
It’s a good day to be asian.
Spoilers Abaixo:
Começarei a review desta semana me retificando: semana passada vocês pegaram no meu pé por ter chamado nossa querida protagonista de “Jenna Piriguete” e eu esqueci completamente de explicar os motivos do apelido. Vamos lá… Primeiramente, escolhi o apelido de forma carinhosa, pessoal. Eu entendo que a Jenna não é uma pessoa deste tipo assim como Matty, não é um cafajeste, mas convenhamos, ela pegou o Matty, beijou o Jake enquanto estava com o Matty, agora está com o Jake sem ele saber da história dela com o Matty e ainda está pensando em qual dos dois estaciona o jegue. Eu sei que ela está confusa e tudo mais, só fiz uma brincadeira inocente, mas enfim… Vamos ao episódio.
Acredito que podemos concordar que o ponto alto do episódio foi a máfia dos asiáticos, adorei o fato da Ming ter ganhado um destaque maior na trama, sua personagem era pouco aproveitada até então o que eu sempre achei um desperdício.
O grande desafio da segunda temporada de “Awkward”, com certeza, será o triângulo amoroso. Nós estamos rodeados de situações como essa em várias séries nesse mundão série maníaco de Deus. O “x” da questão será como a série retratará esses relacionamentos de modo que não fique cansativo para o telespectador. Todas as tramas secundárias, como por exemplo, a da Val, ou a da Lisa tentando ser amiga da Jenna, ou o ensaio de humanização de Sadie, ou até mesmo a da máfia asiática, têm como objetivo amenizar o plot principal, eu espero que funcione e que no fim da temporada Jenna realmente faça a sua escolha.
Pra quem também reclamou sobre a ausência de Val na última review, aí está ela, com seu óculo de detetive e tudo mais.

Na semana passada eu tinha comentado que uma das características principais da adolescência é o egocentrismo do sujeito que acaba se excluindo do mundo, principalmente da vida familiar. Toda essa história da carta que a mãe da Jenna escreveu, só vem pra acentuar essa situação. Se a moçoila já está sofrendo horrores por um dos dilemas mais importantes nesta fase, o coração; A busca de sua identidade e a aprovação da mesma por parte dos pais vem pra bagunçar ainda mais sua cabeça.
Geeeente, quanta fofura em um episódio só… Lá estava eu, completamente caidinha pelo Matty se declarando pra Jenna e então o projeto de Teló mostra o motivo de ter tantos #teamjake por aí, e eu começo a torcer pelo mais novo casal. Então, vem o Matty novamente, com aqueles olhinhos de cachorro pidão, e eu me derreto de novo. E a cena final do Jake me matou. Eis a beleza do triângulo amoroso, até o final da temporada teremos mudado de lado umas 30 vezes, mas eu continuo #TeamMatty por enquanto.
A série, como sempre, impecável. O episódio foi redondinho, mas acredito que ainda não seja o ponto alto da temporada, vamos esperar, estamos apenas no começo. Tenho grandes expectativas pra segunda temporada.
Este episódio, no final das contas, teve como temática principal os segredos que nós todos guardamos, seja ele algo que você tenha feito tentando ajudar alguém, seja ele um pecado cabeludo que tenha cometido no “Santuário”, ou seja, ele um relacionamento passado que deseja esquecer pra poder ser feliz e não magoar ninguém.
Considerações Finais:
– Gente, a Jenna não tá gorda! Tá, tá, ela está mais fofa, mas eu achei que ela está bem mais bonita. Só a franja rebelde que me incomoda um pouco, mas tudo bem.
– Descobrimos o motivo de a Jenna estar mais fofinha, a comida-de-fazer-as-pazes da mamãe foi a culpada.
– Sadie Sádica (obrigada pela dica, Elizabeth) não nos deu a honra de sua presença no episódio de hoje, confesso que senti falta do deslocamento de queixo.
– Ainda preciso de um apelido pro Matty.
– Quem topa um bolão pra saber quem é o anônimo do blog?














