“Quero te dar um beijo e um abraço!”

Spoilers Abaixo:

Se alguém aí nunca foi a um show da nossa querida nova coach, preciso dizer que recomendo intensamente a experiência. Quando estive em um deles, em São Paulo, não só cantei, dancei, fiquei embasbacado com aqueles quadris sendo jogados pra um lado e pro outro (enquanto o cabelo ia para a direção oposta) e me diverti muito, como também me encantei pela cantora, que anima a plateia sempre em um português extremamente bem falado. Quando vi a transmissão desse mesmíssimo show no Rock in Rio 2011 (com uma música extra, “apenas” um dueto de “País Tropical” com Ivete Sangalo), fiquei igualmente empolgado revivendo a experiência na tela. Assim, é seguro dizer que nós, brasileiros, já estamos cansados de saber que o português do Brasil é uma das inúmeras línguas que Shakira fala.

Eu juro que não queria abrir outra review com Shakira depois da homenagem que fiz na première (até por isso resolvi ilustrar a review com uma imagem hilária de Adam e Blake que também combinava com a fala de Shak em português). Porém, não dá para não dar um pulo da cadeira quando você vê nossa representante latina falando um belíssimo português com um rapaz brasileiro em nosso reality favorito. Quantas pessoas podem dizer que já fizeram algo assim em pleno horário nobre da TV aberta norte-americana? Provavelmente ninguém!

Vou até subverter a cronologia do episódio e já começar a comentar a audição do “Brasileiro!” (prêmio fofura para Shakira, gente!) Sam Alves, representante do nosso país que, não querendo comparar, mas já comparando, é muito melhor que Jonathas, o brasileiro do Team Xtina na segunda temporada. Sofri, mas sofri de verdade, ao longo dos 65 segundos exibidos, em que Shakira estava claramente tentada a apertar o botão, mas não apertou. Para ser justo com a cantora, não só não podemos obrigá-la a virar para todos os latinos como também não podemos exigir que ela ADIVINHE quem eles são, já que a escolha musical de “Feeling Good” (Nina Simone) não ajudou nem um pouco – ainda mais para quem viu Dez Duron arrebentando com essa música na temporada passada. Ainda assim, o que esse rapaz fez a capela no início da música foi incrível, e eu já teria virado ali. Não entendi a desclassificação de um cantor em uma semana em que muita gente pior acabou aprovada, mas paciência. Espero que ele retorne, de preferência em uma temporada em que Shak esteja no programa. Imagina o português rolando solto no The Voice, amiguinhos? Os legenders pira!

Mas não podemos reclamar muito, já que tivemos muita gente boa sendo de fato aprovada e muita diversão com nosso time de coaches (já estou quase convicto de que, em termos de entretenimento, vimos o melhor episódio da temporada na última segunda!). Sem mais delongas, vamos a eles!

Começamos com The Swon Brothers, que fizeram uma excelente escolha de repertório com “American Girl” (Tom Petty & The Heartbreakers). Gostei bastante do irmão gordinho. Apesar de não ter um timbre que se destaque, ele canta muito! The Face também mandou bem, mas deslizou aqui ou ali, o que nem de longe estragou a performance. A verdade é que “American Girl” é uma música que empolga (apesar de nenhuma das interpretações possíveis da letra ser lá muito feliz), e ajuda muito a ter vontade de virar. Mas, confesso, uma coisa que está começando a me incomodar é essa combinação entre os coaches, olhando um para o outro num esquema meio “aperta, que eu aperto”. Shakira está virando a rainha disso, Blake também faz bastante, e Usher também andou pegando essa mania de vez em quando. E, se eu tenho minhas ressalvas em relação a Adam Levine como coach, preciso reconhecer que admiro muito seus critérios para decidir se alguém merece continuar ou não nestas primeiras fases da competição. Voltando aos irmãos, achei que mandaram bem, mereceram, e obviamente escolheram o Team Blake. Estaria uma batalha com as Morgan Twins vindo aí? Isso seria bem interessante!

