
Acontece nas melhores famílias.
Spoilers Abaixo:
The Ecstasy and the Agony foi um belo exemplo de preguiça de roteirista. Veja bem, esse episódio tinha tudo para ser daqueles que nos deixam querem mais: assassinato de um mafioso israelita que estava prestes a testemunhar contra um cartel que traficava ecstasy; ação conjunta com o FBI; membros do esquadrão cometendo erros estúpidos. Mas, ao contrário das minhas expectativas, conseguiram transformar tudo isso no episódio mais morno – para não dizer chato – da temporada. Um episódio que não acrescentou nada à trama.
O pior de tudo isso foi perceber que o caso poderia ter sido resolvido de forma tão mais rápida se o tenente Tao não tivesse esquecido o detalhe que o incomodara na cena de crime. Um personagem que tem como maior característica essa verborragia que o faz dar mais informações que necessário – por ser detalhista demais – simplesmente “esquece” um fato que ajudaria a identificar um suspeito? Ah, roteiristas, cut the crap!
Pensei até que essa situação seria aproveitada de outra maneira. Esperava ver a Raydor perdendo a paciência com o Tao em alguma parte da investigação por causa desse deslize, mas não foi o que aconteceu. Parece que ela espera algum tipo de incompetência do esquadrão.
Tirando minha frustração com o desenvolvimento episódio, dois momentos foram genuinamente engraçados. Primeiro, a Raydor ensinando o Rusty a parecer católico na nova escola (“Ande com uma expressão de culpa. Vai se encaixar bem.”). Depois, a esposa do israelita assassinado contando que o FBI ia colocá-los no programa de proteção à testemunha e eles mudariam para Tulsa/Oklahoma usando o sobrenome McDougals.
Aliás, deve ser horrível viver em Tulsa. Porque ou esse é o pior lugar da Terra para se viver ou esse foi o motivo mais ridículo para se matar alguém.
PS: Com um episódio tão sem sal como esse, não pude nem ficar feliz por ver a Raydor em uma cena de crime.





















