United States of Tara é, de longe, uma das melhores séries da Showtime e garantiu um Globo de Ouro e um Emmy para Toni Collette, grande e espetacular atriz. Nesta season premiere as coisas estão tranqüilas para Tara. Por enquanto…

Spoilers Abaixo:

A trama deste episódio começa quando descobrimos que Tara voltou a tomar seus remédios e seus alters não aparecem há três meses. Com isso, é hora se livrar das roupas deles, doá-las para a caridade. Ver Tara levando uma vida ‘normal’, por assim dizer, foi bem interessante. E não é só nossa protagonista que vem levando uma vida normal, mas toda sua família. Kate terminou o High School, Marshall volta às aulas e Max continua trabalhando com jardinagem.

As confusões na mente de Tara recomeçam quando um de seus vizinhos se suicida – a casa do vizinho fica aos cuidados de Max e Tara e Max quer comprar a casa. É a partir deste momento da trama que ela começa a pensar sobre sua condição e problemas psiquiátricos. Acredito que Tara já pensou diversas vezes no suicídio, por isso a atitude do vizinho acabou abalando-a. E é justamente por causa desse acontecimento que Tara tem uma recaída e Buck volta. Bom, isso acontece ao fim do episódio, mas já era previsível que os alters voltassem, afinal, Tara sem suas múltiplas personalidades não é Tara.

E falando em personalidades, já temos também novos personagens para a série. Temos o casal de vizinhos gays, Ted e Hany e os colegas gays de Marshall, que farão parte do arco homossexual tão bem tratado por Diablo Cody, roteirista da série, desde a primeira temporada. Já neste primeiro episodio vimos Lionel, colega de Marshall, lutar pelos direitos gays na escola e perdendo a briga para os conservadores. Diablo Cody soube tratar a história de Marshall, na primeira temporada, com maestria, sem estereótipos e pretende fazer o mesmo nesta segunda temporada. Veremos!

É com o casal gay, Ted e Harry, que Max e Tara começam a fazer amigos e marcam um jantar juntos. É neste jantar que revemos Charmaine, a irmã cara-de-pau de Tara, e seu namorado Nick, que no mesmo episódio pede Charmaine em casamento. O jantar foi uma bela oportunidade de ver Tara feliz, leve e solta, sem as preocupações habituais.

Enquanto a vida de Tara ainda continua ‘normal’, Kate procura emprego e encontra uma agência de espionagem, mas descobre que é na verdade uma empresa de cobranças. As cenas com a Kate são sempre hilárias e carregadas de ironia. É ótimo quando ela consegue fazer piadas infames com o Marshall.

Falando em Marshall, é hora de comentar a cena do refeitório.  Foi engraçado vê-lo sentar com os gays da escola e ainda assim parecer um deslocado entre eles. Marshall tem um jeito classudo, recluso e nerd. Não dá para imaginá-lo com roupas coloridas e afeminado, simplesmente não é a cara do personagem. Eu queria mesmo que mudassem um pouco o estilo do cabelo do Marshall, dar uma nova aparência, mas sem fugir de seu jeitinho.

E jeitinho é o que Toni Collette mais tem, conseguindo nos fazer identificar a mudança de personalidade só com um olhar ou no jeito de caminhar do personagem. É com o jeitinho largado de Buck, ao fim do episódio, que temos a certeza de que os alters estão de volta e com eles novas confusões e reflexões a respeitos do distúrbio de Tara.

Este primeiro episódio foi tranqüilo, reflexivo e suave, como um belo começo, como um bom episódio deve ser.  Agora basta-nos esperar pelos próximos episódios e torcer para que o belíssimo trabalho de Diablo Cody e a atuação de Toni Collette continuem nos surpreendendo.

US of Tara é, de longe, uma das melhores séries da Showtime e garantiu um Globo de Ouro para Toni Collette, grande e espetacular atriz. Nesta season premiere as coisas estão tranqüilas para Tara. Por enquanto…

A trama deste episódio começa quando descobrimos que Tara voltou a tomar seus remédios e seus alters não aparecem há três meses. Com isso, é hora se livrar das roupas deles, doá-las para a caridade.

Ver Tara levando uma vida ‘normal’, por assim dizer, foi bem interessante. E não é só nossa protagonista que vem levando uma vida normal, mas toda sua família. Kate terminou o High School, Marshall volta às aulas e Max continua trabalhando com jardinagem.

As confusões na mente de Tara recomeçam quando um de seus vizinhos se suicida. (A casa do vizinho fica aos cuidados de Max e Tara. Max quer comprar a casa.) É a partir deste momento da trama que ela começa a pensar sobre sua condição e problemas psiquiátricos. Acredito que Tara já pensou diversas vezes no suicídio, por isso a atitude do vizinho acabou abalando-a. E é justamente por causa desse acontecimento que Tara tem uma recaída e Buck volta. Bom, isso acontece ao fim do episódio, mas já era previsível que os alters voltassem, afinal, Tara sem suas múltiplas personalidades não é Tara.

E falando em personalidades, já temos também novos personagens para a série. Temos o casal de vizinhos gays, Ted e Hany e os colegas gays de Marshall, que farão parte do arco homossexual tão bem tratado por Diablo Cody, roteirista da série, desde a primeira temporada. Já neste primeiro episodio vimos Lionel, colega de Marshall, lutar pelos direitos gays na escola e perdendo a briga para os conservadores.

Diablo Cody soube tratar a história de Marshall, na primeira temporada, com maestria, sem estereótipos e pretende fazer o mesmo nesta segunda temporada. Veremos!

É com o casal gay, Ted e Harry, que Max e Tara começam a fazer amigos e marcam um jantar juntos. É neste jantar que revemos Charmaine, a irmã cara-de-pau de Tara, e seu namorado Nick, que no mesmo episódio pede Charmaine em casamento. O jantar foi uma bela oportunidade de ver Tara feliz, leve e solta, sem as preocupações habituais.

Enquanto a vida de Tara ainda continua ‘normal’, Kate procura emprego. Encontra uma agência de espionagem, mas descobre que é na verdade uma empresa de cobranças. As cenas com a Kate são sempre hilárias e carregadas de ironia. É ótimo quando ela consegue fazer piadas infames com o Marshall.

Falando em Marshall, é hora de comentar a cena do refeitório.  Foi engraçado vê-lo sentar com os gays da escola e ainda assim parecer um deslocado entre eles. Marshall tem um jeito classudo, recluso e nerd. Não dá para imaginá-lo com roupas coloridas e afeminado, simplesmente não é a cara do personagem. Eu queria mesmo que mudassem um pouco o estilo do cabelo do Marshall, dar uma nova aparência, mas sem fugir de seu jeitinho.

E jeitinho é o que Toni Collette mais tem, conseguindo nos fazer identificar a mudança de personalidade só com um olhar ou no jeito de caminhar do personagem. É com o jeitinho largado de Buck, ao fim do episódio, que temos a certeza de que os alters estão de volta e com eles novas confusões e reflexões a respeitos do distúrbio de Tara.

Este primeiro episódio foi tranqüilo, reflexivo e suave, como um belo começo, como um bom episódio deve ser.  Agora basta-nos esperar pelos próximos episódios e torcer para que o belíssimo trabalho de Diablo Cody e a atuação de Toni Collette continuem nos surpreendendo.

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