O Natal já chegou em Grimm.
Antes de qualquer coisa, preciso dizer que estranhei esse ser o episódio natalino de Grimm nessa temporada. Estranhei porque na próxima sexta a série ainda exibe episódio novo, que aí sim será o último do ano e logicamente, deveria ser o de Natal. Mas deixando essa estranheza minha de lado, aproveito que o Natal chegou um pouco mais cedo na série porque o episódio foi bom e divertido.
A temática natalina foi muito bem utilizada, desde os detalhes mais técnicos. A trilha sonora esteve muito bem colocada e as decorações, principalmente as da casa de Monroe, estavam estonteantes. E ainda, como “milagre de natal”, Monroe e Rosalee finalmente ganham sua lua de mel (a cena com o convite no trenzinho foi muito bonitinha, aliás). Porém ainda tenho minhas dúvidas se essa lua de mel vai acontecer, ou se Monroe e Rosalee acabarão sendo vítimas de mais ataques.
Adorei o caso da semana, que se encaixou perfeitamente com o clima de Natal. A mitologia dos Kallinkantzaroi, que são praticamente os goblins de Grimm, foi riquíssima e muito bem apresentada. O fato dos “monstrinhos” da semana serem crianças foi muito bacana, e com isso deu para abusar de todo o espírito brincalhão, que surgia da inocência e ingenuidade deles. O caso todo foi bem desenvolvido e também gerou muito bom humor, com todo mundo correndo atrás das crianças-monstros.
Drama vem por aí com a gravidez de Juliette. É impressionante como alguma coisa sempre tem que dar errado. Nick recuperou seus poderes, mas com certeza foi “na mesma sessão” que acabou engravidando Juliette. Não faço a mínima ideia do que pode acontecer com esse bebê que foi feito no corpo de Adalind, mas fiquei curioso.
Já a trama de Wu tem que se desenvolver com mais eficácia. Começo a me cansar desse “vai não vai” a cada episódio. Renard é outro que também deveria ganhar mais espaço, afinal o personagem é ótimo e está bem parado nessa temporada. Contudo, adorei a conversa entre Nick e Renard sobre Kelly e Elisabeth, com ambos desejando que as mães não se matem.
Gostei bastante da participação de Josh. Achei a conversa dele com Juliette no começo do episódio bem bacana, e por mais que eu tenha achado bacaninha a interação dele com Trubel, ficou bem forçada. Desde a cena dele acordando de manhã e insistindo em ir junto com ela onde quer que ela fosse ir, até os dois indo embora juntos. Por mais que Trubel já tenha evoluído bastante desde que entrou na série, não acho que a pessoa passa de alguém praticamente antissocial para “vamos embora daqui seja lá para onde for para eu te ensinar o que você quiser saber” tão rapidamente. Trubel não era tão próxima de Josh para fazer isso. Por isso essa saída (ainda que temporária) da personagem, ficou muito precipitada e mal trabalhada. A conversa de despedida com Nick foi muito bonita, mas mesmo assim não me convenci das motivações de Trubel para querer ir embora. O plot com Chavez agora, fica a ver navios.
PS: Percebo que o núcleo de Vienna está bem sem sal quando passo o episódio inteiro sem notar a ausência dele. Só fui me tocar que Adalind, Viktor e etc não tinham aparecido quando comecei a escrever a review.
















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