Que o jogo comece.
Domingo foi dia de playoffs na Liga Nacional de Futebol Americano nos Estados Unidos a NFL. Logo, Lost Girl entrou na onda e o episódio percorreu algumas jardas, porém não marcou touchdown de desenrolação, ainda deixando um pouco a desejar no quesito ships. Touchdown mesmo marcou a PLAYLIST de Lost Girl, super alto astral e harmônica com os momentos que soltaram o play. Bem como vimos na entrada triunfal da Bo em campo ao lado da super desengonçada Tamtam. A música de treino do Marc e a música de pré-jogo da Tamtam muito bem escolhidas e na batida perfeita como diria Marcelo D2. Amei cada música desse episódio, troféu joinha para o sonoplasta.
Falei na review anterior que, a relação Valcubus estava com os dias contados. Ver a Bo sonhando com a Doc, apenas, revela essa desconfiança, afinal não nos esquecemos de alguém que amamos assim tão fácil, ainda mais convivendo com a Doc, como a Bo convive. Esse “relacionamento” entre Bo/Tamsin não passa de uma parceria. Diferente do que nossa sexy Súcubo nutre pela Lauren. Assim, a Doc ainda está viva no jogo, percorrendo jardas a jardas para marcar seus pontinhos. E prevejo um touchdown no final para o #TeamDoc. Ainda assim espero que a Bo não tenha que escolher ninguém, mas já fica evidente caso ela escolha quem foi a vencedora desse Playoff.
Tendo revelado um pouco sobre a loira do elevador e sua “Family”, Lost Girl se desenvolveu e avançou um pouco, o que era esperado pelos fãs. Algumas coisas sendo desvendadas, como, Zee e sua família rondando perigos para nossa Súcubo e sua família. E se a família ressuscitada é tão poderosa como de fato imagino, creio que vamos precisar de toda família trabalhando juntos novamente. E por família eu colocaria o Vex nessa, afinal ele tem muito que se redimir por contas dos crimes do Máximos. Coloco também o novo parceiro e filho do Dyson, o Marc. Sua ajuda é bem vinda moço, e que ajuda!! Podemos colocar até mesmo a Evony nessa lista de HELP, então espero que a doc a transforme-a em Fae o mais depressa possível. Por fim, seria uma boa hora para o retorno da nossa K-star. Estou contando os episódios para que isso aconteça.
Com ar de mistério no fim desse episódio e com uma tempestade chegando no próximo, aviso para tirarem os eletrônicos das tomadas e ficarem longe da janela. A Zee parece ser uma vilã a alta, espero quem sabe que supere até Hades, então moça loira do elevador não nos decepcione. E por falar em decepção venho defender o Senhor Rei de Sangue, não gente o Trick ainda não se mostrou um rei que era para ser, mas como bartender ele manja dos paranaues e um touchdown quando se trata de coquetel. Mas o que eu quero ver mesmo são raios cruzando o céu, ver ovos cozidos rolando ao chão, quero ver figth, portanto, não nos decepcionem caros redatores.
Como já disse anteriormente, Lost Girl está acima de estereótipos e não tem apenas uma mensagem fixa sobre uma garota perdida ou sem identidade. Quem acompanha a série até aqui sabe que, por trás de suas abordagens sobre opções, escolhas, amizades, família, etc. Temos um tema evidente abordado pela série, colocado de maneira sutil e inteligente com uma protagonista sendo bissexual ou arriscaria até polissexual. Sendo assim, seria impossível não esclarecer ou falar sobre, deixando passar batido, por assim dizer o que desde o primeiro episódio a série incide na abertura, onde nossa protagonista monologa: ”A vida é difícil quando você não sabe quem você é. É mais difícil quando você não sabe o que você é (…) Estive perdida por anos buscando enquanto me escondia (…) Viverei a vida que escolhi.”. Dito isso, coloco de forma natural a congratula da Bo pelo Clay ter saído do armário. Deixando assim, cada vez mais manifesta a bandeira levantada todos do time de Lost Girl no quesito sexualidade. Fecho a review enfatizando que você não precisa aceitar nada, nem ninguém, apenas respeitar a opção do outro, para que assim, possamos ter um mundo, onde sejamos socialmente iguais, humanamente diferentes e totalmente livres para estar com quem escolhermos estar e sermos quem nós escolhemos ser.
Touchdown 01: Tamtam com pompom nas mãos arrasou. “Me dá um D, me dá um Y, me dá um… chupa minhas bolas.” A cheerleaders do ano. Mas como girlfriend, abre teu olho Tamz.
Touchdown 02: Ponto de atenção lá pelos dezessete minutos e trinta segundos, Dysom vestido de cantor sertanejo, estava me preparando para a qualquer momento ele desmaiar, com aquela calça apertada, errou feio, errou rude. Tira tudo que fica melhor papito!!!
Touchdown 03: Vai ser de partir o coração ver a Bo terminando com a Tamtam, mas fico na torcida para a Tamz achar alguém mais loca que o Batman para ser feliz no final. #BrokeMyHeart
Touchdown 04: Qual foi o maior Touchdown desse episódio para você faemaníacos??? Até a próxima partida. muaaah






















