A estrela de The Middle.
Olá, pessoal! Desculpem-me novamente pela demora. Essa coisa chamada período de provas (+ formaturas alheias + doenças + 590905998 outras atividades) me impediram de ficar mais em dia com as reviews de The Middle como eu gostaria. Sem mais delongas, vamos lá!
5×20 – The Optimist
Eu queria MUITO ter conseguido fazer uma review só para esse episódio, o melhor desta review tripla. The Optimist foi absolutamente perfeito em tudo: nos plots, nos desenvolvimentos das histórias e, claro, em Sue, que agora sabemos com toda a certeza que é o centro, a convergência, o grande sentido de The Middle. A conversa final com Frankie foi completamente transbordante de tão linda, e, nela, os roteiristas escancaram que, na verdade, Sue é o grande “meio” de The Middle, aquilo que norteia todos os outros personagens, juntamente com Frankie, sua mãe que a admira pelo mesmo motivo que nós: a perseverança e a capacidade de pegar todos os limões que a vida dá e transformá-los em limonada suíça misturada com smoothie de morango e maçã. Foi catártico, apenas.
O plot do Brick também prendeu bastante a atenção, afinal, aquilo que começou como uma tentativa do Mike de fazer algo heroico pelo filhinho acabou quase como uma acusação de pedofilia! WHAT? Gente, sério, só o Brick mesmo pra fazer o paizão passar por tudo aquilo. Eu já tinha perdido a paciência juntamente com o Mike e acho até que ele aguentou demais. Mas, como disse nossa amada mãe no final, às vezes os filhos nos frustram, mas nem por isso deixam de ser nossas crias, né? E crias que podem custar caríssimo, como foi o caso do Axl comendo até as estantes para ganhar peso, juntamente com Hutch (que fiquei feliz por ter sido introduzido ao núcleo familiar dos Heck!). O plot deles foi o que menos teve tempo de tela, mas nem por isso passou despercebido, afinal, Axl fazendo bizarrices com seus amigos é sempre uma delícia!
Vale comentar também que a problemática do plot da Sue deve ter provocado uma identificação imediata com um monte de gente, afinal, quem não morreu com estudos, provas, cursinhos, pressão, pressão e mais pressão no Ensino Médio, não é verdade? Minha Síndrome do Pânico que o diga.
5×21 – Office Hours
Acho que esse episódio já poderia ser resumido no fato de que Sue se mostrou interessada em participar do Miss Teen Orson, mas vamos aos detalhes. Eu simplesmente AMEI a nova epifania de Frankie para tornar sua vida melhor. Sabemos que esses insights da mamãe Heck geralmente (= sempre) são cilada, mas desta vez ela realmente teve uma ideia interessante, com uma boa execução… que, logicamente, não deu certo no final das contas, mas valeu a intenção. O roteiro esteve de parabéns nesse episódio por utilizar o plot da Frankie como conexão entre os plots paralelos de Sue, Brick e cyber-Axl, mas confesso que até a coisa toda chegar nesse momento do horário de expediente propriamente dito, o andamento estava meio lentinho, mas nem tudo pode ser perfeito, né?
Finalmente podemos ver um pouco de, er, pegação saliência entre Sue e Darrin, o que não ia passar despercebido pelo paizão Mike, lógico. Mike, meu amigo, eu confio mais em Sue do que em mim mesma, então nem se preocupe que ela tá segura… até chegar algum momento romântico em frente a uma linda lareira e uma árvore de Natal, lógico. Achei fantástico o diálogo em que Sue questiona Mike sobre o tratamento diferenciado que ele estava dando a ela e a Axl, pois tenho um tio que faz a mesmíssima coisa em sua própria casa: o filho pode sair pegando as novinhas que quiser, mas a filha foi proibida de namorar quando tinha 22 anos. Esse machismozinho patriarcal que subsiste até hoje me irrita até o fundo da parede do meu útero.
