\Wow!!!!! Wow!!!!! Wow!!!! PQP!!!!! OMFG!!!!!

Eu sinceramente não achava que fosse possível, apesar de tê-lo desejado na semana passada. Mas The Tomorrow People conseguiu nos entregar um episódio ainda melhor que o excelente All Tomorrow´s Parties! Tarefa difícil de ser alcançada, mas entregue com competência.

Não bastasse ter um pedido atendido, sou agraciado com um segundo desejo: que o episódio fosse centrado em Russel, o oriental carismático. E não é que aconteceu ?! Juro para vocês que foi um palpite/desejo de sorte, pois não costumo ler notícias e/ou sinopse de futuros episódios, de qualquer série, para evitar spoilers indesejados.

Adorei conhecer um pouco do background de Russel. Isso conferiu alguma profundidade ao personagem, que já me provocava simpatia. Foi nos mostrado a tradicional rigidez da educação oriental, com um pai exigente e catalisador de vários sentimentos no personagem. Apenas fiquei na dúvida da verdadeira origem de Russel: se ele é japonês, como parece ser o idioma falado pelo pai; ou se ele é chinês, devido ao nome e sobrenome de seu pai. De qualquer maneira, estou apenas divagando, pois não conheço nada sobre idiomas e nomes típicos asiáticos.

Como companheiro de viagem, Russel teve John, o líder dos Seres do Amanhã. Gostei como o personagem foi trabalhado, deixando Russel o tempo todo sob os holofotes, sabiamente aconselhando-o quando necessário e oportuno. Dessa maneira, John pode evitar discutir a relação com Cara, de forma bem conveniente para ele.

Mas, infelizmente (ou não), o que a maioria dos leitores temia, aconteceu: a consumação do triângulo amoroso na série. Particularmente, sempre considerei estranha essa aproximação dos dois, uma vez que Stephen ainda é menor de idade (deve ter no máximo 17 anos) e Cara ser bem mais velha que ele. Mas, uma vez que a série não está nem aí para isso, resolvi desencanar e seguir em frente e curtir o inevitável. Adorei o flerte dos dois, com tons de sensualidade e comédia: eles me ganharam no “televirgem”, embora eu não tenha comprado que Stephen não era mais virgem, muito menos um garanhão (#SQN!)!

Mas tenho plena consciência de que muitos não irão gostar do envolvimento dos dois, apesar de ser uma fórmula consagrada do canal CW (e de muitos outros): o triângulo amoroso entre os protagonistas. Eu também não apoio em nada esse envolvimento, principalmente por motivos de John, lindo, maravilhoso daquele jeito, ajudando um amigo e ainda por cima sendo traído. Mas o que o coração (e o corpo) quer(em), ele(s) quer(em), não é mesmo Cara ?!

Por outro lado, isso cria a possibilidade de inúmeros conflitos na série. A tendência é que o embate ideológico entre John e Stephen só piore, principalmente agora, por motivos pessoais. Se não existissem conflitos, as histórias seriam demasiado entediantes, o que seria totalmente contra o propósito de entreter.

Não bastasse tudo estar bom no desenvolvimento dos personagens e das tramas, o caso da semana também foi bastante interessante. Realmente foi uma surpresa que a perdida e confusa de semana fosse irmã da agente responsável por Stephen. Achei prematuro que a agente Darcy já perecesse (realmente gostava da personagem), mas acredito que tenha sido um sacrifício que os roteiristas acharam necessário incluir na história. Mas tenho que dizer que me irritei bastante com a hesitação de Stephen e da perdida em se teleportarem atrás do caminhão: assim o problema teria sido rapidamente resolvido e Darcy ainda estaria viva.

Jedikiah teve uma participação discreta no episódio, porém contundente: o personagem tem um relacionamento secreto com uma mutante, o que o faz mais uma vez perpetuar o discurso hipócrita do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Acho esse conflito/paradoxo/antítese muito interessante para o personagem e para a série. Estou ansioso pelo desenvolvimento dessa história e pelos futuros desdobramentos/ acontecimentos.

Sorry For Your Loss se mostrou mais um excepcional episódio de The Tomorrow People! Com uma narrativa muito bem equilibrada, como raras vezes se vê no mundo das séries, o episódio soube dosar e todos os personagens tiveram seus minutos de destaque, sendo todos eles e suas tramas desenvolvidos. Com dois episódios excelentes em seguida, e inegável dizer que TTP é a melhor estreia dessa Fall Season, em minha humilde opinião. Pelo menos da televisão aberta, pois o primeiro lugar mesmo pertence à Masters Of Sex (“ASSISTÃO” AGORA!), padrão de qualidade Showtime e de canal a cabo, deixando as duas séries em diferentes categorias.

É demais fazer novos pedidos e apostas para a próxima semana ?! Deixo essa tarefa com vocês nos comentários.

PS. 1: Tive um terceiro desejo atendido: nesta semana, a CW garantiu uma primeira temporada completa para TTP! Yay! Agora ficamos na torcida por uma segunda temporada! Da próxima vez, vou pedir 1.000 desejos!

PS. 2: A pérola da semana foi “televirgem”. Eu (infelizmente) sou. E vocês ?!

PS. 3: Felicity/Irene voltou! Seria ela um par mais adequado (= mesma idade) para Stephen ?!

PS. 4K: O interesse romântico de titio Jedikiah, Morgan Burke, é interpretada por ninguém menos que Carly Pop, a eterna Sam de Popular (A.K.A. Popularidade). Se você acha que o humor de Glee sobre o (tenebroso) High School é ácido e sarcástico, saiba que isso já existia no final da década de 90 em Popular, a primeira e uma das melhores criações de outro tio (ou tia): Ryan Murphy! Eu assistia a série pelo SBT. E você: era team Sam ou team Brooke ?! Sam 4ever! <3

PS. 5: Perceberam como a narrativa fluiu sem a Asterix no episódio ?! Tudo bem, houve uma foto dela, mas foi bem melhor que uma aparição da personagem em si, respirando, ocupando espaço, falando e interagindo. Inevitável comparar com Arrow (que são séries primas – não resisti ao trocadilho – que são exibidas em seguida uma da outra e foi, de fato, como assisti ambas nesta semana), que teve um efeito semelhante: sem a chata da Laurel, o episódio também foi excelente e fluiu. Que morram as duas, o que acham ?!

Artigo anteriorWitches of East End 1×06: Potentia Noctis
Próximo artigoSupernatural 9×06: Heaven Can’t Wait