Queria ser tão impossível de ser lido quando nosso querido Captain Ray Holt!
Deus não dá asa à cobra mesmo. Com meu senso de humor irônico mais essa característica peculiar do capitão, eu já teria dominado o mundo. Dessa forma eu seria capaz de manipular todos ao meu redor e ainda me divertir durante o processo. Nem a detetive mais badass do pedaço, claro que estou falando de Rosa Diaz, foi capaz de decifrar o chefe.
Mais um episódio divertidíssimo da série que vejo com muito amor, mas muita dor já que, pela audiência, não deve durar mais que uma temporada (provavelmente curta). Como um bom amor de verão, porém, a série trouxe elementos fora do comum, mais especificamente para o lado do bizarro, para compor seu plano mestre de nos fazer apaixonar.
E falando em bizarro, o Peralta (segundo o wikitionary: travesso, traquina) atravessou a linha tênue que separa os homens que fazem coisas desesperadas por sexo dos homens que fazem coisas bizarras/beirando a ilegalidade por sexo. Necrofilia (por favor, não procurem essa palavra no google imagens ou não vão dormir) é algo que eu nunca tinha visto uma série abordar (nesse momento já tem alguém fazendo um top 10 de momentos necrofilistas das séries) e achei muito engraçado ir mostrando as etapas do processo até chegar em pontos beeeem bizarros.
O Peralta pode até não ser um bom número dois, mas sua visão e poder de dedução, ainda que se mostrem falhas no futuro, são incríveis. Ele mal chegou à casa do “gordinho” e já percebeu todos os detalhes que precisava para ficar bem livre pra soltar todas as (ótimas) piadas de gordo possíveis (e eu posso falar porque já pesei 130Kg e ouvia piadas de gordo todo dia, #bjos #adeusbullying). Não é por acaso que ele está ganhando da Santiago de 51×50.
Do lado completamente oposto do espectro, temos a, toda certinha, Amy Santiago. É impossível não fazer comparações com The Office, e aqui temos um equivalente ao Dwight, no sentido de ser completamente dedicada ao trabalho e muito puxa saco do chefe, pelo menos. O problema é que o chefe dela é muito mais difícil de ser lido do que Michael Scott (o que não quer dizer muita coisa por si só, na verdade). Dessa vez ela descobriu o que o afligia e resolveu seus questionamentos com certa facilidade, mas se essa necessidade de suprir todas as necessidades do chefe não passar logo, ela vai ter muito trabalho!
PS 1: Senti muita falta de Gina Linetti, acho a personagem simplesmente maravilhosa.
PS 2: Bem que podiam dar uma trama decente pro sargento Terry, ne? Uma semana ele brinca de casinha de boneca, na outra se compara a Picasso… Não dá!
PS 3: Não esperava, mas ri de todas as interações feitas com o Scully (uma versão balanceada entre o Jerry, de Parks and Recreation e o Kevin, de The Office)















