O show de wesens tem que continuar.

Essa foi mais uma semana em que Grimm me fez feliz com mais um ótimo episódio. Roteiro bom, ágil e divertido. É com esse episódio que comemoramos a renovação oficial da série para a 4ª temporada. É claro que a renovação já era óbvia, mas mesmo assim, o anúncio oficial é sempre bem-vindo.

O núcleo de Viena não acrescentou nenhuma grande novidade, mas ainda assim todo o desenvolvimento mostrado era necessário. Gostei de ver Meisner, Adalind e a bebê fugindo e roubando o carro do inimigo para chegar até o aeroporto. Também percebi a decepção de Adalind ao saber que Meisner não iria com ela para Zurique, e espero que aconteça algo que o faça ir também, porque estou cada vez torcendo mais para ver esses dois virando um casal. Foi nobre como Sebastian decidiu ficar para trás, para que Meisner, Adalind e a bebê fugissem. Nunca consegui me importar com Sebastian, mas desse modo, a morte dele pelas mãos de Viktor foi bem feita.

Em Portland, já começamos com a cena adorável de Monroe e Rosalee pedindo para Nick ser padrinho de casamento e Juliette dama de honra. No momento em que o pedido foi feito, eu já pensei em como é que ia ser ter um Grimm como padrinho em uma cerimônia cheia de wesens, e gostei de ver Nick pensando a mesma coisa e tendo até pesadelos arrancando a cabeça da avó de Monroe. Espero que Nick tente contornar essa situação, porque quero sim vê-lo ao lado de Monroe no casamento.

O caso da semana foi simplesmente genial. A ideia de ambientar um caso em um Carnival já seria muito bacana, melhor ainda sendo um Carnival de wesens. A dinâmica foi ótima, muito divertida, eu gostei e até queria mais. Os personagens que faziam parte do Carnival funcionaram muito bem, e gostei de ver Sam Witwer (Smallville, Being Human) como Max, o blutbad. Gosto do ator e ele fez bem o seu papel.

Todas as cenas da apresentação “mágica” do Carnival foram muito divertidas e bem feitas. O caso também teve um desenvolvimento muito bom e ágil. Gostei de ver Nick e Hank resolvendo algumas coisas, enquanto Rosalee e Monroe tentavam resolver outras. E é claro, adorei ver Rosalee se juntando ao elenco do show. Vimos Rosalee em roupas nas quais jamais a veremos de novo, a não ser que ela resolva usá-las para realizar seus fetiches com Monroe mais vezes.

Na mitologia não ganhamos nenhum wesen novo, mas algo ainda mais bacana, que foi o Umkippen, a “doença” que havia afetado Max. É legal saber que muito woge pode fazer com que o lado wesen prevaleça sobre o lado humano, até porque eu nunca tinha nem pensado sobre isso.

A única coisinha (bem “inha” mesmo) que me incomodou foi já ver Wu de volta ao trabalho, como disse na review passada. Mas dá pra deixar passar, afinal, ele nem apareceu muito. E falando nisso, eu quero que deem mais destaque para Juliette, que tem participado de todos os episódios, mas em poucas cenas e sem plot algum. Também quero mais Sean, mas no caso desse, é só a situação com Meisner, Adalind ou Viktor pegar fogo, que veremos ele saindo do seu escritório.

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