Chris Martin, do Coldplay, será o conselheiro de todos os participantes das “Batalhas: Round 2”. Knockouts estão oficialmente extintos e Playoffs deixam de ser ao vivo.
Atualmente exibindo as tradicionais batalhas, presentes desde a primeira temporada do programa, a equipe do The Voice anunciou, por meio de suas redes sociais, alterações substanciais nas etapas que precederão a formação do Top 12 de seu sexto ciclo.
Em primeiro lugar, os Knockouts, esperados como etapa seguinte às batalhas, foram eliminados no novo formato do programa. A terceira fase enfrentada pelos participantes será chamada de “Batalhas: Round 2”. Segundo as informações divulgadas, trata-se de uma segunda rodada de batalhas em que os cantores dividirão a mesma música.

Gostamos da pressão gerada pelo fato de os candidatos compartilharem a mesma música”
Diz Mark Burnett ao USA Today, revelando as mudanças no formato do reality.
A NBC não deixou claro se o novo formato manterá os duetos das batalhas ou se a etapa acontecerá com performances individuais, mas uma mudança massivamente divulgada é a participação de Chris Martin, vocalista da banda Coldplay. Diferentemente do que acontece no primeiro round das batalhas, não haverá mentores diferentes para cada time. Martin auxiliará todos os coaches a cuidar de seus pupilos. Depois das apresentações, quatro participantes sairão vitoriosos em cada time. Aos 16 vencedores se juntarão mais 4, frutos do Steal único ao qual todos os coaches terão direito nessa etapa.
Os 20 cantores serão classificados para a última etapa antes do Top 12, a de Playoffs (eliminatórias), que perderam o “Live” em seu nome e agora serão gravadas com antecedência antes da exibição. Não há informações oficiais sobre o nível de interferência do público nessa etapa.
A NBC também divulgou que, a partir do Top 12, estará de volta o Instant Save, que permite aos espectadores impedir, por meio do Twitter e da hashtag #VoiceSave, a eliminação de um dos três cantores do bottom 3 semanal.
Opinião do reviewer:
A presença de Chris Martin e a novidade de trazer um mentor único para a terceira fase do programa são extremamente bem-vindas, mas, em termos de formato, o The Voice mexe em time que está ganhando e perde demais com a extinção dos Knockouts. A não ser que a dupla pareada possa conversar entre si e escolher a música a ser interpretada (isso daria uma nova dinâmica interessantíssima ao show, mas duvido muito que aconteça), ter mais uma etapa em que os coaches decidem a canção favorecendo um dos lados da batalha e nos impedindo de conhecer melhor cada candidato é lamentável.
Os Playoffs ainda são uma incógnita. Muito tem sido dito pela internet afora sobre os problemas de um Top 12 sem a interferência do público, mas as duas primeiras temporadas também não tinham Live Playoffs, e isso não interferia nem um pouco o poder do público de levar os grandes favoritos da temporada à frente posteriormente. Além disso, só o fato de essas apresentações não serem exibidas ao vivo não garante que o público não votará. O jeito é esperar para ver como as tradicionais mudanças de última hora da NBC afetarão o reality.















