírico mágico desconhecido da maioria. Ser dominada dessa forma por Jonathan e Clary sem revide ou qualquer truque foi bem decepcionante. Foi bem irônico ver Meliorn responsabilizando Jace pelo atentado na boate em Praga quando na verdade há bem pouco tempo atrás a própria Rainha Seelie, dentro da sua corte, esteve negociando com Jonathan e barganhando a troca da espada pela cabeça de Lilith em uma bandeja. Ou seja, não adianta querer responsabilizar Jace pelo sequestro da Rainha, quando os próprios Seelies abriram as portas para que Jonathan entrasse. Foi bom que no final Meliorn meio que ajudou Jace e o pessoal do Instituto a terem passagem livre pelos portões do Reino. O Fogo Celestial foi o grande entrave para que Luke e Simon, submundanos, pudessem participar da emboscada armada por Jace. Fico pensativa quando vejo situações apressadas sendo jogadas na minha cara, como foi o caso da ida de Simon para a Corte Seelie mesmo sabendo que corria real risco de morte. Não acredito que os roteiristas tenham criado essa situação por causa da veneração que o vampiro diurno tem por Clary, tenho certeza que todo esse plot foi criado para que ele pudesse se aproximar um pouco mais de Izzy, coisa que não foi feita durante três longas temporadas.

Ainda no Instituto, Maryse confrontou Alec sobre a falta de notícias sobre o anel da família Lightwood e sobre o pedido de casamento que o filho faria para Magnus durante o jantar. Alec, como sempre, se mostrou reativo devolvendo o anel para a sua mãe. Aí é que entram as conveniências de roteiro e as soluções óbvias construídas pelos roteiristas. Maryse, como quem não queria nada foi ao antigo loft de Magnus, mesmo sabendo que o feiticeiro não mora mais lá, procurar informações com Lorenzo sobre o paradeiro do namorado do filho. Não teria sido mais simples ela ter telefonado para Catarina, melhor amiga de Magnus? Levando em consideração que Maryse não é próxima de Lorenzo, estranho por estranho, ao menos seria mais interessante perguntar para uma amiga próxima de Magnus sobre o seu paradeiro. Ou então ela poderia pedir a ajuda de Luke, que é detetive da polícia e submundano, para rastrear o feiticeiro. Mas tudo bem, eu amo essa nova versão da Mama Lightwood e vou defendê-la sim. Graças ao anjo, Maryse, matou a charada e fez Magnus compreender que o retorno da sua magia e o fim do seu relacionamento tinham uma conexão direta com a volta do seu pai. Amém, Maryse, você salvou o nosso casal e de quebra ainda disse a Magnus que o amava. Então, apesar das conveniências, a gente finge que não vê e tudo fica certo no final!
