“(…) Você merece, você merece
Tudo vai bem, tudo legal
Cerveja, samba, e amanhã, seu Zé
Se acabarem com o teu Carnaval? (…)” – Gonzaguinha.
Balbúrdia. Contingenciamento. Desvalorização. Diversas foram as novas palavras que nós, brasileiros, escutamos e lemos, diariamente, após as “Eleições Presidenciais”, de 2018. De lá pra cá, o atual governo resolveu atacar a Educação Pública Brasileira, de diversas formas, seja com palavras, seja com cortes nas verbas às Instituições de Ensino Superior (IES). É o caso, por exemplo, do contingenciamento de 30% da verba destinada à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em abril do ano passado, prejudicando, desse modo, o orçamento financeiro da “Maior de Minas”.
Essa atitude do Governo Federal é prejudicial, pois afeta, não só o Ensino Superior, obviamente, como, também, afeta a Educação Básica, pois as IES Públicas são caracterizadas por uma tríade, intitulada Ensino, Pesquisa e Extensão. O último item se materializa quando a UFMG, por exemplo, ao prestar serviços à sociedade mineira, oferece, a quem não conseguiu formar no tempo regular, a oportunidade de concluir, tanto o Ensino Fundamental quanto o Ensino Médio, por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), no período noturno. As aulas acontecem em duas unidades do Campus Pampulha, localizado em “Beagá”, capital, em Minas Gerais (MG): no Centro Pedagógico (CP), da Escola de Educação Básica e Profissional (EBAP), e na Faculdade de Educação (FAE). Os professores fazem de tudo para que os seus alunos possam estudar, formar e, assim, garantir um futuro melhor. Porém, com a diminuição das verbas, como aumenta o número de vagas na EJA? Como contratar mais docentes? E a aquisição de equipamentos, como computadores, projetores datashow, quadros e pincéis?
É nessa linha de raciocínio, assim como em Sob Pressão e em Menino Maluquinho – O Filme, que eu tento responder e, claro refletir, perante a um questionamento. Dessa vez é o seguinte: “‘Segunda Chamada’ e a sua ficção: por qual motivo a EJA é o “patinho feio” da educação brasileira?”

Antes de começar a responder, é válido destacar a origem da expressão. Ela veio da criadora do seriado, Carla Faour (Além do Horizonte), adjetivando a realidade da EJA, em Segunda Chamada. É óbvio que ela não queria, de forma alguma, denegrir a imagem de sua produção ou algo do tipo, sendo, apenas, uma constatação da realidade brasileira. E que constatação triste, vamos combinar! A Educação Pública, no século passado, era considerada até melhor que a Educação Privada, em alguns aspectos. Basta perguntar para qualquer pessoa mais vivida que, com certeza, ela vai lembrar dessa época. Porém, os anos foram passando e nessa leva de “entra governo” e “sai governo”, o Artigo 205, da Constituição da República Federativa do Brasil, a atual do país, desde 1988, mais conhecida como “Constituição Cidadã”, foi esquecido. Essa Negligência Estatal é maléfica, pois todos os alunos, de todos os níveis de ensino, em diferentes escalas, ficam desassistidos e a visão de um futuro melhor, por intermédio dos estudos, é incerta, a cada dia que amanhece, principalmente, para as pessoas com menor poder aquisitivo. Dentro dessa perspectiva, existem alguns fatores que contribuem para a permanência desse “patinho feio”. Vamos lá?!
Em uma primeira análise, destaca-se o preconceito e o desconhecimento populacional em relação às Diretrizes da EJA e a sua importância. Muitas pessoas consideram essa modalidade de ensino como “menos importante” ao ser comparada com as outras existentes e mantidas pelo Ministério da Educação (MEC). Isso foi perceptível no décimo primeiro episódio, o último da primeira temporada, exibido no ano passado, em 2019. O personagem Wallace (Élzio Vieira de Irmãos Freitas), ao estudar nas horas vagas de seu serviço, na Construção Civil, foi alvo de comentários pejorativos, de seu patrão, dizendo que o jovem não tinha futuro com os estudos. Tal representação constatou a visão errônea e distorcida que os cidadãos têm sobre a EJA, que é tão importante quanto os outros ensinos, pois ela democratiza o acesso à educação, Direito, como já citado, Constitucional e inviolável.