Ao contrário da dupla que abriu o show, honestamente, não consigo sequer imaginar por que Taylor Beckham (que tem um nome artístico e tanto, reconheçamos) passou de fase. A menina não tem um pingo de carisma ou de presença de palco e foi completamente engolida por “I’m Going Down” (Mary J. Blige). Talvez ela cante melhor do que eu tenha conseguido captar, mas de qualquer forma, se a garota continuar esse picolé de chuchu, pode nem passar das batalhas da equipe de Usher (que parece ter gostado muito dela do que ela merecia).

Depois da desclassificação de Sam, outra latina teve mais sorte. Karina Iglesias tem uma história bacana dando aula de música a crianças e mostrando sua ligação com a abuelita. Em sua blind, mandou uma versão bastante chamativa de “I’m The Only One” (Melissa Etheridge), mas eu achei meio anasalada demais para o meu gosto, além de ter desafinado em várias partes. Mas, podem me chamar de brega, mas a verdade é que gostei demais do momento em espanhol. E gostei também da bronca que ela deu em Shakira: “Meu nome é Karina Iglesias, cantei em espanhol e você ainda me pergunta se eu sou latina, sua anta???” Achei justo. Adam e seu “Inglés, por favor” e sua patada homérica mandando um “¡Cállate!” (Rei da Espanha feelings) muito bem mandado para a matraca latina também foi demais! Enfim, acredito que a blind tenha valido mais pela diversão do que pela música em si, e não vejo Karina chegando aos Lives.

Se Shakira não virou para Karina, ela não pensou duas vezes antes de apertar o botão para Garrett Gardner e sua “Seven Nation Army” (The White Stripes), com direito a arranjos que a transformaram numa mistura deliciosa de rock e reggae. Mesmo achando que essa música deveria ser aposentada após a incrível blind de Jamar Rogers na segunda temporada, gostei da versão. Mas os vocais, honestamente, não fora lá a melhor coisa do mundo. Exatamente por isso, achei bacana a atitude de Shakira, porque o potencial está lá para ser treinado. E, entre toda a história triste do rapaz, o que me emocionou mesmo foi quando ele agradeceu a Blake pelo feedback da temporada passada, provando que não há postura mais admirável em um reality musical do que a assumida pela equipe desse programa. Isso se chama respeito e consideração pelos participantes, isso é um show que faz uma grande diferença na vida até de seus cantores reprovados nas audições. Isso é The Voice, amigos! Por outro lado, tem outra coisa que também é The Voice e não nos deixa nada felizes. Preparem-se, porque é a hora do…

Combo 1: J’Sun [Team Shakira] – For The First Time (The Script), Duncan Kamakana [Team Adam] – Home (Michael Bublé) e Chelsea M [Team Usher] – Take a Bow (Rihanna)

Tava demorando, não? Não consegui enxergar um grande candidato em nenhum dos três cantores, mas é até meio ridículo tentar fazer qualquer avaliação em 2 segundos de apresentação dessas pobres almas que, se conseguirem o milagre de chegar aos Live Shows, jamais serão apoiadas por um público que não as conhece. Fiquei apenas curioso para ver o que J’Sun fez com a música do The Script (curiosidade aleatória: o vocalista da banda irlandesa, Danny O’Donoghue, também é um coach do The Voice, na ótima versão do Reino Unido).

Holly Tucker – Make You Feel My Love (Bob Dylan)

Não posso deixar de admirar uma pessoa que chega e canta uma música gravada por Adele que eu não conhecia na voz dela (me deparei com ela quando procurava pela de Garth Brooks, citada por Blake). De uma forma ou de outra, Holly não apenas tem uma voz linda e fez uma apresentação impecável, como também impôs um sentimento absurdamente intenso em sua performance, que foi o que realmente chamou minha atenção aqui. Fiquei imaginando o quanto essa menina não seria capaz de nos emocionar, e quero muito ver até onde vai esse potencial ao longo da competição. Eu, e os quatro coaches, que viraram, mas, por suas raízes country, obviamente ela foi com o Team Blake.

Depois de um combo de eliminados e da eliminação de Landon Medvec que rendeu um baita de um feedback da parte de Adam Levine (Shakira, por sua vez, fez a jurada do The Voice Brasil e achou tudo lindo e maravilhoso mesmo não tendo virado), tivemos a audição mais impressionante da semana.

