Intervenções são sempre necessárias em casos como esses.
Não sei se seria justo, mas Med tem sido a menina dos olhos para mim esse ano. O nível que ela vem nos apresentando tem sido superior em relação às outras duas, não sei se é porque ela é a terceira série da franquia, mas eu gostaria de ver esse nível elevado nas outras duas. Dito isso, vamos ao que interessa.
Durante o episódio tivemos dois extremos: o primeiro Reese com sua preocupação com a vida dos pacientes e o segundo Noah com sua falta de preocupação e de responsabilidade com a vida dos pacientes. Mais uma vez Reese acabou sendo o destaque do episódio por querer que o Dr. Unger fosse punido por ter errado inúmeras vezes os diagnósticos de seus pacientes. Para uma estudante de Medicina que no episódio anterior desistiu da especialização no PS, nesse ela veio com tudo e mostrou que seu coração está sim no PS e que a vida dos pacientes é sua prioridade. E como destaque negativo temos Noah – o babaca de plantão. O cara está dentro do hospital apenas flertando com as enfermeiras quando deveria estar dando duro para crescer profissionalmente. A arrogância dele é de revirar o estômago e as coisas pioram quando ele foge da responsabilidade e faz aquele drama todo para April, como se fosse um garotinho que precisa de proteção. April até achou que podia passar a mão pela cabeça dele, mas voltou atrás de maneira sábia para mostrar ao irmão que ele precisa sair das fraldas.
A interação entre Rhodes e Choi foi conturbada por terem opiniões distintas sobre o paciente que decide retirar o DAVE que é o Dispositivo de Assistência ao Ventrículo Esquerdo que era o responsável por mantê-lo vivo. De um lado Choi que quer mantê-lo vivo, mesmo que o paciente não estando feliz com o modo que está vivendo e do outro lado temos Connor que após pedir um conselho ao mestre do coração Downey decide atender ao pedido do paciente. Casos como esse sempre irão gerar um ruído entre os médicos, mas sempre voltamos para o que o paciente quer, então Connor não fez nada além do que acatar ao pedido dele.
Gente, sinceramente, eu estou igual a Goodwin em relação ao Will, só que no meu caso eu já tinha dado uma suspensão para ele desde o início desse caso. Ele continua nessa insistência irritante com o caso da Sra. Baker e a minha vontade é só enfiar a cabeça dele numa parede. Ridículo também é o modus operandi dele em relação à Zoe, fica usando um charminho barato para conseguir o que quer. Já está na hora da Zoe acordar. Adorei – em toda a extensão da palavra – quando a Goodwin colocou o Will no lugar dele dizendo que mais uma besteira e ele seria demitido. Acho válido. Aos fãs que shippam Will e Natalie só o que resta é esperar para vê-los juntos e foi a coisa mais coerente que já fizeram em relação aos dois.
O que começa a ficar claro é que em Med as coisas são bem diferentes do que em PD e Fire. As desavenças e as oposições entre os tratamentos e intervenções cirúrgicas deixam claro que em Med não há uma família e em um momento isso terá que ser trabalhado porque não dá para ficar desunido quando estão ali para salvar a vida das pessoas.
Ps1: qual a necessidade de colocarem Connor e Sam na cama novamente? Muda logo esse disco e só quero dizer que pode ir embora Sam. Boa sorte e tals.
Ps2: Will poupe-me dessa conversa de um garotinho apaixonado que puxa as tranças da menina que ele gosta. Você é homem ou menino?
Ps3: Chicago Med só retorna dia 29 de Março, infelizmente.