Asmodeus dando um pretzel para Magnus foi a coisa mais engraçada desse episódio (depois da pesquisa de Aline e Helen, claro!), mas o curioso dessa situação é que acho que o Príncipe do Inferno realmente queria impressionar Magnus obtendo o seu apartamento de volta e humilhando Lorenzo. Talvez Asmodeus realmente não saiba ou não queira usar outros métodos que não sejam os da subjugação através do seu poder desmedido, ele está acostumado a ser o Príncipe do Inferno durante a sua longa existência e não vê a necessidade de ser bom, de ajudar os outros ou fazer as cosias sem barganhar. O fato é que ele obteve o apartamento de Magnus de volta após humilhar Lorenzo e transformá-lo em um réptil. Até achei a cena engraçada, mas fiquei com pena do embuste do Alto Feiticeiro, principalmente quando lembro que ele foi solidário à causa de Alec ao retirar a magia que estava infectando o organismo de Magnus. Não sou tão radical com personagens e sempre acho que da mesma forma que eles as vezes estão gravitando no lado sombrio da força, é possível que em algum momento esse ou aquele personagem possa oscilar para o lado mais clarificador dessa mesma força. Após os devidos esclarecimentos promovidos por Maryse, Magnus retornou para o loft pronto para o embate com o seu pai. Já falei no texto anterior o quanto gostei da interação entre Magnus e Asmodeus, até me atrevo a dizer que o Príncipe do inferno teria sido uma melhor escolha de antagonista para essa segunda metade de temporada do que Jonathan, da forma fraca que ele foi construído, é claro! Achei incrível o embate entre pai e filho, Asmodeus lembrou a Magnus que ambos são de linhagem da realeza infernal e que possuem magia imperial capaz de proezas inimagináveis quando estão em Edom. Asmodeus citou com exemplo o fato dele ter conseguido aprisionar Lilith conjugando a sua magia com a do filho , por isso, ele não consegue entender porque Magnus se apega tanto a coisas mundanas – como a sua relação com Alec –, ao invés de se vincular a ele e viverem uma vida gloriosa nas entranhas de Edom. Essa conversa alertou Magnus sobre a possibilidade de ele ter o controle de todo o plano demoníaco quando em Edom e isso foi o bastante para que mais tarde ele decidisse se sacrificar para salvar a todos. Magnus aprisionou o pai no limbo e ponto final. Se vale aqui uma menção, Harry e Jack Yang ficam muito bem em cena, não só pela beleza física e pela plasticidade dos dois interpretando feiticeiros de alto gabarito, como também pelo bom trabalho técnico desenvolvido por eles. Querem química? Basta olhar para esses dois em cana.
Sobre o plot de Luke junto ao pessoal do Praetor Lupus fiquei com a sensação de que essa história ainda teria muito para ser mostrado. Luke é bem assertivo naquilo que precisa ser feito, porém, ele tem um enorme coração e transita em quase todos os núcleos mostrando interesse pelos problemas de todos. Vide o caso de Maia e o soro curativo, onde Luke foi até a loba e de forma cautelosa obteve a amostra das mãos da moça. Por isso achei que Simon mandou muito mal ao questionar a decisão de Luke de partir para uma missão solo ao invés de ir para uma missão suicida de pretenso resgate de Clary. Acho que não há alguém que ame mais Clary que Luke (sua mãe não conta, Jocelyn está morta), daí de forma imprudente, Simon, ao invés de deixar esse assunto nas mãos dos Nephilins decidiu fazer sua própria emboscada e ainda queria contar com o apoio de Luke? Fiquei chateada com essa atitude dele. Se observarmos, a presença dele no campo de batalha não acrescentou muita coisa ao combate, aliás, Izzy acabou se ferindo para protegê-lo.
A batalha em território Seelie foi interessante, mas eu esperava um embate de espadas entre Jace e Jonathan e não entre Izzy e Clary. Ambos foram treinados por Valentine e possuem a essência de combate do vilão. Jace é um dos melhores caçadores do Instituto e Jonathan é o melhor da sua geração, esse era um embate físico que eu gostaria de ter visto. Não é desmerecendo a luta de Clary e Izzy, eu gosto muito da performance física delas duas, mas nesse caso específico, achei a luta bem fraquinha e, de certa forma, retirou um pouco o clima de urgência e perigo que falei mais acima. Terem separado o grupo também não foi uma das decisões mais acertadas, queria que a ascensão demoníaca de Jonathan com aquelas asas negras tivesse sido testemunhada por todos os presentes, mas infelizmente não aconteceu. Mas isso é só o meu coração guerreiro que adora uma batalha avassaladora reclamando. Adorei ver a Clary movendo o apartamento interdimensional para Alicante. Aliás, gosto muito dessa versão de Alicante mostrada em Shadowhunters, gosto até das Torres Demoníacas, que são torres altas que circundam a cidade de Alicante, em Idris. Elas ajudam a controlar e apoiar as barreiras e fornecer o principal sistema de defesa da cidade contra os demônios. A aparência vítrea dessas torres ajudou a derivação do nome da cidade para Cidade de Vidro. Senti verdade nas palavras de Clary para Jonathan, a moça realmente conseguiu ver uma possibilidade de redenção e de bondade no coração do irmão, por isso, os seus argumentos foram amorosos e compreensivos. Embora Clary tenha demostrado todo esse amor por Jonathan, isso não foi o bastante para o rapaz, ele queria Clary em todos os sentidos e a percepção de que isso nunca iria acontecer o deixou mais irritado e descontrolado que antes. Tenho certeza que Jonathan vai voltar no telefilme mais transtornado e louco do que já vimos até aqui. Antes ele tinha Clary para pautar as suas ações, agora, liberto desse compromisso, nada mais o prende e ele se sente isento para fazer o que quiser. Achei impecável a cena de Clary e Jace naquele que parecia ser o final de caminho para ambos. Sei que reclamei horrores da devoção cega que Jace concede a Clary, mas sei que tudo que ele faz é movido pelo amor, esse amor é tão forte que o fez golpear Clary com a espada para libertá-la da Runa de Geminação Demoníaca. Espero um final feliz para os dois.
