
A vida dos ricos empresários de Dallas e de suas dedicadas esposas não é nada fácil! Mas, enquanto isso, um dos personagens principais desta edição se destaca.
Spoilers Abaixo:
O estado do Texas nos Estados Unidos é um dos mais importantes na parte sul do país. Sua economia é a segunda que mais movimenta dinheiro por lá, ficando atrás apenas da California. Isso devido, principalmente, ao negócio de energia onde a produção de petróleo se destaca. Com isso, só queria comprovar que lá, especialmente no grande centro econômico de Dallas, está cheio de pessoas podres de ricas. Desde aqueles caubóis que ainda andam de chapéu e fivela até os garotões que andam de suéter com suas esposas de cabelos armados cheios de laquê. No Texas, o petróleo fez mega milionários.
E quando você tem muito dinheiro, você tem sempre que procurar novas maneiras de gastá-lo. Então achei interessante essa modalidade de jantar progressivo, onde várias pessoas de uma mesma vizinhança se juntam e comem cada prato de uma refeição em uma casa diferente. Aqui, o jantar progressivo foi composto de três pratos (entrada, prato principal e sobremesa) e o evento rolou em Highland Park que é um dos distritos mais ricos dos EUA. Ou seja, são pessoas acostumados a comer sempre do melhor e do mais caro. Nada mais desafiador para uma prova de eliminação, não é?
Mais antes de entrar nesta parte do programa, vamos dar um passo pra trás e falar um pouco do desafio relâmpago. Os chefs tiveram que cozinhar com limitação de suprimentos, estrutura e utensílios. Ao mesmo tempo em que acho esse tipo de desafio exagerado, também acredito que podem sair umas coisas bem interessantes daí. Mas bem, a vencedora foi a loirinha testuda, que ganhou imunidade e um bom dinheiro, graças às salsichas em conserva. Mas o mais importante em todo esse desafio foi perceber que meu personagem favorito desta temporada já surgiu: Ed Lee, o japa-enxaqueca. Os seus ataques de rabugice foram impagáveis! Reclamou de dores nas costas, da falta de estrutura, do fato da testuda ter ganhado e não ele, do gosto dos anfitriões do jantar progressivo. Japa-enxaqueca é o cara!
Voltando ao jantar dos podres de ricos, vimos o lamento dos escolhidos para o grupo da sobremesa, já que esse é o bicho-papão de todos os “Top Chef”. Mas no fim das contas, apenas o Chris C., o boa pinta ex-gordo, fez uma sobremesa ruim e foi pro grupo dos piores. Falando no prato dele, que bagunça era aquela? Eu olhava pra aquilo e não acreditava no que estava vendo. Desastre total e não me surpreenderia que ele saísse. Já o Chris J., que já se auto-apelidou de Chris feio, foi muito criativo. A entrada em forma de charuto foi uma ideia genial, mas pena que não se adequava ao que ocasião pedia e pelo que parece também não atingiu um patamar ideal de sabores. Mas, no fim das contas, o desafio teve o Paul como vencedor (couve de bruxelas fritas e prosciutto grelhado), que mais uma vez mostra que é um dos favoritos, e teve o Chuy como eliminado. O baixinho contador de histórias serviu um salmão, que passou do ponto, recheado com queijo de cabra e não agradou ninguém. Caiu na armadilha do peixe, pois esta proteína, quando passa do ponto, fica seca e perde a maior e melhor de suas características que é exatamente a suavidade.
Restam 13 chefs agora e o programa continua empolgando. E algum de vocês já tem seus favoritos? Nem preciso dizer quais são os meus, né?
Em Tempo de Medo: O juiz convidado dessa semana foi especialmente assustador. Com seu bronzeado artificial, cabelo esvoaçante e seu sorriso tão quimicamente branqueado que chegava a cegar, John Besh pode ter pinta de galã nos EUA, mas sua aparição me deu uma “bad trip” do caramba.
Em Tempo de Dúvidas Básicas: O que essa Whitney ainda faz aí?
Em Tempo de Last Chance Kitchen: O eliminado deste episódio, o duende Chuy, enfrentou o gigante Keith, que já tinha vencido dois ex-concorrentes nesta repescagem. Cada um deles ganhou uma peça inteira de costelas de boi e tiveram que transformar o produto em cinco filés, cozinhando-os no ponto perfeito para o julgamento de Tom Colicchio. E desta vez, o gigante gentil não conseguiu superar o baixinho falante e foi mandado pra casa, deixando Chuy vivo no jogo.
Em Tempo de Frase do Japa-Enxaqueca: “Esse sanduíche devia estar muito bom, porque parecia tão seco quanto a terra do Texas sobre a qual estamos pisando”.