Michelle Chamuel – I Kissed a Girl (Katy Perry)

Quando vi Michelle falando, achei que era uma personagem de The Big Bang Theory perdida no programa errado. Mas bastaram alguns segundos de apresentação para que eu concluísse que Michelle não poderia estar em um show melhor. Usar influências do rock para transformar um popzinho chiclete em uma canção realmente poderosa é algo digno de admiração. Michelle realmente se joga durante a interpretação, e, mais uma vez, somada ao talento, essa intensidade é algo que me conquista bastante. Eu tinha certeza de que Michelle escolheria Shakira, mas foi ingenuidade minha, já que absolutamente nenhum participante desse programa quer trabalhar com Shakira (com exceção das mini-Shakiras, claro <3 ). Além disso, levando em conta sua pretensão de trabalhar com o pop eletrônico, a escolha de Usher faz muito sentido.

Vimos então a audição de Julie Roberts, que não apenas já tem um CD gravado como também levou um disco de ouro por esse trabalho. Infelizmente, como bem disse Blake, ela escorregou pelas fissuras do mercado musical e jamais conseguiu se recuperar. Com uma história interessante, lá foi ela cantar uma canção do coach, e, honestamente, para o nível The Voice, foi um desastre. Eu não duvido de que a moça soubesse cantar, mas fiquei com muita pena dela ao ver essa performance já com a certeza de que ninguém viraria. Não sei se a esclerose, doença com a qual ela foi diagnosticada, tem alguma influência na capacidade de cantar, mas fiquei com a sensação de que algo aconteceu com essa cantora, que já esteve no auge e agora está desesperada por uma nova chance. Mas, se Julie chamou a atenção de uma forma negativa, a próxima participante construiu uma bela de uma primeira impressão em sua audição.

Monique Abbadie – Loca (Shakira)

Se Shakira e Christina Aguilera fossem um casal de lésbicas e criassem uma filha, o resultado certamente seria Monique. O modo como ela ataca as notas e explora sua potência vocal me lembra muito a ex-coach, mas é claro que sua influência latina faz com que ela se enquadre muito mais no perfil das mini-Shakiras do que das mini-Xtinas. Como bem disse Shak, Monique escolheu a música mais difícil que poderia dentro do repertório de seu ídolo, e isso prejudicou a respiração em boa parte da apresentação devido ao seu estilo mais agressivo. Porém, o potencial que essa menina demonstrou durante os trechos menos rápidos da canção fez valer as quatro cadeiras viradas. Ri alto em vários momentos dessa audição, como Shakira achando fofinho o modo como Usher realmente acreditava ter alguma chance de tê-la em seu time, ou a fala de Blake “Monique, eu virei primeiro. Pronto, acabei, não vamos perder tempo porque ela vai escolher a Shakira!” Uma daquelas blinds para jamais esquecermos. Infelizmente, prevejo uma batalha entre Monique e Cáthia que, seja lá qual for o resultado, me deixará muito triste.

Warren Stone – Colder Weather (The Zac Brown Band)

Quem acompanha realities musicais com frequência já ouviu muito que o estilo country tem uma peculiaridade que transcende o canto em si. O country é menos sobre os vocais e mais sobre a habilidade para contar uma história. E, nesse quesito, ninguém até agora supera Warren Stone e sua capacidade de nos envolver com sua interpretação de “Colder Weather”. Não foram os melhores vocais do mundo, mas foram bons, e muito bem planejados para que quiséssemos de fato ouvir como aquilo se desenvolveria, como um bando de crianças sentadas em volta de um adulto que está contando um caso. Foi assim que me senti ao ver Warren se apresentando, e é por isso que ele é meu country favorito na competição. Além disso, o cara tem o perfil mais adequado possível para o gênero e para se tornar um queridinho dos EUA. Country, bom cantor, tem um certo charme e, mais importante, é um cara de família, trabalhador. A América tradicional adora isso. Ironicamente, foi o único country que não escolheu Blake até agora, mas toda a imprevisibilidade dessa decisão foi por água abaixo pelo fato de que a edição passou o episódio INTEIRO insinuando que alguém roubaria um country de Blake. E, como Warren foi encaixado como o pimp spot da noite, é CLARO que ele seria do Team Adam.