Em uma segunda análise, há o fato de que não existe uma formação específica de professores para com este público. Isso ocorre, porque a metodologia de ensinamento empregada é baseada em técnicas destinadas ao público infantil, em que o professor, além de ser visto como a figura central e único detentor do conhecimento, exige do aluno que ele faça lições de casa e trabalhos sobre o conteúdo lecionado em sala de aula. Contudo, o docente tem que levar em consideração que o público alvo da EJA é diferenciado e plural, com pessoas adultas, precisando de metodologias de ensino-aprendizagem diferentes, no que diz respeito ao processo de alfabetização. É o caso, por exemplo, de aulas expositivas, em projetores datashow, e de rodas de conversas, em debates, por meio de mesas redondas e de seminários. Ademais, o professor deve considerar aspectos particulares de seus alunos, desde o ritmo de cada um deles até as vivências extra-escolares, como o trabalho, afinal, elas influenciam na formação escolar e cidadã do indivíduo.
E por falar nessas peculiaridades da vida íntima dos alunos, não podemos nos esquecer de personagens importantes, do primeiro ano da “Sob Pressão da Educação”, não é mesmo?! A primeira é a Dona Jurema (Teca Pereira de 3%), senhora que mentia para o seu marido, Tobias (Edmilson Cordeiro de Rua Augusta), sobre o fato de estudar, pois ele não aceitava essa situação. Coitada! Fingia ir à igreja para tentar enganar o cônjuge machista e possessivo, já que, na concepção dele, “lugar de mulher” é dentro de casa, fazendo as suas vontades. Amado, lugar de mulher é em qualquer lugar que ela deseja estar e, principalmente, onde se sinta feliz! Ainda bem que, com a ajuda de Elite (Thalita Carauta de Duas de Mim), sua professora de Matemática, ela conseguiu contornar a problemática, “virando o jogo”, se formando no final, inclusive. Essa personagem mostrou que mulher pode, sim, ser dona de casa e, ao mesmo tempo, ter os estudos em dia, afinal, ela não ficará “melhor” que o homem, por conta disso. Que visão mais distorcida Tobias e tantos homens por aí têm em relação às mulheres, né?! Com a sororidade, ela conseguiu “desconstruir” o seu marido e tomara que, em seu “final feliz”, Jurema consiga fazer uma faculdade. Já a segunda aluna é Natasha/“Robson” (Linn da Quebrada de Amor & Sexo), mulher travesti que, diariamente, luta para ter voz e vez na sociedade, porque enfrenta diversos preconceitos. Além disso, a jovem, ao mesmo tempo em que tem que trabalhar como trocadora/cobradora de ônibus, “esconde” a sua vida amorosa, pois Evandro (Arthur Aguiar de O Outro Lado do Paraíso), o seu namorado, tem vergonha de ela ser quem ela é. Não deve ser nada fácil ter que trabalhar, estudar e enfrentar todo esse cenário de inferioridade! Todavia, o seu “brilho” e a sua vontade em viver falaram mais alto e Natasha se tornou uma das personagens mais interessantes em acompanhar e torcer, é claro, para a sua felicidade.

