O que pensar quando é Will.I.am. o coach com as decisões mais sensatas no The Voice UK?

Spoilers Abaixo:

O desempenho desses coaches no The Voice UK está uma verdadeira montanha russa. Se semana passada critiquei will.I.am e fui só elogios ao Danny, essa semana serei obrigado a inverter os papeis novamente. Posso até me enganar, mas sinto que os espectadores da atração ficaram até surpresos com o líder do Black Eyed Peas, que talvez seja o dono da pior reputação entre os quatro jurados na hora de fazer suas escolhas, ao vê-lo levar suas três melhores candidatas adiante. Do outro lado da moeda, Danny conseguiu se livrar de seu candidato com maior apelo popular e Jessie J abusou das caras e bocas, me deixando a sensação de que ela estava profundamente desconfortável na maioria do tempo.

Mas vamos falar de cantoria? Para começar, vamos explicar como funcionaram os knockouts, já que o esquema foi diferente de qualquer outra versão do programa: os coaches tiveram o direito de usar um “Fast Pass”, que nada mais é do que avançar um cantor diretamente para os live shows, sem que ele tenha que competir por sua vaga. Depois, o coach devia separar seu time em dois grupos de três candidatos, que deveriam se apresentar individualmente e dos quais apenas um se classificaria. Com isso, cada jurado termina essa fase com três acts em seu time.

Achei esse formato bastante confuso, injusto e com consequências nada bacanas. Confuso, pois a ideia de knockouts com trios me passou a impressão de resolução de última hora para os times de 7 que acabaram chegando nessa fase; injusto, pois cortar mais da metade dos times nessa altura do campeonato acabou custando eliminações inesperadas e até mesmo bastante questionáveis; e as consequências nada bacanas são, por exemplo, o fato de que, com a cota para times ainda vigente, teremos apenas três semanas de live shows/results, ou seja, vão dificultar muito a criação de qualquer vínculo com os candidatos.

Começamos os knockouts com o Team Tom:

Fast Pass: Mike Ward – “Just To See You Smile” (Tim McGraw)

Fiquei muito surpreso com a decisão de Tom, mas, ao mesmo tempo, satisfeitíssimo por conta de minhas preferências pessoais. Entendo que muitos fãs do The Voice estejam saturadíssimos de country por conta do que anda rolando lá na terra do tio Sam, mas estamos no UK, e por lá o estilo não é dos mais populares ou vendáveis. Dito isso, Tom salvou um dos candidatos mais únicos da competição, e o único que carrega esse estilo. Nessa performance, não acho que Mike mostrou tudo que pode fazer; porém, confio no trabalho do coach para a próxima semana. É esperar pra ver se valeu a pena.

Jamie Bruce vs Cherelle Basquine vs Alys Williams

Jamie Bruce – “Papa Was a Rollin’ Stone” (The Temptations)

Jamie pareceu tentar repetir o que conseguiu na sua battle, usando outra música mais enérgica, porém passou longe de obter êxito, ficando apenas no “regular”.

Cherelle Basquine – “1+1” (Beyoncé)

Cherelle foi, sem dúvidas, a mais fraca de todas, arriscando cantar Beyoncé e saindo bastante do timing e do tom da música. Beirou um completo desastre.

Alys Williams – “Everybody’s Gotta Learn Sometimes” (The Korgis)

Por fim, Alys, que já não é das minhas favoritas, teve um desempenho que eu classificaria como apenas bom. Porém, quando você vai apenas bem e seus oponentes decepcionam, e você consegue somar isso ao pimp que tem recebido da edição desde a sua audição, não há com o que se preocupar, pois sua vaga é garantida.

Não dá para dizer que os knockouts foram abertos com chave de ouro. Todos os três candidatos decepcionaram de alguma maneira. Mas, sem surpresa alguma, Tom não ia abrir mão da sua potencial Leanne Mitchell 2013 Version.

Winner: Alys Williams

Adam Barron vs Ragsy vs Joseph Apostol

Adam Barron – “Maybe I’m Amazed” (Paul McCartney & Wings)

Eita steal bem gasto! Não foi só muito bom ter mais uma oportunidade de ouvir Adam cantando, como também foi muito bom poder ver mais uma vez a noiva louca dele (aliás, se alguém souber o telefone dela, me passa que eu preciso ser amigo dessa pessoa o quanto antes!). Gostei da escolha musical e Adam foi muito competente como sempre.