Depois de morrer de rir com Blake chamando Shakira de “Chícara” (uma brincadeira com a palavra “chica” que fica ainda mais engraçada para nós, falantes de português), começamos a noite de terça com Audrey Karrasch, que entregou uma performance bastante interessante de “Price Tag” (Jessie J, que aliás é a coach mulher mais bad-ass entre todas as versões da franquia e está atualmente no The Voice UK – se você ainda não assiste, leia a esta review do meu colega Aleph Alves e perceba o tempo que está perdendo). Não foi uma das melhores vozes já vistas no programa, mas algo nela parece ser único. E a personalidade está lá, transbordando para quem quiser ver. Por isso, acredito que a vitória de Usher sobre Blake nesta blind (sem precisar falar absolutamente nada antes de ser escolhido!) tenha rendido uma forte candidata para seu time (apesar de sua história triste ser “Sou ex-modelo”; quase chorei de emoção com essa declaração dramática).

Brandon Roush é um daqueles roqueiros que você identifica de longe, mas nem por isso deixa de ser valioso. Muito pelo contrário, porque seu timbre tem poder suficiente para qualquer estilo musical, e isso foi o que mais chamou minha atenção. E chamou também a atenção de Shakira, que parece ter uma preferência por garotos roqueiros. Gostei dele, apesar de ninguém mais aguentar ver essa música dos Beatles (no caso de Brandon, foi um cover da versão de Joe Cocker). Eu fico em dúvida se o público não latino tem ideia do background roqueiro de Shakira, que só se tornou uma integrante do pop mainstream quando cruzou as fronteiras da América anglo-saxônica (esse termo existe ainda?). Acho até que Shakira é bem mais roqueira que Adam Levine (pronto, falei!). Assim, Garret Gardner ganhou um rival à altura para as batalhas, e Shakira um integrante interessante para seu time, que é composto basicamente por pessoas que nenhum dos outros quer.

Betsy Barta tem uma voz incrível, mas não acompanha realities musicais. Se tivesse estudado um pouquinho antes de participar, teria notado que cantar Adele é suicídio nesses programas, e não é de hoje. Lamentei por sua eliminação, mas não consegui ter pena legítima por essa escolha de repertório que desperdiçou a chance da cantora. E seguiu-se mais um combo de eliminados depois dela.

Não foi o caso de Patrick Dodd, que é um excelente cantor e provou isso com “Walking in Memphis” (Marc Cohn), que me lembrou Adam ensinando Sam James a pronunciar o nome da cidade na mesma canção nos ensaios para os knockout rounds na temporada passada. E, assim como na temporada passada, Adam levou a melhor. Mas não sei se Patrick fez uma boa escolha ao preterir Shakira, porque Adam está com tantos cantores bons em seu time que Patrick tem cara de cordeirinho de sacrifício nas próximas etapas (ou seria ele o rival de Duncan Kamakana nas batalhas?). Falando nisso, fiquem atentos, porque chegou a hora do…

Combo 2: Trevor Davis [Team Blake]– Keep your head up (Andy Grammer), C. Perkins [Team Shakira] – Because of You (Ne-Yo) e Agina Alvarez [Team Adam] – Beautiful Liar (Shakira & Beyoncé)

Trevor Davis chamou bastante a minha atenção, e achei C. Perkins meio qualquer coisa (prevejo uma batalha de whos entre ele e J’Sun nesta temporada), mas o que realmente me chocou foi ver a excelente Agina Alvarez, que voltou da temporada passada depois de ter recebido uns 10 minutos de tela apenas para ser eliminada, sendo reduzida a um mero combo! Fiquei extremamente chocado, e prevejo Agina perdendo para Karina Iglesias no Tem Adam, infelizmente. Mas saibam vocês que sou #TeamAgina independentemente disso. Observação inútil: acho um máximo ver que Adam, que tinha uma ou outra mini-Xtina na temporada passada, também garantiu sua mini-Shakira nesta.