E a lista de personagens e as suas peculiaridades, mais conhecidas como “dramas pessoais”, não param por aí. Olhem só:
– Solange (Carol Duarte de A Força do Querer) abandonou a sua filha, logo no piloto, por desespero em não conseguir sustentar a indefesa bebê;
– Reginaldo (Marcos de Andrade Aruanas), aluno que, após comprar uma pulseira para a professora de História, Sônia (Hermila Guedes de Assédio), tentou assediá-la e foi preso;
– Léo (Leonardo Bittencourt de Malhação), filho de Jaci (Paulo Gorgulho de Pantanal), o diretor da Escola, que teve o estouro de uma bomba caseira de desodorante, como uma de suas rebeldias;
– Gislaine (Mariana Nunes de Carcereiros), que, infelizmente, não recebeu a bolsa de estudos e abandonou o Colégio, pelo fato de sofrer preconceito, por ser prostituta;
– Rita Maria (Nanda Costa de Segundo Sol), aluna acometida pelo falecimento, após sofrer um aborto clandestino, deixando três crianças órfãs;
– Maicon Douglas (Felipe Simas de Malhação), estudante acometido por um momento de desespero, com o intuito de sustentar a sua família, assalta a Escola e acaba, infelizmente, morrendo atropelado na rua;
– Javier (Gabriel Diaz) e Alejandra (Rosalva Vanessa), casal venezuelano que tentou se ambientar no Brasil, ao enfrentar a xenofobia de seus colegas de sala;
– Sílvio (José Dumont de 2 Filhos de Francisco), pessoa em situação de rua, que acaba dormindo perto da Escola, por não ter dinheiro para o Transporte Público;
– Giraia (José Trassi de Na Mira do Crime), Cleiton (William da Costa de Pico da Neblina) e Gero (Sidney Santiago de Caminho das Índias), estudantes que se envolvem em atos ilícitos, como a venda de drogas e de remédios;
– Aline (Ingrid Gaigher de Rio Heroes), estudante que sofreu agressões do namorado e tinha medo de denunciá-lo às autoridades competentes, no caso, a polícia;
– Pedro (Vinícius de Oliveira de Central do Brasil) e Márcia (Sara Antunes de Alma Clandestina), com um filho recém-nascido, formaram um casal de evangélicos conservadores e intolerantes;
– Valquíria (Georgette Fadel de O Banquete), ex-detenta, que retornou aos estudos, usando tornozeleira eletrônica e, por fim;
– Joelma (Ariane Souza de Segundo Sol), estudante que vendia salgados nos intervalos e teve preconceito, tanto com o casal venezuelano quanto com a Valquíria.
Ufa! Quanta gente, né?! Não deve ser nada fácil para os professores terem que lecionar e, muitas das vezes, abdicar de seu tempo para cuidar de seus alunos. Lúcia (Débora Bloch de Avenida Brasil) que o diga, minha gente: ela se envolveu além da conta, na vida de seus discentes, como na de Maicon Douglas, no sétimo episódio, exibido em novembro do ano passado. Por isso, se faz necessária a clareza e a importância da EJA na vida dos cidadãos brasileiros, porque, se não fosse por essa modalidade de ensino, como esses e tantos outros “personagens” da vida real, iriam mudar de vida, tendo a ajuda dos professores? Será mesmo que a ascensão social iria acontecer, afinal de contas, a meritocracia é uma realidade brasileira? Nada disso! Ela não existe no território nacional e há dados socioeconômicos que confirmam essa triste realidade. Veja: segundo informações do portal Guia do Estudante, da Editora Abril, após o término da pandemia mundial do novo Coronavírus, com a criação de uma vacina que, efetivamente, vai combater o vírus, muitos alunos brasileiros vão aderir à evasão escolar. Isso é motivado pela vulnerabilidade econômica e social em que se encontram muitos indivíduos, com baixa renda em seus seios familiares. Vocês devem estar vendo, diariamente, nos telejornais, filas e mais filas nas agências da Caixa Econômica Federal, pelo Brasil afora, para a retirada do Auxílio Emergencial. Ademais, há, também, o quesito da necessidade de trabalhar para a sustentação, seja a própria, seja a familiar, juntamente ao aspecto da violência doméstica e da gravidez precoce, conforme o site citado.

