
Viram como “50 Tons De Cinza” não é uma boa influência?
Spoilers Abaixo:
Depois daquela ótima season premiere dupla, SVU volta à sua tradicional fórmula do caso da semana, aquela que eu amo tanto (:D). O que também volta é a participação de atores famosos no contexto da série, outro fator que eu também adoro. A convidada da semana foi a Anna Chlumsky, conhecida por todos como a protagonista do filme “Meu Primeiro Amor” e que continua com aquela mesma carinha fofa.
E não só isso, SVU nos mostra que mesmo sendo uma série com tantos anos de exibição, ela consegue se atualizar e se situar dentro dos assuntos mais comentados do momento. E nesse caso seria o Best-seller do momento: “50 Tons De Cinza”.
Primeiro eu gostaria de deixar claro que a primeira frase da minha review foi apenas uma brincadeira, afinal eu nem li o livro. Conheço meio por cima a história, sei sobre o que se trata, que tem umas comparações com Crepúsculo (eca) e que talvez não seja um livro tão bem escrito (rs). Talvez fosse melhor para a review se eu já tivesse lido esse hit. Ou não. Não tem como saber. Mas o que eu posso dizer é que não tenho conhecimento o suficiente para qualquer coisa que o envolve e que nem comparações do episódio com o livro eu vou fazer, para não correr o risco de sair falando coisa que eu não sei.
Dito isso, vamos ao que interessa. Foi um bom episódio, com uma boa história e com alguma ou outra reviravolta ao decorrer dos quarenta minutos. Inclusive até achei algumas cenas fortes para o que a série está acostumada a apresentar. Eu não sei vocês, mas eu não me lembro de algum outro episódio em que mostrava cenas sexuais como essas de “Twenty-Five Acts”. Foi terrível só de assistir. Adam Cain, um apresentador de TV, teve a presença de Jocelyn Paley, a autora do livro sucesso do momento, em seu programa como entrevistada. Depois os dois saem para jantar e aí é que começa os problemas da autora. Ela entrega a sua calcinha para o apresentador (?), o que os leva para a cama depois. E é nessa hora que Cain revela o monstro que ele era ao agir violentamente com a moça e estuprá-la. Como se ainda não fosse suficiente, o apresentador volta a estuprar a Jocelyn no dia seguinte, em um elevador durante uma festa. É esse o estopim que leva a vítima a denunciar o seu agressor, finalmente.
A história começa a ficar mais interessante quando se volta para os tribunais. Aliás, eu estava com saudades disso em SVU, dessa parte tão essencial na série. O novo promotor, Rafael Barba, que eu confesso que não sei se voltará a aparecer na trama, assume o caso de tentar colocar na cadeia uma pessoa famosa e influente, o que sabemos que é sempre mais difícil. Após isso, acontece a grande reviravolta do episódio: Jocelyn não é a pessoa que escreveu Twenty-Five Acts. A verdadeira autora era a sua professora, era ela quem tinha vivido aquelas fantasias sexuais de dominância e submissão. Aquelas mesmas fantasias sexuais que levaram Jocelyn a ser estuprada por Cain. A maneira que o promotor “quebra” o réu foi meio estranha, é verdade, mas funcionou de forma perfeita. Depois de quase matar o seu acusador na frente de todos, não tinha como Adam Cain se livrar da pena. E assim o caso fecha com a conclusão que merecia.
Outros pontos interessantes (seja para o bem ou para o ruim) é a saída do Captain Harris da SVU e o mais novo drama do Amaro. Eu achava que o personagem do Adam Baldwin seria bem chato e que iria causar alguns problemas para a Olivia e Cia. Não foi isso que aconteceu e eu admito que gostaria de ter visto um pouco mais desse capitão. O achei interessante e é uma pena que a participação dele foi bem pequena. Espero que ele volte! E ainda teve o Nick… Ai ai! Eu vou ser direta: esse cara é muito chato! E eu não estou querendo ele comparar com ninguém (Stabler), estou dando a minha opinião puramente sobre a personalidade do personagem. Ele não tem carisma e não consegue ser um bom parceiro para a Olivia, já que não existe confiança ali pela parte dos dois. E ele ainda me pede para mudar de dupla. Ruim para o Amaro (in my opinion), ótimo para a Liv, que junto com a Rollins, formou uma ótima parceria. Como consequência ainda teve a volta do Finn e do Munch como parceiros, o que é sempre bom também.
Sei que critiquei algumas coisinhas aí no parágrafo acima, mas não é nada que interfira na qualidade. Foi um episódio que seguiu o padrão da série, é verdade, mas se já assistimos catorze temporadas é meio óbvio que ninguém ache ruim disso, certo?! Mas e vocês, gostaram do episódio? E da participação especial da Anna Chlumsky? Não se esqueçam de comentar e até semana que vem!
p.s.1: aham, Rollins, SEI que a tua irmã te deu o livro, SEI…
p.s.2: as pessoas têm que parar de culpar a Liv por tudo, coitadinha.
p.s.3: se a Jocelyn era tão ingênua mesmo, por que ela deu a calçinha dela para o cara no meio de um restaurante?
p.s.4: é por isso que eu digo, Best-seller bom mesmo é só Harry Potter rs





















