
Se vocês virem Zoe Hart por aí, saibam que a palavra secreta é HONEY!
Spoilers Abaixo:
Retorno mais do que esperado de Hart of Dixie finalmente chegou e com ele a semana infernal das Belles de Bluebell. Só pela promo, exibida antes do hiatus começar, já dava para saber que esse seria um episódio divertido. A promessa se cumpriu.
Nem preciso mais dizer que ela se transformou numa das séries mais gostosas de assistir da safra atual. É fato, todos os fãs concordam, mas… É, eu tenho uma pequena crítica a fazer, apesar de ser uma adoradora do estilo de HOD.
Às vezes, como nessa semana, sinto falta de desenvolvimento. Não costume me apegar muito a isso porque sempre fico feliz com a série, mas seria ótimo se realmente pudéssemos ver mais ação na vida de Zoe e do pessoal da cidade. Ficamos sempre no clima de interior, onde as histórias se arrastam e nada muda, mas se na vida real isso já afugenta muita gente, imaginem na TV? Tenho medo que as pessoas parem de ver Hart of Dixie sob a alegação de que nada acontece. Seria um desastre completo e cancelamento certo.
Dito isso, quero que todos saibam que, mais uma vez, fiquei impressionada com a fofura que é Rachel Bilson, encarando mil desafios em busca de suas raízes familiares, enfrentando a ira de Limão e suas aliadas armadas de paintball.
Existem tantas coisas boas em HOD que eu só gostaria de ver tudo ampliado e utilizado mais pontualmente. O carisma da protagonista é incrível e não tem como não sorrir com Zoe cantando a musiquinha das Belles, espremendo 800 limões (metalinguagem?) e tentando quebrar a maldição da infertilidade.
A interação dela com Limão poderia ter sido um pouquinho mais ácida, se me permitem o trocadilho. Pensem que Limão é a rainha da pegadinha, deixou um homem azul um dia desses e aí, na hora de colocar Zoe na berlinda, ela me vem com tarefas como ordenhar vacas e polir prataria? Esperava um pouco mais dessa dupla, embora eu já enxergue possibilidades de uma amizade entre elas, já que Zoe se mostra muito bacana ao comentar sobre o medo de Limão ser como a mãe que a abandonou.
George, mesmo sem ter uma função muito grande, está funcionando bem como advogado em defesa de Bluebell. Até mesmo o Dr. Limoeiro, sempre muito aleatório, conseguiu ser bacana ao tratar Zoe como gente pela primeira vez.
Lavon tentou disfarçar sua vagabundagem andando com uma pasta de trabalho pela cidade, mas todos sabem que ele passa todo o horário comercial (e o de folga também) no bar, tentando pegar mulher com as dicas de Wade. Aliás, baita problema colocarem Wade tão fofo convidando Zoe para sair no episódio natalino para, no retorno, sermos obrigados a vê-lo com quengas da Nascar.
Lógico que as provocações dela com Zoe continuam deliciosas, mas eu preciso ver esse romance deslanchar um pouquinho mais. No mais, a história dele com pai é algo muito delicado e a série poderia explorar isso mais a fundo. Desconfio até que Earl Kinsella vá morrer logo e aí, Wade vai descobrir o tesouro escondido na propriedade do pai, que guardou todo o dinheiro do filho em potes enterrados, porque conta bancária, cofre de porquinho e guardar embaixo do colchão é muito mainstream.
P.S* Seria o ratinho um antepassado de Zoe?
P.S* Seria o ratinho uma nova encarnação de Dr. Wilke?