O próximo cantor foi Orlando Dixon, que se apresentou com “So Sick” (Ne-Yo). Pelo estilo estava claríssimo que Usher seria seu coach caso virasse, mas ele nem precisou fazer essa escolha. Usher foi o único a virar, embora eu não tenha entendido muito bem por quê. Achei Orlando extremamente comum, e sinto cheiro de outro cordeiro de sacrifício, desta vez para o time de Usher. O pimp spot de terça, porém, está bem longe dessa categoria.

Savannah Berry – Safe and Sound (Taylor Swift feat. The Civil Wars)

Sou eu, ou está rolando um excesso de country nesta temporada? Seja como for, Blake Shelton já tinha Savannah nas mãos assim que virasse, o que ficou evidenciado pelo sorriso enorme da cantora ainda durante a performance quando o coach tomou essa decisão. Curiosamente, apesar da diferença de estilos, a voz de Savannah me lembrou muito a de Shakira, não sei se por algumas manias vocais ou por aquela sensação de que as notas estão vindo lá de dentro, das entranhas da intérprete mesmo, característica que a coach colombiana costuma explorar em suas performances mais emocionais. Seja como for, nem Adam nem Shakira tinham chance nessa batalha, e finalmente tivemos um pimp spot que não foi para o Team Adam (não que dar essa vantagem ao Team Blake seja muito melhor, mas reconhecerei o progresso, edição!). Não foi uma apresentação perfeita, e Savannah não é lá uma das minhas favoritas, mas enxerguei potencial de front runner na garota, acho que ela vai longe.

Ufa! Assim, finalizamos a semana de audições. Vamos ver como ficaram os times?

Team Adam: Judith Hill, Midas Whale, Sarah Simmons, Karina Iglesias, Duncan Kamakana, Warren Stone, Patrick Dodd, Agina Alvarez.

Com o cantor country mais completo da competição, uma dupla folk que deu o que falar e duas vozes femininas que já consquistaram muitos fãs, o Team Adam passa à frente e lidera com folga e muito mérito.

Team Blake: The Morgan Twins, Danielle Bradbery, Christian Porter, The Swon Brothers, Holly Tucker, Trevor David, Savannah Berry.

O Team Blake não fez grandes aquisições esta semana, mas tem Savannah Berry e Holly Tucker para chamar de suas, portanto não pode ser subestimado.

Team Usher: Jess Kellner, VEDO, Josiah Hawley, Taylor Beckham, Chelsea M, Michelle Chamuel, Audrey Karrash, Orlando Dixon.

Agora Usher tem Michelle Chamuel, que certamente vai durar na competição, além do rapaz que tem mais potencial para conquistar o coração das garotinhas. Cuidado com o Team Usher, amigos!

Team Shak: Mark Andrew, Kris Thomas, Tawnya Reynolds, Cáthia, Garret Gardner, J’Sun, Monique Abbadie, Brandon Roush, C. Perkins.

Shakira é a coach mais próxima de ter um time completo, e ainda assim não conseguiu nenhum potencial campeão en su equipo. Adoro as mini-Shakiras, mas o público norte-americano não é famoso por abraçar esse perfil. E estou com muita pena da cantora, porque, com exceção delas, Shakira simplesmente não consegue convencer ninguém a ir para o seu time, por mais que seja a coach que demonstra mais paixão e entrega enquanto luta por eles.

É isso, pessoal! Nesta semana, finalizaremos as blind auditions e poderemos analisar os times como um todo. Lembrem-se sempre: a palavra agora é DESAPEGO, até porque os Steals vão fazer uma dança das cadeiras nessa organização dos times logo mais. Obrigado por acompanharem, e até a próxima!

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Guto Cristino
Guto Cristino é engenheiro químico, jornalista e administrador. Nessa salada toda, o tempero constante é a paixão por séries e por Christina Aguilera, sempre presentes em seu cada vez mais curto tempo livre. No Série Maníacos desde 2011, é especializado em cretinice televisiva, com foco em novelões e realities, mas garante que vê série boa de vez em quando.