Foi bem triste a morte de Jordan, sei que estava chateada com Maia por causa da atitude egoísta que ele teve no episódio anterior, mesmo assim ainda gosto da personagem e sou solidaria aos seus sofrimentos, sabia que o destino do antigo Praetor era a morte certa, mesmo assim não deixei de ficar triste. A cena foi muito tocante e o casal retornou ao local ode tudo começou para eles, foi bem digno da parte de Maia se recusar em usar o soro, afinal, recomeçar do zero e negar toda a sua história com Jordan jamais apagaria todo o caminho feito por ela. As vezes a jornada é bem mais importante que o ponto de chegada.

Vai ter casamento Malec sim! Honestamente preferia que o pedido de casamento tivesse partido de Alec ao invés de Magnus, porque creio que isso fecharia a grande trajetória trilhada pelo arqueiro durante essas três temporadas. Se fizermos um retrospecto vamos observar que Alec era fechado, tinha baixa autoestima, não se aceitava, vivia irritado, acreditava cegamente nas diretrizes da Clave, achava que nunca conseguiria o que queria em se tratando de relacionamentos e por isso se mantinha afastado de possíveis interesses amorosos, ele sempre tentava agradar aos seus pais e familiares a ponto de propor casamento a Lydia mesmo sem amá-la, a partir do momento que ele conheceu Magnus, o mundo se descortinou aos seus olhos, ele passou a se aceitar, conheceu o que é amar e ser amado plenamente, se transformou no líder seguro e confiante que o Instituto necessitava e passou a considerar a possibilidade de se casar por amor e de constituir uma família com um feiticeiro, algo inimaginável para um Shadowhunter. Por todas essas razões acho que a cereja do bolo seria se o pedido partisse dele, embora entenda que o show optou por Magnus fazendo a proposta para nos mostrar como uma pessoa que não acreditava na instituição casamento e que viveu séculos de frivolidades e excessos pode mudar a ponto de querer se casar e fixar raízes. Magnus viveu os seus piores momentos nos últimos episódios, saber a verdade sobre o acordo de Alec com Asmodeus através da astuta Maryse (Maryse rainha, nunca critiquei!) foi o refresco que o feiticeiro necessitava para recobrar a sua sanidade e retomar o controle da sua narrativa e, talvez, olhando por esse lado faz sentido que a iniciativa – que tem sempre partido de Alec – ficasse por conta de Magnus dessa vez.