Ragsy – “Local Boy In Photograph” (Stereophonics)

Que delícia que é ver Ragsy se apresentar. A performance em si foi meio linear, mas eu simplesmente me imaginaria tranquilamente em um show de Ragsy, me deixando embalar do mesmo jeito que ele se deixa no palco.

Joseph Apostol – “A Song For You” (Donny Hathaway)

É inegável o alcance vocal e competência de Joseph. Mas eu ainda não consigo imaginar a diferença dele cantando no palco para uma plateia do que se estivesse cantando enquanto tira remela do olho de manhã.

Se Tom não tivesse essa queda gigante por divas ou pessoas que trilhem estilos semelhantes, dava até para ser um pouco menos sem graça esse resultado. Uma pena, pois Adam ou Ragsy tinham muito mais a acrescentar, já que Tom já tinha uma diva garantida no seu time a essa altura.

Winner: Joseph Apostol

Em seguida, foi a vez de Will trazer o seu time ao palco:

Fast Pass: Leah McFall – “Lovin’ You” (Minnie Riperton)


Acho que é quase impossível não ficar atento àquela nota específica toda vez que alguém começa a cantar “Lovin’ You”. Leah McFall é excelente a um ponto onde eu estava tão hipnotizado que não estava nem lembrando de prestar atenção nisso. Eu só queria aproveitar cada segundo que eu podia ver e ouvir a voz maravilhosa de Leah, que, ainda por cima, levou sua versatilidade lá em cima. Ficarei muito surpreso se ela não for a finalista do Team Will e, nesse momento, ela despontou como minha grande favorita da temporada.

Moni Tivony vs Jordan Lee Davies vs Leanne Jarvis

Moni Tivony – “Master Blaster” (Stevie Wonder)

Confesso que essa foi, de longe, minha apresentação favorita de Moni até aqui. Acredito que isso tenha sido muito mais fácil devido à escolha musical que fez com que seu jeito marcante de se movimentar no palco (nesse caso, até fora dele) não parecesse forçado. Vocalmente, tudo estava no lugar e Moni conseguiu me preocupar um pouco em relação à decisão que Will tomaria.

Jordan Lee Davies – “It’s All Coming Back To Me Now” (Meat Loaf / Celine Dion)

Se o maior desafio de Jordan era não parecer teatral demais, sinto informá-lo que não foi dessa vez que ele conseguiu passar por cima disso. Achei interessante ele ter tentado mostrar versatilidade com essa música, mas, para o propósito que o cantor tinha, não funcionou. Jordan foi bem vocalmente, manteve-se forte e controlado, até o final, onde eu achei que ele perdeu um pouco do controle na nota final. No fim da apresentação dele eu já tinha quase certeza de que aquela tinha sido sua última no programa.

Leanne Jarvis – “Alone” (Heart)

Ok que “Alone” já está manjadíssima em programas desse tipo, mas isso não me impediu de apreciar cada segundo da performance de Leanne. No primeiro agudo que ela atingiu com perfeição eu já estava completamente rendido. Além disso, vale dizer que fiquei felicíssimo com a troca da música. Não sei se com “Hurt”, da Christina Aguilera, o resultado teria saído tão bom.

Apesar de ter me surpreendido positivamente com Moni, ainda não acho que ele seria merecedor de tomar a vaga de qualquer um de seus dois oponentes. Considerando que Jordan ficou um pouco aquém do exigido nessa altura da competição, a decisão mais justa seria mesmo levar Leanne adiante, e assim Will o fez.

Winner: Leanne Jarvis

John Pritchard vs Cleo Higgins vs Lem Knights

John Pritchard – “Something’s Gotten Hold Of My Heart’” (Marc Almond & Gene Pitney)

Em uma coisa John estava certíssimo: ele tinha muito a provar depois de ter passado para os knockouts tendo derrotado Liam. E não foi dessa vez. Escolha musical equivocada que fez John sair do nada, até ameaçar chegar a algum lugar, mas terminar mesmo em lugar nenhum.

