Um tapa na cara por U$500,00? Realmente é muito fácil ser branco hoje em dia…
Antes de falar qualquer outra coisa sobre o episódio queria muito ressaltar como 2 Broke Girls é atual! Não penso duas vezes pra falar que é a série que assisto que mais cita o mundo pop, novas tecnologias, notícias e etc. Da troca de tecnologia dos aparelhos celulares nos EUA a uma breve piada com Bruno Mars e seu Payphone passando pelo novo boom do financiamento coletivo que é o Kickstarter, são coisas que me fazem acreditar em pessoas capazes de escrever coisas inteligentes para pessoas relevantes.
Espero o dia em que a Caroline vai, finalmente, entender que é pobre e parar de juntar dinheiro pra comprar coisas absurdas como um par de calças de U$1.500,00. Ta parecendo com alguns amigos meus que pegam ônibus todos os dias, mas fazem questão de ter um Iphone, pré-pago, comprado no cartão de crédito de 12 vezes nas Casas Bahia. Sério, é ridículo.
No momento em que a Chiandra abriu a boca, antes mesmo de soltar a primeira palavra, eu sabia que ela teria tudo a ver com a série. Fiquei muito empolgado com ela. E como já estava de birra com a Beth Behrs (que faz uma Caroline completamente deslocada num ambiente em que está inserida há quase três anos) já fiquei viajando, imaginando a série dela com a Max, como seria muito mais divertida! Bem que a Max podia voltar lá pra rever a amiga (não-prenha) agora que fritou o celular novo.
Já estava com a review meio que pronta na cabeça (lá pra metade do episódio), imaginando como iria terminar, quando a série faz um giro de 180° e nos leva num momento muito bonito de amizade entre as garotas. O que eu reclamei da Beth como atriz de comédia ela compensou depois da Caroline ter lido a mensagem da Max. Eu realmente fiquei com dó dela a ponto de uma única lágrima escorrer pelo meu olho esquerdo (mentira).
Kat Dennings esteve bem no episódio inteiro, como sempre, mas deu um show nesse finalzinho. O que podia ter ficado em um sentimentalismo barato e raso, ganhou corpo e (muita) graça graças a ela. Ao dizer o primeiro “eu te amo” de sua vida seguida de uma cara de enjoo e constrangimento foi o ápice do humor inesperado e a série voltou a ser Comédia, com C maiúsculo.
Eu só não entendo o porquê de tanta euforia da plateia quando a Sophie aparece. É só porque ela fazia a mãe do Stifler em American Pie? Não é possível! Porque a historinha dela com o Oleg já rendeu mais do que deveria e a função dela na série meio que não faz tanto sentido mais. Bem que ela podia namorar o Han, ia render muita piada boa!