Outra problemática que agrava essa situação é a infraestrutura das escolas e dos colégios do país. Há, desde carteiras quebradas até a falta de bebedouros, por exemplo. Sem contar a ausência de utensílios básicos, como papel higiênico, nas cabines dos banheiros, tanto o feminino quanto o masculino, e pincéis ou giz, para que o professor possa escrever os conteúdos no quadro. Para efeitos de exemplificação, devemos relembrar o terceiro episódio, da primeira temporada de Segunda Chamada: uma forte chuva alagou, praticamente, todas as salas, inclusive a da Diretoria. Os alunos tiveram que abrir guarda-chuvas para continuar acompanhando o ensino. Um verdadeiro caos que assolou todos os presentes da fictícia Escola Carolina Maria de Jesus, naquela noite. Porém, como diz Candinho (Sérgio Guizé de A Dona do Pedaço), protagonista de Êta Mundo Bom!: “tudo que acontece de ruim na vida da gente é pra ‘meiorá’”, o professor de Artes, Marco André – interpretado pelo ator Sílvio Guindane (1 Contra Todos) – descobriu um local pra lá de especial: um antigo Teatro. É óbvio que ele aproveitou a oportunidade e fez uma revitalização no espaço, com a ajuda de seus colegas de trabalho e de seus alunos. A nova sala de teatro, parecida com uma Ágora, da Grécia Antiga, começou a ser usada para aulas temáticas, como apresentações teatrais e palestras em conjunto, com a professora Sônia, sobre um determinado tema, como o Sincretismo Religioso, entre as religiões da Europa e da África.
Diante desses aspectos e, porque não, dessa reflexão, evidencia-se, portanto, que o verdadeiro “patinho feio” da Educação do Brasil não é a Educação de Jovens e Adultos (EJA), e sim o desvio de verbas públicas, a “veia alimentadora” da corrupção, fazendo que todos os aspectos negativos, já mencionados, continuem enraizados ano após ano, sem nenhuma mudança. Já pensou se o dinheiro dos nossos impostos fossem realmente voltados em prol à sociedade, seja na educação, seja na saúde? O Brasil, sem sombras de dúvidas, estaria no ranking dos países com o melhor Índice de Desenvolvido Humano (IDH), assim como as nações europeias. É uma pena estarmos anos atrás, no quesito desenvolvimento educacional e sanitário, com tantas riquezas em nossas terras e belezas naturais, inclusive. Alô, Amazônia e Pantanal! Seria um orgulho danado não ver escolas abandonadas e alunos progredindo, tendo eles, formação escolar e cidadã, ao mesmo tempo. E por falar em escolas abandonadas, temos o local das gravações de Segunda Chamada, uma antiga escola desativada, do Jockey Clube de São Paulo (SP), capital, fazendo com que a diferença entre “a vida imitar e a arte e a arte imitar a vida”, não seja perceptível aos olhos do telespectador. Essa realidade é vista por intermédio das salas de aula sujas, com a arquitetura do espaço pedindo “socorro” por uma revitalização, uma reforma urgente.

E iludida estava a minha pessoa achando que a trama da segunda temporada, ainda seria contada em 2020, pois, infelizmente, ela foi adiada para o ano que vem, em 2021, de acordo com a colunista Patrícia Kogut, do O Globo. Pelo menos, a sua “irmã”, Sob Pressão, terá dois episódios especiais, nas duas primeiras semanas de outubro, abordando o novo Coronavírus. Já a série de Educação, segundo os informes preliminares de seu segundo ano, terá uma trama abordada sobre alunos em situação de rua. Um dos atores cotados para interpretar uma dessas pessoas é o Ângelo Antônio (2 Filhos de Francisco), sendo, o seu papel, ainda sem nome, de muita importância para a história. Outros artistas confirmados são: Moacyr Franco, mais conhecido por ter atuado em A Praça É Nossa, do SBT, dando vida à Gilsinho, homem que, além de sofrer da doença Alzheimer, é avô de Levi (Henrique Santana de Pico da Neblina) e Flávio Bauraqui (Filhos da Pátria), que viverá, também, uma pessoa em vulnerabilidade social nas ruas, decidindo voltar à sala de aula. Por fim, Pedro Wagner (Justiça), Rui Ricardo Diaz (O Tempo Não Para) e Jennifer Dias (Malhação) não tiveram o nome de seus personagens divulgados, mas foram cotados e confirmados para as cenas inéditas.