Cleo Higgins – “Leave Me Alone” (Michael Jackson)

Acho que pela primeira vez na história eu vou discordar de Jessie e Danny e concordar com Will.I.Am. Impressionante como a experiência de Cleo como performer grita durante suas apresentações. Cleo acertou durante toda a execução da canção do rei MJ na mesma proporção que errou no penteado. A mulher foi simplesmente incrível e Lem teria que rebolar muito para roubar a vaga dela nos live shows.

Lem Knights – “As Long As You Love Me” (Justin Bieber)

Bom, Lem rebolou, e como. Os artistas que cantam Justin Bieber em realities musicais cantam com a óbvia vantagem natural de terem grandes chances de fazerem um trabalho melhor que o original ao vivo, mas, mesmo assim, não dá para desprezar o ótimo trabalho que o jovem fez. Não foi a melhor versão que eu já vi da música, mas foi o suficiente para me fazer cogitar que Will poderia escolhê-lo nesse grupo para ir adiante.

Acho compreensível dizer que Lem foi melhor no knockout e merecia essa vaga nos live shows, é uma questão de opinião. Porém, é fato que Cleo é uma artista muito mais versátil e com mais dimensões que podem ser exploradas nas próximas semanas. Por isso, não consigo lamentar a decisão do coach de levar a cantora adiante.

Winner: Cleo Higgins

E assim terminou o episódio exibido no sábado. No domingo, o programa começou com as apresentações e decisões do Team Jessie.

Fast Pass: Ash Morgan – “Sweet Dreams” (Beyoncé)

O que Ash não tem de versatilidade, ele tem de voz. Sabe que ele me lembra muito o Craig Colton, da oitava temporada do X Factor UK? Cantor de baladas, mesmo tipo físico… o problema é que Craig tinha uma personalidade muito mais marcante e likable e mesmo assim 9 em cada 10 pessoas que assistiam o programa enjoaram dele antes da metade de sua trajetória. É assim que eu vejo Ash daqui pouquíssimo tempo, já que eu duvido muito que ele vá mudar esse estilo e não dará tempo de ninguém descobrir um pouco mais sobre ele. Por enquanto, eu ainda não tenho nada contra, embora ache que Jessie pimpe ele mais do que o merecido (“too much” digo eu para ela indo se jogar aos pés dele de novo).

Danny County vs Trevor Francis vs Sarah Cassidy

Danny County – “Be My Baby” (The Ronettes)

Sou um fã do estilo, do swagger e do estilo de Danny. Ele chegou nos knockouts sendo meu favorito de longe dentro do Team Jessie. Mas, dessa vez, a song choice o machucou demais. A música ficou bem diferente da original, com a marca dele, mas, quando se vai contra dois candidatos com vozes maiores em um programa chamado The Voice, apenas ser cool não basta. Você tem que surpreender, deixar o público boquiaberto. Danny conseguiu fazer isso na sua audição, mas não repetiu o feito e selou sua eliminação.

Trevor Francis – “Gimme Some Lovin” (The Spencer Davis Group)

É disso que eu estou falando. É isso que Danny deveria estar esperando e preparado para enfrentar. Trevor foi lá em cima vocalmente e não desceu mais. Conseguiu aplicar a emoção certa na música e manter-se bem controlado. Não sou dos maiores fãs de Trevor, na verdade acho-o bem esquecível, mas não deu para não admitir que ele fez um belo trabalho.

Sarah Cassidy – “Ain’t No Mountain High Enough” (Diana Ross)

Que me desculpem os admiradores de Sarah, mas esse knockout não me agradou muito. A menina foi até bem, tecnicamente falando, e nada mais. Além disso, nos momentos mais baixos ela não foi tão bem assim e o tom estridente de sua voz chegou até a incomodar em alguns momentos. A nota final foi sim de tirar o chapéu, mas não o suficiente para tornar essa apresentação inquestionável.

Se fosse para julgar apenas pela performance dos knockouts, Trevor seria minha escolha. Se fosse pela trajetória até aqui, Danny. O interessante de acompanhar essa decisão foi que vimos uma escolha feita previamente ser mudada na hora. Jessie deixou claro que tinha intenção de passar Danny, mas, como sua performance acabou sendo ofuscada, a coach simplesmente não poderia. Ao invés disso, ela levou Sarah aos live shows.

