
Alan Harper, bêbado com o poder… e depois de ressaca com a culpa.
Spoilers abaixo:
Logo de cara, uma situação inusitada (e como diabos eles não pensaram nisso antes?): Alan na Igreja se confessando pelo golpe financeiro na família. Destaque para o ator Dakin Matthews, que vez ou outra aparece em seriados, seja como padre ou juiz.
Padre: “Você é católico?”
Alan: “Não, apenas um grande fã. Das fantasias, da música, e das bolachas e vinho.”
Claro que a Igreja de nada adianta pois Alan prefere monologar com seu alter-ego rico, bem-vestido e que, de alguma forma, sabe melhor como sobreviver neste mundo. Rose descobre o esquema de Alan, e Alan descobre o segredo de Manny Quinn; graças ao sábio conselho do Alan Dark Side, eles acabam fazendo um acordo de ‘cavalheiros’. É o fim do Esquema Ponzi e a volta do Alan de sempre, agora com a barriga mais enxuta e com sua auto-estima recuperada (e desde quando o Alan tem auto-estima?).
Já Charlie parece realmente feliz ao lado de Rose, e aos poucos vou me acostumando com esta idéia, que de início achei uma grande encheção de linguiça. Analisando friamente, Rose sempre gostou do Charlie e ama-o do jeito que ele é, enquanto Charlie já saiu com todas as mulheres de Los Angeles, e com nenhuma conseguiu ter um relacionamento longo (apesar de achar louvável sua tentativa com Chelsea).
E como em toda esta temporada é Alan quem dita o ritmo do episódio, e não nos desaponta novamente. É incrível o quanto ele cresceu, não só pelo afastamento de Charlie Sheen pois sempre achei Alan um personagem mais complexo (e mais interessante) que o irmão boêmio, e talvez até estejam aumentando a participação dele pra compensar uma possível (e cada vez mais real) ausência de Charlie Sheen. Tenho minhas dúvidas se um episódio apenas com Alan seria bom, porém, minha curiosidade é grande.
Melhores momentos:
Rose: “Você tem que ir, é o carro do Manny.”
Charlie: “Não escutei nada.”
Rose: “O carro dele é elétrico.”
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Jake ouvindo Alan falando sozinho no banheiro
Alan: “Ei, amigão!”
Jake: “Tem alguém aí com você?”
Alan: “Não, estou sozinho, veja.”
Jake: “Então com quem estava falando?”
Alan: “Só estava cantando.”
Jake: “O que eu ouvi não era música.”
Alan: “Quem é você pra falar isso? Simon Cowell?”
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Berta pedindo seu dinheiro de volta para pagar gastos de suas netas que engravidaram de um tal Jimmy Lee.
Alan: “Tá bom, mas você vai ter uma perda grande por tirar tão cedo.”
Berta: “Se Jimmy Lee tivesse feito o mesmo eu nem estaria precisando deste dinheiro.”
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PS – Sou só eu, ou a versão feminina do Alan é bem atraente? rs
PS2 – Agora nos resta aguardar novos episódios de TAHM (que ainda sequer foram produzidos). De acordo com o site EW.com isto pode ocorrer nos próximos dias. Sigam o @SerieManiacos para se manterem informados.
Uma curiosidade: ao final de todas as suas produções, Chuck Lorre coloca um cartão com seus pensamentos, cartões conhecidos como Vanity Cards (Cartões de Vaidade). No deste episódio (o #329) ele escreve, resumidamente: “Me exercito regularmente, descanso bastante, não bebo, não fumo nem uso drogas, não faço sexo aleatório com pessoas estranhas. Se o Charlie Sheen viver mais do que eu, ficarei muito puto!” Genial!













