Uma homenagem a uma lenda.
Depois do desastre da semana passada, com um dos piores “Live Shows” da história, o The X Factor UK apresenta uma boa semana, com boas apresentações e excelentes convidados especiais. Nem parece o mesmo programa da semana passada. Ainda que a qualidade tenha melhorado, a temporada se aproxima do fim e, honestamente, é difícil querer apontar um vencedor merecedor visto que não há ninguém indubitavelmente inquestionável, apesar de termos favoritos muito bem definidos e personagens favorecidos empurrados pela produção que deverão, inevitavelmente, chegar à final arrastados.
Mas antes disso, temos que reconhecer que o programa pelo menos se esforçou. Esta semana, os participantes dedicaram-se às canções da discografia icônica de George Michael, um dos mais bem-sucedidos artistas de todos os tempos, encontrado morto por causas naturais em seu apartamento no Natal de 2016. Como artistas convidados, tivemos o ex-One Direction Harry Styles cantando seu hino “Kiwi”, na melhor apresentação da temporada, e a vencedora do BRIT Awards e excelente cantora Paloma Faith, interpretando “Guilty”, canção co-escrita pela primeira, única e verdadeira artista compositora deste programa, Ella Henderson (dá vontade, né Rak-Su? Né Grace?).
Semana passada foi anunciado que teríamos uma eliminação dupla em cada uma das noites, mas como Simon Cowell aprendeu com Silvio Santos que ele pode mudar as regras a seu bel prazer, as eliminações duplas foram canceladas nesta semana, mas não se preocupem que semana que vem o massacre está garantido. A não ser que Simon dê uma de Silvio Santos novamente.
Dito isto, seguimos com a sempre muito importante parte deste texto ao qual falamos mal de todo mundo a favor do entretenimento de nosso leitor, digo, vamos aos destaques e apresentações deste final de semana.
AQUELE 1% VAGABUNDO
Normalmente eu sempre deixo Matt Linnen por último porque eu não me importo com o que ele faz no palco e sempre acho que suas apresentações são ruins, essa semana não é muito diferente, embora ao invés de encerrar o texto falando dele, começaremos falando dele. Cantando a música mais tocada de dez entre dez motéis no Brasil, “Careless Whisper”, Matt faz sua melhor apresentação na temporada – o que não significa que não tenha seus (muitos) problemas. A mudança no arranjo transforma a música em mais atual e mais contemporânea, embora deixe-a com cara de qualquer apresentação do James Arthur. Em 2012,James fez isso a temporada inteira, pegava uma música, botava um arranjo que casava bem com seu tom de voz rouco e sobrevivia (até o famigerado “bottom” contra Ella e o resto é história). Matt segue a cartilha, mesmo tendo uma voz bem menos encorpada e com menos volume que James, assim sendo sempre engolido por arranjos que ficam maiores que ele. Diferente de James, Matt tem zero controle de palco e suas apresentações são sempre desastrosas visualmente, mesmo quando a produção monta uma orgia dentro de uma caixa para ajudá-lo como foi na semana passada. Se eu tenho James Arthur, um artista pronto, competente e autoral, que tem vendido singles que nem água no trânsito das Marginais na capital paulista, porque eu iria querer ou endossar um candidato genérico que só está no programa pela cota da beleza?
Porque a beleza de verdade está no verdadeiro “homão” da temporada, Kevin Davy White, que entrega pela segunda semana seguida a melhor apresentação (entre os competidores, registra-se, em geral este título ainda pertence à, quem diria, Harry Styles) da semana. Eu já começo polemizando dizendo que não gosto desta versão lenta de “Fastlove”, similar à que Adele fez no Grammy Awards deste ano, mas Kevin é extremamente competente e, sozinho, consegue impor mais emoção nesta interpretação do que todos os seus adversários entre os dois dias juntos. Kevin tem um talento incrível e consegue se conectar à canção e nos fazer se conectar a ele, transmitindo verdade e sentimento de forma genuína. Entretanto, eu estou preocupado. Dermot O’Leary anunciou que Kevin venceu o sábado, nenhuma surpresa nisso, mas por menos de 1% de diferença para o segundo colocado, mesmo com Kevin estando há milhas de distância em qualidade entre seus adversários. Se Kevin, em seu melhor, consegue estar apenas a 1% de vantagem à frente, mostra como seu apoio é muito frágil, e se considerarmos que ele tem o fator estrangeiro jogando contra contra si e não seja lucrativo sob a perspectiva comercial, eu começo a questionar se é do interesse da produção mantê-lo. Eu imaginei que ele sofreria alguma sabotagem depois de derrotar os favoritos (da produção e do mercado de apostas) Rak-Su na “Prize Fight” da semana passada, mas fez sentido ver que a produção deu mais uma semana de paz para ele, porque, afinal, poderia ser visto de forma negativa sabotá-lo logo após uma vitória, mas semana que vem a coisa muda de figura.