Winner: Sarah Cassidy

Letitia Grant Brown vs Lovelle Hill vs Matt Henry

Letitia Grant Brown – “Love Is a Battlefield” (Pat Benatar)

Apesar do inegável alcance vocal, acho Letitia extremamente desinteressante. Simplesmente não consigo vê-la indo a lugar algum no cenário musical. Nessa performance, faltou bastante fôlego, mas mesmo assim suas high notes sempre são pontos fortes.

Lovelle Hill – “True Colors” (Cyndi Lauper)

Meus parabéns aos figurinistas, cabeleireiros e maquiadores do The Voice UK que conseguiram adicionar 20 anos de idade e 20 kilos em Lovelle com esse visual. Tirando isso, Lovelle não conseguiu fazer nada muito marcante com “True Colors”, mas se a intenção de Jessie ao sugerir essa música era mostrar versatilidade, funcionou. E Lovelle fez um trabalho bacana, porém nada memorável.

Matt Henry – “Skinny Love” (Birdy)

Sempre bom ser surpreendido por um candidato nesse tipo de programa, e Matt me pegou numa baita de uma surpresa. Nunca tinha ouvido “Skinny Love” ser interpretada por alguém com um timbre como o dele, e achei tudo maravilhoso. Conseguiu passar emoção sem ser exagerado, cantar lindamente e deixar as duas performances que antecederam a sua ainda mais esquecíveis do que já eram por si só.

Embora eu tenha olhado para esse pareamento e pensado “O que Jessie tem na cabeça para ter acabado de eliminar Danny e levar qualquer um desses três aos lives?”, Matt venceu, indiscutivelmente, esse knockout. A escolha da coach era óbvia.

Winner: Matt Henry

O último time a subir ao ringue foi o Team Danny.

Fast Pass: Karl Michael – “Apologize” (OneRepublic)

Karl era um dos que eu queria nos live shows dentro do Team Danny. Só não imaginava que isso custaria as eliminações que acabaram rolando. O que Karl mostrou não foi muito bom para justificar minha torcida, porque essa interpretação de “Apologize” acabou saindo bem genérica em minha opinião. Mas eu ainda acredito no potencial do rapaz.

Alex Buchanan vs Abi Sampa vs Andrea Begley

Alex Buchanan – “Signed, Sealed, Delivered I’m Yours” (Stevie Wonder)

Era isso que eu esperava de Alex na sua batalha! Performance mais contida em movimentação corporal, porém ser causar uma perda de sua personalidade. E o melhor de tudo: infinitamente mais apurada nos vocais do que qualquer outra coisa que ele tivesse feito em sua trajetória no programa. Se eu já era fã de Alex até então, fiquei muito mais depois dessa apresentação da canção de Stevie Wonder. Uma verdadeira pena que à essa altura eu já sabia que Alex não tinha nenhuma chance por ser o primeiro dos três a cantar.

Abi Sampa – “Iris” (Goo Goo Dolls)

Esse início com introdução de raga não caiu muito bem e foi uma pequena prévia do que seria toda a performance. Escolha de música equivocadíssima, que não favoreceu nem um pouco Abi, chegando a parecer que a cantora deu leves desafinadas em alguns versos da música. Com Alex sem a menor chance e com a candidata com o drama card mais forte do programa para se apresentar a seguir, já era óbvio demais como a novela desse knockout ia terminar.

Andrea Begley – “Songbird” (Eva Cassidy)

Não posso deixar de comentar que Andrea entregou os melhores vocais dela desde o início do programa com “Songbird”. Tudo pareceu mais apurado, mais afinado e mais agradável aos ouvidos. Mesmo assim, ela ainda me dá uma preguiça enorme. Vai continuar sendo um sonífero eficiente, talvez até a grande final.

Recuso-me a comentar esse resultado. Até Glória Perez ficou com inveja da previsibilidade disso.

Winner: Andrea Begley

Conor Scott vs Sean Rumsey vs Mitchel Emms

Conor Scott – “Hey, Soul Sister” (Train)

Sacanagem com a minha pessoa os meus dois favoritos do Team Danny serem os primeiros a se apresentarem nos seus knockouts e, com a obviedade deixada pela edição, isso já significar a eliminação de ambos. E me doeu mais ainda constatar com antecedência que era hora de me despedir de Conor depois de ele emanar carisma, personalidade e um vozeirão incrível nessa apresentação. E vejam que eu ODEIO essa música do Train, para eu gostar de uma versão dela o intérprete tem que me conquistar pra valer mesmo. E Conor conseguiu.

