Quando a velha dinâmica traz um novo fôlego.
Em primeiro lugar quero me desculpar por não ter feito as últimas reviews. Tive alguns problemas de saúde e infelizmente não pude acompanhar as séries nesses últimos (quase 30) dias. As reviews mais antigas não serão feitas, pois já se passou certo tempo e prefiro focar em trazer as próximas em um tempo hábil.
Desde a retomada do padrão narrativo presente, desde o início do show, a série vem crescendo e mesmo apresentando episódios sem ligação com o sumiço do protagonista, consegue entreter e nos dar ótimos episódios como em Habeas Corpse. O show fez um ótimo uso de seus coadjuvantes e todo mundo esteve presente, ainda que alguns, apenas por uma cena.
Particularmente achei o caso semanal interessante e a condução da trama teve papel importante nesse ponto, colocar o advogado “Pitbull” como uma figura marginal e introduzir elementos que ao longo da primeira metade da atração corroboravam dessa ideia, fez com que o final, onde ele se mostrou uma pessoa em busca de redenção, soasse verídico.
Toda a questão da decadência pessoal e profissional passada a nós como um simples desvio de caráter mostrou-se algo mais profundo, e se tornou o motor de uma busca por condenação da empresa pela qual trabalhava e que preferiu acobertar um sério problema a gastar uma soma significante para concertá-lo.
Quanto ao unsub da semana, não imaginei que fosse o Marreta da Savana o real assassino, mas a explicação me soou razoável, embora não entenda como ele ficou sabendo dos vários casos ligados a montadora. PitBull sabia, pois trabalhou na empresa e como mostravam as datas, acompanhou outros casos do mesmo. Não imagino o mesmo contando ao Marreta sobre o fato, por isso para mim ficou um pouco jogado o conhecimento do suspeito sobre o caso.
Paralelamente a isso tivemos um ótimo aproveitamento dos personagens secundários, e mesmo a pequena participação de Alexis, e também de Martha, contribuíram para a fluidez do episódio, introduzindo elementos importantes para a condução da trama. Esposito e Ryan foram peças importantes no quesito cômico, e a dancinha deles ao som de Get Lucky do Daft Punk foi tudo de bom.
Quando a trama é bem conduzida, os coadjuvantes são bem utilizados e não temos a pressão eminente de grandes acontecimentos, Castle nos presenteia com bons episódios. Faltando pouco para o season finale, o que se espera é que o show cresça e ganhe em qualidade. Provavelmente teremos mais uns dois episódios mornos antes que partamos para os acontecimentos que um final de temporada costuma nos reservar.
PS1: Quero mais dancinhas de Ryan e Esposito.
PS2: Só eu queria ter visto Castle e Beckett se apresentando?