UM POUCO DE FÉ
Os fóruns do programa no Reino Unido e as caixas de comentários de sites como Sofabet, por exemplo, passaram o sábado se questionando sobre quem poderia ter ficado atrás de Kevin por menos de 1%, mas eu não vejo outra possibilidade a não ser Rak-Su. Depois de tanto apoio da produção, me parece naturalmente aceitável que a este ponto da competição Rak-Su já tenha uma boa base de votos, mesmo que sua interpretação para “Faith” não seja sua melhor apresentação. Eu, particularmente, não gosto quando utilizam de uma canção extremamente famosa para muito mais samplear do que, de fato, fazer um cover. Entendo que o tema estava completamente fora da zona de conforto do grupo e a necessidade de trazê-la mais para seu estilo, mas utilizar linhas como “Netflix and chill” em uma canção como esta é quase inaceitável. No mais, eu não me incomodei com a performance, embora quase não existisse harmonia, ou que não tenham sido ajudados pela base e que seguimos achando que Mustafa não colabora em nada, que Jamaal é um cantor apenas razoável, e que Myles e Ashley seguram o grupo com rap que parece sempre a mesma coisa. Voltando à questão inicial, independentemente do resultado, no final da temporada quando anunciarem as estatísticas descobriremos e voltaremos a referenciar este assunto.

A gente pediu, Nicole Scherzinger pediu, o mundo inteiro pediu e, finalmente, Simon Cowell nos ouviu. The Cutkelvins, finalmente, se livrou de cenários proibitivos e tivemos uma performance melhor balanceada como grupo. Com o drama de terem recentemente perdido o pai, a escolha de música e homenagem a ele com um cover do mashup de “Killer” e “Papa Was a Rollin’ Stone”, imortalizado por Michael no magnífico EP “Five Live”, foi muito bacana, mesclando momentos para que Shereen pudesse brilhar com seus excelentes vocais e com uma participação maior de Jay, depois de tanto pedir para que acontecesse. Só de ter Jay e Kyle fora das caixinhas, interagindo melhor no palco e participando mais visualmente da apresentação já é um pequeno progresso, muito superior ao fiasco da semana passada, agora podemos começar a trabalhar melhor a harmonia e sonhar com uma apresentação excelente semana que vem porque eu não estou preparado para perder meus filhos com meu próprio nome para gente ruim como Sean & Conor Price.
Porque, sim, eu não compreendo ainda como Sean & Conor Price tem sobrevivido por tanto tempo nesse programa fazendo uma apresentação pior que a outra a cada semana. Eles pegaram o maior hino da carreira de George Michael, “Freedom! ‘90”, e destruíram. Eu não suporto mais esses moleques achando que sabem fazer rap, qualquer pessoa consegue ser um letrista melhor do que quem é o responsável por esse desastre chamado Conor (ou é Sean? Eu já desisti disso mesmo). O demográfico irlandês vai, mais uma vez, salvando gente horrível por puro nacionalismo e protecionismo barato, ainda que eu confesse que me divertia muito mais com Jedward, que sabiam que eram horríveis, mas eram “joke”, do que com esse projeto mal sucedido em versão teen e sem talento de Ed Sheeran. Eu estou exausto já.
