Esses episódios me cheiram a papelão molhado”

– Scarlett O’Connor, adaptadíssima.

Aqui eu tardo, mas não falho, então após uma semana sem review, voltemos com review dupla! Já começando bem com o primeiro episódio do texto, “The Storm Has Just Begun”.

Rayna por mais que perca tempo de tela pra Jade, ainda assim consegue brilhar. Mesmo com poucas falas, o final do episódio foi extremamente tocante e emocionante, e demonstrou uma vulnerabilidade profunda ainda não vista na personagem. Dentre as dificuldades, é claro que Deacon não receberia seu fígado com tanta facilidade, não é mesmo? No entanto, aposto no sucesso do procedimento até o fim da temporada. A cena de Rayna cantando “This Time” com as filhas e Deacon foi curta, porém muito fofa – mesmo que eu não aguente mais Rayna só com “This Time”. Congelou no mesmo single? Ainda no plot, chamo a atenção pra Daphne, que surpreendeu bastante cantando com Deacon.

Apesar do brilho de Rayna, o que mais chamou a atenção no episódio foi, finalmente, Jade St. John. Exceto por Deacon e o que envolvia seu plot (Scarlett, Triple X’s, Gunnar), todo o resto do episódio foi construído ao redor dela e é muito gratificante ver isso após uma introdução tão fria. Finalmente tivemos a inserção dos assuntos que disseram nas prévias: a gravadora que não apoia o álbum country, Jade vs. Juliette e Layla colando em Jade. Inclusive, daí surgiu a melhor coisa do episódio: Juliette e sua depressão pós-parto incluída no dia-a-dia. A depressão pós-parto é muito comum atualmente, no entanto, muito pior quando “renegada”. E foi isso que Juliette fez: ao perceber que aquele bebê lhe fazia triste, ela focou inteiramente no trabalho e esqueceu-se da existência da pobre menina cujo nome nem mais foi citado. Inclusive, a rixa dela com Jade foi IMPAGÁVEL. A cena do banheiro entrou pro hall de clássicos da Juju, e quando Jeff olhou pra ela e disse “Quando você vai ter o bebê? ”, eu não me segurei. Melhor cena do episódio! E sobre Jade, que cena linda de “Shotgun”! Admito que não esperava o romance com Luke, mas vendo agora que aconteceu, já estava claro desde o episódio passado.

Sobre #Kevill, mal tenho nem palavras. Que coisa linda de se ver! Will aceitando sua sexualidade aos poucos e até assumindo ciúmes, que coisa linda! Espero realmente que Kevin tenha vindo de vez pro seriado.

Vamos pro próximo? “Time Changes Things”, um oferecimento, produtores de Once Upon A Time.

Após a grande maravilha que foi o episódio anterior, nada como um episódio extremamente mediano para nos agraciar.

Dentre os pontos negativos, destaco a volta de Kiley, personagem extremamente desnecessária e fora do eixo da história. Gunnar tornou-se um personagem chato, tendo em vista que ele, como a própria Scarlett disse, vive do passado. Pior ainda: estamos em meio a um jogo no qual o personagem não tem nenhum tipo de evolução. É como se ele dependesse de Scarlett ou de Kiley para ter uma história. Ainda no tópico “histórias desnecessárias”, insiro aqui o prefeito e sua interminável história. Quando pensávamos que ele finalmente sairia de cena à lá Sadie Stone, nos deparamos com a chance dele continuar na história com toda sua irrelevância. Sua filha, no entanto, está se jogando: já foi pros finalmentes com Colt (ainda que diga que não… o que dois jovens adolescentes com hormônios à flor da pele estariam fazendo num quarto sem roupas?).

Jade St. John teve, pelo calendário oficial, sua despedida neste episódio. O que eu, particularmente, ficarei extremamente decepcionado se for o caso. A personagem que entrou fraca, teve um grande desenvolvimento no episódio anterior, simplesmente sai de cena porque um dos protagonistas terminou seu relacionamento? E falando em Jade e Luke, o que foi aquela cena no telão verde e aquela praia tão natural quanto os cenários de Once Upon A Time? Espero não me decepcionar com o seriado no próximo episódio – afinal, não pode ser o fim de Jade St. John. Acredito que o gancho pro último episódio dela sendo o próximo está em Jeff twittar a foto da festa. E falando em Jeff, sua relação com Layla já começou a desgastar, agora que a menina se encheu de estrelismos e sonhos.

E a irmã de Deacon? Por enquanto, não tenho nada a comentar, pois sua participação foi apenas um prelúdio do que vai ou não acontecer futuramente. No entanto, adorei aqueles flashbacks (dos mesmos produtores da cena da praia) que rejuvenesceu os atores e, pasmem, retirou até o nariz defeituoso plastificado da Connie Britton!

No mais, senti MUITA falta de #Kevill. Cadê o casal mais fofo de Nashville?

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