No que diz respeito à quantidade de episódios, como noticiamos, aqui, no Série Maníacos, em fevereiro deste ano, serão 12, no total, ou seja, um (01) a mais que a temporada antecessora. Além disso, cinco (05) já gravados, antes da interrupção, devido à pandemia da Covid-19, que não será abordada na segunda temporada. Apesar disso, ela causou movimentações nos bastidores, fazendo com que os contratos trabalhistas dos atores fossem renovados por mais um tempo. Já no enredo, que está sendo escrito de forma remota, isto é, na modalidade home office e on-line, teremos uma crise na Escola Estadual Carolina Maria de Jesus, devido ao baixo número de matrículas de novos alunos, com o risco de as aulas, no período noturno, serem canceladas. Ademais, teremos novos conflitos entre os personagens, na luta pelo respeito e pela tolerância. Sem contar, é claro, com os dramas pessoais dos alunos e dos professores, minha gente! Vai me dizer que você, caro leitor, pensava que a série só focava nos discentes? Nada disso! Os docentes, também! Vejam só:
Enquanto Lúcia voltará a lecionar as aulas de Língua Portuguesa, posteriormente o enfrentamento de todas as consequências da morte de seu filho Marcelo (Artur Volpi), ela terá que lidar com o envolvimento sexual e, quem sabe, amoroso, entre Eliete e Jaci. Vai dar pano pra manga esse babado, hein?! Não vamos perder de jeito nenhum! Outros professores que terão as suas vidas pessoais movimentadas serão Sônia e Marco André. No caso da primeira, felizmente, ela se livrou do embuste de seu marido agressor, se separando de Carlos (Otávio Müller de Zorra), aceitando o amor de Marco André, não só para com ela, como, também, para com os seus filhos. Por falar em seu novo “boy magia”, ele vai ter que lidar com uma possível revelação de seu passado, a aparição de sua mãe biológica. Vai ser emocionante esse encontro, não restam dúvidas! Aposto que as lágrimas vão rolar, pois ela, Maria, (Vilma Melo de Mulheres Apaixonadas) – mãe, inclusive, de Cleiton – voltará a estudar. Já imaginou o próprio filho ensinando a mãe? Eu até arrepio de tanta emoção em cena!
Segundo Carla Faour, o seriado continuará retratando as dificuldades da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ao abordar, desde as atribulações dos professores até a realidade dos alunos, sem esquecer, obviamente, da “continuidade às histórias pessoais dos nossos personagens”. Já a autora Júlia Spadaccini (Qualquer Gato Vira-Lata) afirmou que a segunda temporada abordará ainda mais o aspecto da precariedade. “Se na primeira temporada falamos de alunos carentes, agora vamos retratar pessoas em uma situação de vida ainda mais precária”, disse Júlia.

Obra da Rede Globo, em parceria com a O2 Filmes, Segunda Chamada é escrita por Carla Faour e Júlia Spadaccini, com a parceria de Maíra Motta (Detetives do Prédio Azul), de Marcos Borges (Conselho Tutelar) e de Dino Cantelli (Deus Salve O Rei). Enquanto o seriado conta com direção artística, tanto de Joana Jabace (Assédio) quanto de Henrique Sauer (Paraíso Tropical), a direção geral fica a cargo de Pedro Amorim (Me Chama de Bruna).
Além da exibição na TV Aberta, a série está disponível, com exclusividade, no catálogo do Globoplay, o serviço de streaming da Rede Globo.
Lembrando que nós iremos cobrir todos os episódios inéditos da “Sob Pressão Escolar”, ao trazer, nas reviews de Segunda Chamada, informações extras dos bastidores, como entrevistas, curiosidades, depoimentos, audiência, e muito mais. Não percam!
Você pode conferir todas as reviews da primeira temporada do seriado, aqui, no Séries Maníacos.













![Segunda Chamada 2×06: Episódio 06 [Season Finale]](https://seriemaniacos.tv/wp-content/uploads/2021/10/capa-2-218x150.jpg)