Os eliminados de sábado, em contrapartida, foi finalmente um grupo de Simon, mas não o que desejávamos. Jack & Joel fizeram um cover competente de “The Edge of Heaven” e seu grande problema na performance é que foi tudo regular e linear demais, sem nenhum grande ápice ou momento para brilhar. Foi tudo muito medíocre e esquecível, e parecia um final de narrativa, eles voltaram para o mesmo estilo da audição. Como cereja do bolo, ser chamado de entretenimento e não ser reconhecido pelo seu talento vocal em uma competição musical é ainda mais desanimador. Já era previsível que Jack & Joel dariam adeus ao programa antes mesmo de a edição de sábado começar, sua apresentação foi só complementar mesmo, apenas para cumprir tabela, no linguajar futebolístico.
NÃO POSSO FAZER VOCÊ ME AMAR
A outra eliminada da semana, esta no domingo, foi a filipina Alisah Bonaobra. Depois de ser eliminada na fase de grupos no “Bootcamp”, no “Six Chair Challenge” e nas “Judges’ Houses”, Alisah conseguiu ser eliminada em, praticamente, todos os estágios da competição ao ser, também, eliminada nos “Lives”. Um recorde. “Praying for Time” é uma música maravilhosa, Carrie Underwood fez uma de suas melhores apresentações da carreira no especial Idol Gives Back com esta canção, e o que ela tinha falta em Alisah. Apesar dos excelentes vocais, mesmo um pouco fora do tom ideal, Alisah não consegue se conectar com a música, e a apresentação acaba sendo sem emoção e apática. Se semana passada elogiei Alisah ao abraçar a farofa, nesta a gente precisa criticar o seu retorno ao criticado papel de cantora datada. Não acho que devesse ter sido eliminada comparando com Sam, mas achei previsível no final do dia, e já explico o porquê.
Porque antes falaremos sobre o restante das garotas, e o que a produção desse programa precisou fazer para que Grace Davis estivesse no tema. Grace cantou um cover da Adele de um cover de George Michael de uma música da Bonnie Raitt. E tem gente criticando The Cutkelvins por fazer um cover de um cover? Me poupem. “I Can’t Make You Love Me” era a música ideal para Grace que, diferentemente de Alisah, conseguiu impor sua emoção à canção e teve um momento lindíssimo no início a capella, mesmo que repetindo erros vocais que Sharon tanto criticou nas “Judges’ Houses”. A semana de Grace não foi fácil, com reportagens em tabloides alegando sobre seu comportamento de “diva” a ser chamada de “repugnante” em uma nota sobre um conflito que terminou na polícia por causa de um iPad. Este tipo de notícia é extremamente prejudicial à imagem de Grace, e parece ter sido plantada para tirar o foco de seu talento e focar em coisas que muitas vezes sequer são verdade. Sharon Osbourne mesmo se refere a isto no momento que comenta sua apresentação ao falar sobre ter sido uma “semana dura”. Dermot também. O problema agora é que Grace tem sido atacada nas redes sociais, muito em parte dos filipinos raivosos pela eliminação de Alisah, mas também por reflexo de um tratamento ruim pela imprensa. A letra casa com o momento, afinal, ela não pode obrigar ninguém a amá-la ou gostar do que faz.
Seguindo o que fez Cutkelvins, Holly Tandy homenageou o seu pai com o clássico “One More Try”, em sua melhor apresentação nos “Live Shows” até o momento. Com uma excelente interpretação vocal, focada e empregando emoção, Holly foi muito bem sem ter que se preocupar com coreografia ou quase morrer sem fôlego, foi muito comportada e correta, mas tão datada quanto Alisah, o que é um problema muito maior do tema e da escolha da música do que dela, no entanto.
Já Rai-Elle Williams nos levou para igreja com uma apresentação bem gospel com direito a levar os coleguinhas da escola para servir de coral em sua interpretação de “They Won’t Go When I Go”. É a primeira vez que Rai-Elle abre mão de uma música upbeat para cantar uma balada nos “Lives” e sua escolha funciona, principalmente nos momentos finais de sua apresentação. Eu tive alguns problemas quando ela tenta alcançar notas mais altas porque seu tom de voz é um pouco estridente e fica um tanto forçado, mas tem momentos que a voz casa muito bem e ela acerta boas notas. Eu estava preocupadíssimo no domingo com medo de o público não comprar seu apelo, mas no fim deu certo. Por enquanto, porque semana que vem vai ser mais um sofrimento com ela correndo risco de ser eliminada e termos que ficar aturando gente como Matt, Sam ou Sean & Conor.