Deixando as críticas de lado, tudo o que eu queria nesse finale era a certeza que teríamos casamento Malec, por isso, esse pedido foi lindíssimo e me encheu de alegria. Sei que reclamei várias vezes sobre o excesso de drama que recaiu sobre esse casal, mas esse pedido em meio a um apocalipse demoníaco foi a coisa mais dramaticamente linda desse mundo. Todas as grandes explicações sobre o acordo de Alec com Asmodeus foram suprimidas por um beijo, achei bem coerente partindo de um casal que se ama tanto e que só estava separado por conta das circunstâncias. A troca de alianças foi uma cena emocionante e bem suave, amei que tanto Alec quanto Magnus ficaram bem tímidos nessa hora, como se nem eles estivessem acreditando no que estavam fazendo (imagina nós que esperamos três temporadas?) e, a melhor parte, é que estavam ali presentes como testemunhas as principais pessoas que acompanharam e apoiaram essa história desde o seu início. É uma pena que esses roteiristas sempre decidem sacrificar Magnus quando a situação fica tensa, lembremos que o feiticeiro recentemente foi para Edom para salvar Jace e acabou perdendo os seus poderes durante uma barganha, o que o quebrou, agora, após o seu lindo noivado, mais uma vez Magnus assume a função de salvador de todos e se desloca para Edom com a função de fechar o rasgo entre ambos os planos. Implicitamente fico claro que essa é uma viagem só de ida, não há garantias de volta.
Claro que esse plot não me agrada! Com tantos seres nesse universo de sombras, com tanta gente competente em Alicante, mas no final sempre tem que ser Magnus o sacrifício do dia? Alec ficou devastado, como era de se esperar. Recebeu o importante apoio de Jace, de Clary e de Izzy, mas não resistiu e foi às lagrimas por causa do futuro incerto do seu noivo – estou adorando usar esse substantivo aqui no texto -, mas tenho certeza que Alec vai mover céus, terras e o próprio inferno para trazer Magnus de volta para os seus braços.
> GAME OF THRONES: HOJE NÃO! (Comentários do episódio 8×03)!
O que esperar desse telefilme? Jonathan convocou o exército de demônios, mas o rasgo interdimensional foi fechado por Magnus, qual será a próxima cartada do irmão de Clary? Lorenza está em uma forma não humana (acho que é um lagarto, né?), como ele será salvo? Será que Alec em visita ao apartamento de Magnus vai desvendar esse mistério e retribuirá o favor que o feiticeiro lhe fez dias atrás? Magnus em Edom certamente vai se encontrar com Lilith em algum momento, serão aliados ou inimigos dessa vez? Asmodeus ainda aparecerá? Não vou mentir, queria que o pai demoníaco de Magnus aparecesse novamente e visse que o retorno da inteireza da alma do filho foi mais pela sua volta com Alec do que somente pela devolução da sua magia! Maryse e Luke irão se acertar? Vai ter casamento Malec, sim ou com certeza?! Clare e Jace vão ter o happy end deles? Sizzy vai ter primeiro beijo ou vai ficar no quase mesmo? Helen e Aline vão continuar fazendo pesquisa em Alicante? É uma pena que essas duas personagens tenham sido inseridas tão tardiamente em Shadowhunters. Maia assumiu a matilha, virou alfa, mas e o clã dos vampiros, quem vai assumir? Será que vai sobrar para Simon? Raphael, onde andará? E o soro, qual será o destino dele? Será que Luke vai fazer uso desse soro e viver uma vida mundana com Maryse? Muitas dúvidas que necessitam de respostas em um telefilme de pouco mais de duas horas.
Nos veremos na próxima semana para a caçada final!
Outras Informações!
Harry Shum Jr. – Os parabéns vão para o Harry! Dia 28/04 foi o aniversário do talentoso Harry Shum Jr., o nosso feiticeiro fez 37 aninhos de puro talento.
Link da música Bridges da Aisha Badru, tema das cenas finais de City of Glass.













![Shadowhunters 3×21/22: Alliance/All Good Things… [Series Finale]](https://seriemaniacos.tv/wp-content/uploads/2019/05/Shadowhunters-3x21-218x150.jpg)
