
Uma espiada (ou será um mergulho?) na mente do velho Charlie e Two and a Half Men se supera a cada episódio.
Spoilers Abaixo:
Charlie ainda está com Michelle, e junto com ela nós também vamos (re) descobrindo os podres de Charlie Harper. Numa ótima sequência de diálogos que começa num restaurante e acaba na cama (como a maioria dos encontros de Charlie), aos poucos Michelle se dá conta onde está se metendo.
A dinâmica entre os membros da família Harper com as tiradinhas e provocações nunca enjoa ou se torna cansativa. Pelo contrário, esses pequenos e belos momentos estavam escassos nesta temporada. Agora escassa mesmo está sendo a participação de Jake que não deu as caras no último episódio, e neste aparece por curtíssimo tempo – pelo menos protagonizando um dos melhores momentos:
Jake batendo na porta do quarto do tio (que está na cama com Michelle) pra pedir o carro emprestado:
– Estou ocupado, Jake!
– A Chelsea voltou?
– Não.
– A Mia?
– Não.
– A stripper? Qual o nome dela, Betsy?
– Não.
(Charlie e Michelle volta a se beijar)
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.
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– Não é outra prostituta, é?
Mas quem volta com tudo é Rose, pois toda vez que Charlie é rejeitado por alguma mulher ele volta a pensar em Rose. Foi assim com Mia, a juíza Linda Harris, e agora com Michelle.
O que fica claro nisso tudo é perceber que Rose não evoluiu NADA em sete anos! No começo era engraçado – eu mesmo adorava – mas agora me cansei um pouco. Se ao menos dessem outro rumo para ela, por exemplo, se ela se casasse de verdade com alguém e ainda assim continuasse perseguindo Charlie… Sei lá, pra mim falta um gás novo para justificar o aparecimento dela.
Mas de forma alguma isso chega a comprometer outro bom episódio desta temporada, que continua nos surpreendendo (para o bem).
PS – Destaque também pra compra da semana, que chega pelas mãos de Berta!














