
Com a grade mais bem estruturada entre todos os canais para garantir o sucesso de novas séries, a CBS tem chances de emplacar múltiplas novidades nessa temporada. Robin Williams, Toni Collette, Tony Shalhoub e Josh Holloway são apenas alguns dos astros que estão para invadir a televisão.
Os pitacos pessoais são baseados 100% em achismo. Convido todos a compartilharem seus pitacos nos comentários.
The Millers

Sinopse – Nathan Miller acaba de se divorciar e está ansioso pela vida de solteiro, mas depois de finalmente contar para seus pais que seu curto casamento de três anos chegou ao fim, ele inspira seu pai a fazer o mesmo. Desolada sua mãe decide ir morar com ele, complicando seus planos de solteiro.
Pitacos pessoais – Gosto de dizer que gosto de Will Arnett, mas às vezes fico pensando se isso não é algum efeito residual eterno do meu amor por Arrested Development, porque desde então não consegui acompanhar nenhuma outra série que ele protagonizou por achá-las todas sofríveis (na verdade acho que só teve Running Wilde e Up All Night). O elenco de The Millers é realmente ótimo: Margo Martindale, Beau Bridges e o melhor amigo vindo de Curb. E o horário de exibição de The Millers? Não poderia ser melhor, logo depois de The Big Bang Theory, só a comédia mais assistida dos Estados Unidos. Com certeza vai bombar, pelo menos no seu início. Vale lembrar que essa é nova comédia de Greg Garcia, criador de Raising Hope e My Name is Earl.
The Crazy Ones

Sinopse – Simon Roberts (Robin Williams) é o presidente e a principal mente criativa de uma grande agência de publicidade. Seu jeito maluco e nada ortodoxo garantem boas ideias para as campanhas, mas são os principais motivos das dores de cabeça da sua filha Sydney (Sarah Michelle Gellar), sócia da agência e com personalidade completamente diferente.
Pitacos pessoais – De todas as novas comédias de todos os canais, The Crazy Ones é que me deixa mais empolgado. Robin Williams é um gênio da comédia e eu mal posso esperar em poder assisti-lo semanalmente. Meu amor por Sarah Michelle Gellar já foi maior, pois se de um lado eu gostava muito de Buffy, por outro, desde então ela só se enfiou em bombas (_!_ Ringer), mas aqui as coisas são bastante promissoras. Bom ver também que James Wolk vai ter certo destaque, pois ele é muito talentoso e está sendo mal utilizado em Mad Men atualmente. Fiquei um pouco surpreso em ver que a nova comédia de Will Arnett ganhou um horário na grade da CBS mais privilegiado do que a nova comédia de Robin Williams, mas acredito que o apelo de The Crazy Ones é tão grande, que o canal pode se dar o luxo de abrir mão de um lead-in poderoso. Aposto muito no sucesso.
Hostages

Sinopse – A Dra. Ellen Sanders (Toni Collette) é uma competente cirurgiã, que foi encarregada de operar no Presidente dos Estados Unidos e garantir que nada de ruim aconteça com o homem mais poderoso do mundo. Uma noite antes da cirurgia, a família de Ellen é mantida como refém pelo o que parece ser um agente traidor do FBI, Duncan Carlisle (Dylan McDermott), que tem apenas uma exigência para libertar a família: ele quer que Ellen mate o Presidente durante a cirurgia.
http://www.youtube.com/watch?v=qAEO3HByaVc&feature=share&list=PLkFN5tJzRq7Dj-t1Pr3ISij0sIlE5C0FX
Pitacos pessoais – Em termos de elenco e história, não tem como negar que Hostages é bastante atraente. Toni Collette é ridiculamente talentosa, gosto muito de Tate Donovan e não me incomodo muito com o jeitão canastra de Dylan McDermott. Assim como Homeland, Hostages é uma adaptação Israelense e existe certa confusão sobre o formato da série. A princípio ela era vendida como uma minissérie de 15 episódios e agora a CBS não enfatiza mais esse ponto. Todos os anos temos esse tipo de série com trama de filme e raramente elas funcionam. Acredito que a ideia seja testar a audiência e decidir depois se continuam ou não. Sem lead-in e com um horário não muito bom (segunda-feira às 22h), acho muito difícil Hostages passar da encomenda inicial de 15 episódios.
Intelligence