LÁGRIMAS DE CROCODILO

Um tempo atrás, alguns meses após a vitória de Sam Bailey em 2013 e sua demissão para a estreia de Mel B, tanto no X Factor quanto no America’s Got Talent, a magnata Sharon Osbourne foi até o programa de Conan O’Brien na emissora americana TBS para dar uma entrevista. Nela, Sharon é bastante ríspida, critica o formato com as cadeiras giratórias e as “Blind Auditions” do The Voice e diz que “não aguenta mais” ver pessoas cantando na frente dela, seja como jurada ou como telespectadora. O ponto aqui não é esse, no entanto. Na sequência dessa mesmíssima entrevista, Sharon fala sobre “falsas lágrimas” e que é forjado. Com isto em mente, estaria ela genuinamente emocionada com a apresentação de Lloyd, o momento teria sido forjado ou é uma emoção verdadeira, porém fora do espectro da apresentação? Afinal, ela diz que o motivo do choro é o sentimento pela perda de George Michael e não tem, relativamente, nada a ver com Lloyd, mas o que é real? O que é ilusão?
O real é que Lloyd Macey fez uma performance vocalmente impecável para “A Different Corner”, alcançando bem todas as notas e conseguindo transparecer emoção, o que não conseguiu fazer semana passada e que tenho criticado desde a “Judges’ Houses”, mas ele é um candidato bem unidimensional, como a própria Sharon gostava tanto de falar sobre Alisah. É sempre o estilo bastante datado e brega que garante votos, tanto é que venceu sem muitas dificuldades um domingo de nível de competição que não lhe ofereceu nenhum trabalho. Foi sua melhor apresentação nos “Lives”, é verdade, mas confesso que seu estilo já tem me cansado. O drama de Sharon é aqui introduzido para criar uma empatia ainda maior pela apresentação e, diferentemente do que manda as regras de Dua Lipa, o público pegou o telefone para apoiá-lo e o choro copioso dela é apenas mais um incentivo para angariar votos.
E, enfim, chegamos ao pior candidato da semana (e da temporada), Sam Black. Não precisamos falar como sua apresentação de “I’m Your Man” é horrível, com vocais fracos, errando notas, completamente fora do tempo da base, com o arranjo engolindo sua voz e, claro, desafinado. Não precisamos disso, porque isso é exatamente o que acontece toda semana. Não vou criticar o público britânico essa semana, mas sim propor um exercício coletivo para tentar compreender porque diabos ele, com essa performance horrível, não foi eliminado, mesmo se apresentando em um “slot” bastante ruim na ordem, bem no início do programa.
Em um amontoado de performances lentas e baladas, Sam fez a única apresentação upbeat e dançante, o que a transforma, por bem ou por mal, em algo comparativamente mais memorável do que toda a outra meia dúzia de baladas. Além disso, ele é o único homem padrãozinho competindo contra outras quatro mulheres e Lloyd. Dentro de um demográfico de telespectadores majoritariamente feminino como é o público que assiste ao The X Factor, é esperado que qualquer homem se dê melhor em votos do que outras mulheres, independente do que apresente. E, para incentivar ainda mais os votantes, os comentários dos jurados foram bem duros e, ainda que merecidos, geraram votos por simpatia. É algo muito comum em programas do gênero acontecer este tipo de fenômeno, Anton Stephens e Christopher Maloney foram malhados pelos jurados e sobreviveram por semanas porque o público teve piedade e simpatizou com eles para contrapor todas as críticas ruins dos jurados. Por exemplo, uma coisa é criticar o trabalho de forma construtiva, Nicole Scherzinger é sempre muito competente quando quer criticar alguém sem ser explícita e Sharon é normalmente muito sutil, mas Simon é um pouco rude e culpabiliza Louis Walsh, que rebate falando sobre a falta de confiança de seu candidato, que Simon a destruiu mais ainda e implora para que o público vote por ele. Não sei dizer o quanto disso foi deliberadamente encenado ou se foi uma tentativa de sabotagem que saiu pela culatra, mas o histórico do programa é muito claro e comprova que essa tentativa de eliminação não funcionaria e que ele estava relativamente seguro. Estou botando minha mão no fogo, mas não me surpreenderia se a votação de Sam tenha sido mais expressiva que o esperado e arrisco-me ainda a dizer que é capaz dele ter ficado em terceiro ou quarto nos votos, à frente de Rai-Elle e Holly, por exemplo. Sua comemoração, no entanto, ao ser anunciado salvo pegou mal e parte do público britânico tem o chamado de desrespeitoso com Alisah. Que o ranço seja geral, porque mal posso esperar pela eliminação dele semana que vem.
