É preciso acalmar os ânimos antes de tomar uma decisão.
O amadurecimento se constrói em circunstâncias de adversidade, principalmente quando você toma a frente de decisões que influenciam diretamente o seu futuro. Entre as opções que você têm em mente há aquelas que contrariam os conselhos racionais e outras que são precipitadas devido ao calor da emoção. “Take Me Out” se utiliza das fragilidades dos personagens para dar à temporada o ritmo e a ambientação que faltavam no episódio de estréia.
O enfoque em Brandon o transforma positivamente de personagem responsável pelos problemas do fim da temporada passada para o rapaz cuja dor traz soluções interessantes para os núcleos em The Fosters. O desejo de passar por um novo procedimento cirúrgico gerou conflitos dentro de casa e a abordagem até a sua decisão de esperar foi bem construída. O acerto do episódio foi a inclusão da banda do amigo de Emma fazendo a integração familiar que evita uma condução arrastada para a temporada. Ninguém tem dúvidas quanto ao futuro dessa relação entre Brandon e Lou, com direito a atritos musicais e uma pitada de ciúmes “familiar”.

A mudança notável na auto estima de Mariana traz certo risco para a empatia do público com a personagem. Mas, independente do que o roteiro tem preparado para a latina, Cierra Ramirez continua a evoluir e agora quero ver a briga dos amigos de Jesus pelo coração da garota. Tomara que no próximo número de dança ela também demonstre evolução porque em “Things Unknown” seus passos pareciam de uma Britney em sua fase sem cabelo.
Por falar em Womanizer, Jesus continua a achar que é a última Oreo do pacote mas acabou sem laranjas e ainda eleito o PM da vez. Pau Mandado de Emma, o rapaz passa por situações constrangedoras que deixariam Ted de HIMYM tornar-se um lobo alfa da matilha. Veremos até aonde vai esse relacionamento picolé de chuchu que em semana de Emma mandona foi mais artificial do que normalmente.
Finalmente a série reinseriu o drama sobre a sexualidade de Jude. É triste ver uma criança com dúvidas e naquela fase de enxergar o seu papel perante o mundo sofrer esse preconceito do pai de Connor. O corte de cena após a pergunta de Jude ao amigo determina um silêncio de respeito, afinal antes de tudo os filhos devem obedecer aos pais. Mas creio que aos olhos do pai de Connor as coisas seriam diferentes caso Jude tivesse adotado por uma família tradicional.

As decisões de Stef e Mike sobre Brandon continuam a chatear Lena, apesar de seu olhar demonstrar a insatisfação, acho que ela deveria ser menos passiva quando o assunto envolve seus filhos. No entanto, a vice grávida irá lutar pelo cargo de diretora e, embora não pareça, algo me diz que o super profissional Timothy deve apoiá-la a conseguir a direção de Anchor Beach.
Enquanto isso Stef continua na direção certa no caso do desaparecimento de Ana, tudo aponta para Mike e ele não convenceu nem a si mesmo naquela explicação da briga no bar em prol da indefesa garçonete. Não creio que o corpo encontrado seja de Ana, seria obscuro além dos limites o beberrão ter matado a moça. Como não ligo para o destino da drogada, só gostaria de saber logo o que Dani realmente quer de Mike, mas creio que essa janela somente será aberta quando escancarar a porta da traição da jovem com Brandon.
Colocando um pouco de O.C. em The Fosters, nada melhor do que uma segunda família rica para Callie. Ousados, os produtores trataram de colocá-los frente a frente logo na estréia da temporada. Robert Quinn se mostrou fã de shakes e generoso nas gorjetas, mas não convenceu a Callie, nem a mim sobre o passado. Pelo menos agora ouvimos a voz da animada “Someone’s Little Sister” ou seria “Callie’s Little Snow Sister”?

















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