Sinopse – Gabriel (Josh Holloway) é um espião que teve um chip implantado em seu cérebro e agora ele tem acesso direto pela sua mente as informações globais, wifi, telefone e satélites. Além disso, o chip o permite visualizar todas as informações de maneira 3D misturando dados reais e sua própria imaginação.
Pitacos pessoais – Chuck com anabolizantes. Essa ficou para o ano que vem, e embora Chuck seja uma comédia, não tem como não fazer a comparação. Intelligence me parece aquele tipo de série que empolga bastante no começo, mas que enjoa rapidamente, mas claro que quero conferir Sawyer chutando bundas novamente.
Mom

Sinopse – Nova comédia de Chuck Lorre (criador de The Big Bang Theory, Two And a Half Men, Mike & Molly) estrelada por Anna Faris fazendo o papel de uma mãe solteira criando dois filhos em um mundo cheio de tentações e complicações, ao lado da sua mãe nada convencional interpretada por Allison Janney.
Pitacos pessoais – Não assisto a nenhuma comédia de Chuck Lorre, mas assisti TBBT por 4 temporadas e Men por 7. Existe um padrão em algumas produções de Lorre: elas começam bem, mas tornam-se insuportáveis com tempo (algo subjetivo, obviamente). Não sou fã de Anna Faris, mas lá estava ela em Friends, Entourage e nos malditos filmes da franquia Todo Mundo em Pânico, que eu devo ter assistido todos e tenho muita vergonha em assumir isso. Allison Janney é top e o amigo viciado de Jesse em Breakind Bad (ou seria o primo de Dwight em The Office?) é muito engraçado. Mom não me soa nada divertido, mas é difícil apostar contra Chuck Lorre, pois o cara é uma máquina criadora de sucessos e quando ele morrer a CBS vai falir. O horário de Mom é muito bom, logo depois de 2 Broke Girls, que possui uma sólida audiência e as chances de sucesso são igualmente boas.
We are Men

Sinopse – Carter acaba de ser largado no altar pela sua noiva e desolado ele se muda para um complexo de apartamentos onde faz amizades inusitadas com outros três solteiros. Frank Russo (Tony Shalhoub) é o mais velho da turma, mas faz muito sucesso com as mulheres; Gil Bartis (Kal Penn) tem uma filha e é conhecido por ter tido o pior caso extraconjugal da história e Stuart Strickland (Jerry O’Connell) é um ginecologista, que se dependesse dele usaria sunga o tempo todo. Juntos eles apoiam um ao outro e navegam pela vida de solteiro.
Pitacos pessoais – Se a história me ensinou alguma coisa é a seguinte: não se apegue as séries estreladas por Jerry “Pé frio” O’Connell. É cancelamento semi-garantido. Mas digo que gostei bastante do promo, muitas coisas me pareceram divertidas e como vou deixar de conferir Tony Shalhoub, o eterno Monk ao lado de Kal Penn o eterno… Kumar? Enfim, vindo depois de How I Met Your Mother e antes de 2 Broke Girls, We are Men foi parar em um verdadeiro sanduiche de boa audiência. A zica do O’Connell vai ter que estar caprichada esse ano para essa comédia não dar certo.
É realmente muito impressionante a forma como a grade da CBS foi montada, dando chance para emplacar a maioria das suas novas séries e sem nenhuma produção com cara de flop óbvio (não me faz queimar a língua Jerry O’Connell). O canal ainda tem duas novas séries programadas para o ano que vem, que ainda não possuem promos: Reckless e Friends With Better Lives.
Série bônus:
Under the Dome

Sinopse – Baseado no romance de Stephen King e produzido por Steven Spielberg, Under the Dome pretende recriar os eventos narrados por King, que mostra uma pequena cidade sendo isolada do mundo por uma barreira impenetrável de forma inexplicável. Enquanto o caos se espalha pela cidade, um grupo decide reinstaurar a ordem enquanto simultaneamente investiga a barreira que envolve a cidade.
Pitacos pessoais – Na verdade não tem porque ter pitacos, pois Under the Dome é uma minissérie de 13 episódios e todos os episódios serão exibidos, independente da audiência. Essa não é uma produção da fall season, chega antes, no dia 24 de junho e mesmo eu não sendo um fã de King, sei que o livro é muito elogiado e eu pretendo conferir todos os 13 episódios.
E vocês? Quais são suas apostas de sucesso e fracasso? O que você pretende conferir e o que você pretende passar longe?





