UMA MISTURA IMPROVÁVEL
Com Kevin e Lloyd se enfrentando na “Prize Fight”, quem mais saiu perdendo nessa história foi Little Mix. O prêmio “que o dinheiro não pode comprar” dessa semana era que o vencedor abriria o show da “maior girlband do mundo”, “donas de quatro álbuns platinados”, “das vencedoras do BRIT Awards” e todos aqueles adjetivos maravilhosos em letras garrafais do anúncio super-dramático do prêmio. O show, que acontece em Manchester, será no próximo dia 21, há poucas semanas da final e que dará a oportunidade do vencedor gravar aquele VT de respeito para mostrar sua relevância comercial.
Entretanto, nem Kevin e muito menos Lloyd são artistas que abrangem o nicho e público de Little Mix. É mais ou menos a mesma coisa que aconteceu na final de 2013, quando Sam Bailey venceu e ganhou o direito de abrir o show de Birmingham da The Mrs. Carter Show World Tour de Beyoncé. Não faz muito sentido e tenho dó do público que esteve presente em Birmingham ou estará presente em Manchester.
Ainda mais com Lloyd derrotando Kevin, vencendo assim a sua primeira “Prize Fight”. Vamos ignorar por um momento que Kevin tenha errado um trecho da letra na sua reapresentação, e vamos para mais um exercício coletivo. Não é muito mais provável que um vencedor de domingo bata o vencedor de sábado, considerando que o mesmíssimo público que votou por eleger o vencedor de domingo estaria também votando para decidir o vencedor da semana no geral?
A única vez que o vencedor de sábado derrotou o vencedor de domingo foi na primeira semana, quando Grace estava embalada pelo hype pré-“Lives” e deve ter massacrado Rak-Su nos votos, mas desde então tem sofrido uma sabotada e as coisas têm mudado de aspecto. Kevin e Lloyd, vencedores de domingo das semanas 2 e 3, tinham muito mais chances, estatisticamente falando, de vencer seus adversários que levaram a vitória em um sábado, o que foi comprovado então pela votação. O que quero dizer mais uma vez é que esse prêmio, por mais que dado à pessoa certa, é facilmente influenciado pelo resultado de minutos anteriores a abertura desta votação, provando assim, mais uma vez, como é irrelevante porque não representa grandes coisas para a competição.
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Depois do fiasco latino, o The X Factor UK faz o feijão com o arroz, apresenta um tema conhecido e seguro, e volta a apresentar um grande show, com destaque, mais uma vez, para os dois excelentes artistas convidados. As eliminações, no entanto, não foram corretas, mas previsíveis diante do que o programa vinha apresentando.
Semana que vem, enfim, deveremos ter a temida eliminação quádrupla, com duas eliminações duplas por noite. Mais uma vez é esperado que o pareamento fique entre “Girls” vs “Overs” e “Groups” vs “Boys”, já que é necessário um balanceamento e não parear as mesmas categorias desta semana. Com um tema denominado “Crazy in Love”, os participantes terão de cantar músicas sobre amor ou términos de relacionamento. Essa é a sua chance, Grace. Para embalar os intervalos de votação entre as noites, o vencedor do ano passado Matt Terry e a ex-integrante do Black Eyed Peas Fergie serão os convidados especiais.
Mais uma vez volto a vocês, queridos leitores. Quais são as suas impressões sobre o que os pupilos deste programa fizeram sobre a discografia de George Michael? O que acharam dos eliminados? O que vocês esperam para semana que vem? Quais participantes darão adeus semana que vem? Participem nos comentários. Até lá.
