Brick surpreendeu ao mostrar que tinha feito amigas… que, juntas, somavam mil anos de idade, segundo Frankie. Claro que nós, que acompanhamos o irmãozinho Heck há 5 anos, já sabíamos que tinha alguma coisa especial nessas amizades, né? Não vi um objetivo fundamental nesse plot, mas também não posso dizer que foi ruim. Já o plot do Axl se mudando com o Hutch foi o que teve menos tempo de tela, mas continuou a história que vimos em The Wind Chimes e deu seguimento à efetiva mudança do irmão Heck para um apartamento com seu novo BFF.
5×22 – Heck on a Hard Body
Após dois episódios com um destaque em Sue, Axl foi o irmão da vez em seu plot de mudança para o apartamento com Hutch. Gosto da perspectiva que essa história traz e espero ver muitas aventuras dos dois, agora morando sozinhos e sem Kenny (R.I.P.). Axl pode conhecer um lado de Frankie que ainda não conhecia: a Frankie V1D4 L0K4 dos tempos universitários, e isso fez com que os dois tivessem uma noite bem louca e um novo tipo de relacionamento em que o irmãozão Heck não acha que a mãe é a pessoa mais chata do universo. Devo dizer que ver Frankie se divertindo horrores em uma festa de faculdade foi uma cena inusitada, mas, sem dúvidas, bastante divertida.
Enquanto mãe e filho se recuperavam da ressaca do século, Sue, a pessoa mais perseverante do universo, tentava ganhar um carro na Ehlert Motors através de uma prova que mais parecia Prova do Líder do BBB. Preciso dizer que me identifiquei bastante com essa história, afinal, o bem material que eu mais desejo atualmente é o tal do veículo próprio. Possivelmente eu penso nisso todo santo dia, então compreendo o esforço da Sue e não acharia estranho se eu mesma me dispusesse a passar por essa prova de bronzeamento com o objetivo de ganhar um carrinho. Não custa tentar, né? Esse é o lema de Sue, que ganhou uma viagem para a Disney World e ainda achou melhor que um carro. Nesse aspecto, querida anja, eu preciso discordar veementemente de você. Destaque para a briga fake e imaginária entre ela e Darrin, uma fofura absoluta e divertidíssima, e para a cena final em que ela recebe seu maravilhoso prêmio e comemora com a família e o amado!
Já Mike levou Brick para um concurso de soletração (me pergunto por que isso não é tão famoso por aqui, acho uma ideia fantástica) no qual ele realmente tinha chances de vencer, só que o paizão não contava com uma presença não exatamente prazerosa: seu irmão Rusty, que, como sabemos, estava divorciado da doidinha com quem se casou no final da 4ª temporada desde o episódio de Ação de Graças desta 5ª temporada. Era claro que a presença da ovelha negra da família não iria exatamente ajudar na vitória de Brick, o que de fato aconteceu, deixando Mike bastante irritado e eu mais ainda, pois o irmãozinho Heck estava a dois passos do paraíso e deixou de vencer por pura ganância do tio doido. Ai Rusty, mal te conheço mas já tenho preguiça de você, tá? Felizmente Brick já atingiu o nirvana e não se incomoda mais com esse tipo de treta. Um dia eu chego lá.
E assim finalizamos nossa review TRIPA, pessoal! Hoje tem a season finale dupla de The Middle, e aguardo todos aqui para comentarmos na semana que vem, ok? Até mais!
Em tempo de amor: Só eu morri com a cena final do episódio 20 em que Mike se lembra da batata frita escondida na gaveta e a resgata para compartilhar com sua amada Frankie? Casamento resumido em uma cena, apenas.
Em tempo de nostalgia: Gente, qual foi a de Mr. Ehlert aparecendo em dois episódios seguidos? Seria um prenúncio do retorno de Frankie ao seu emprego dos sonhos?
Em tempo de nostalgia 2: Me perguntando se a aparição de 10 segundos do Bob não foi uma montagem computadorizada ou algo assim, afinal, chamar o ator só pra fazer aquilo é sacanagem, né?
Em tempo de #HeckYeah 1: “Pois é, não existe isso de ‘horário de expediente’ quando se tem filhos. Ser pai é isso mesmo, minha gente. Sempre desconfortável, às vezes é um pé no saco… e é pra sempre.” Pra que palestras sobre planejamento familiar quando se tem Frankie Heck, não é mesmo???















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