Sean Rumsey – “Ain’t No Sunshine” (Bill Withers)

Sean de fato pegou para si o semblante de who e tá difícil se livrar dele. Confesso que eu finalmente despertei para a existência do rapaz depois dessa apresentação, mas, mesmo assim, eu tenho que concordar com Jessie ao querer que o moço cantasse menos com cara de dor de estômago. “Ain’t No Sunshine” pede um sorrisinho, por mais torto que seja. Sean foi até bastante satisfatório nos quesitos vocais, mas a questão já deixou de ser apenas a voz há bastante tempo, então ele ficou devendo.

Mitchel Emms – “Need You Now” (Lady Antebellum)

Fiquei extremamente dividido, pois se por um lado eu gusto de ser surpreendido e ver versões totalmente inesperadas e diferentes das originais, por outro lado eu não fiquei totalmente rendido à música. Se eu a ouvisse primeira vez desse jeito, eu certamente não me interessaria nem um pouco em baixá-la, e eu sempre levo isso em consideração ao avaliar esse tipo de versão tão distante da original. Mitchel não foi mal, mas eu esperava um pouco mais e talvez outra música o tivesse ajudado a chegar lá.

Sem surpresa alguma para quem já estava farto dos últimos a se apresentarem sempre ganharam (todo mundo já tinha sacado a essa altura, né?), Mitchel ganhou a disputa. Se ele tivesse sido inquestionavelmente sensacional, eu até entenderia ele passar no lugar do Conor, que era um dos maiores trunfos de Danny desde sua audição. Mas não acho que Mitchel tenha sido tudo isso. Adeus Conor, sentirei sua falta.

Winner: Mitchel Emms

Definidos os times que vão para os live shows. A seguir, deixei minha opinião sobre cada um e fiz um ranking de minhas preferências por time. Vamos lá:

Se will.I.am. surpreendeu a todos não fazendo nenhuma cagada, alguém tinha que compensar a cota, né? Não que os candidatos sejam ruins, mas, entre todos, a única que eu consigo ver com algum apelo perante o público é Andrea, e, considerando que seus companheiros de time são muito mais interessantes, é bem possível o elemento mais fraco do Team Danny ser o que acabará representando-o na grande final. zzzzZZZzz.

Meu ranking: Mitchel Emms – Karl Michael – Andrea Begley

O Team Tom se formou de maneira previsível: Tom levou duas “divas” e o único diferencial de seu time é Mike, que, se seguir o mesmo destino dos cantores country das competições musicais do UK, não deverá ter vida longa. Sua Leanne Mitchell 2.0 deve chegar facilmente à final.

Meu ranking: Mike Ward – Alys Williams – Joseph Apostol.

Continuo achando o Team Jessie forte, porém, sem Danny, ele foi lá para trás no meu ranking de preferências. É sim um time diversificado: uma cantora pop, um cantor de baladas e outro que já se mostrou nada limitado para navegar por diferentes estilos. Porém, ainda vai me doer demais ver a fotinha de Danny em preto e branco e nem sei se consigo superar essa até o fim da temporada.

Meu ranking: Sarah Cassidy – Matt Henry – Ash Morgan.

will.I.am. Adam-Levinezou total. Levou um time 100% feminino aos live shows e, assim como o time de Adam na quarta temporada do The Voice US, ele é assustadoramente superior a todos os outros. Três mulheres extremamente talentosas e comerciais. Se por um lado perderemos obrigatoriamente duas delas antes da final por culpa da cota para times, é essa mesma cota que impede de haver um “Team Blake” para podar essa ótima equipe injusta e precocemente.

Meu ranking: Leah McFall – Cleo Higgins – Leanne Jarvis.

That’s all, folks! Agora é hora da verdade. Hora do público votar e decidir quem vai adiante e quem fica para trás. Se por um lado eu não gostei nem um pouco dessa história de só termos 3 live shows, por outro quem já está meio cansado do programa pode até achar isso vantajoso.

E aí, sentiram alguma eliminação particularmente dolorosa? Escolheram de quem será a torcida fervorosa de vocês? Deixem suas torcidas e seus desabafos nos comentários. Deixo abaixo o meu ranking geral de preferência dentro desse top 12, que será atualizado semanalmente. Sintam-se a vontade para postar o de vocês também.

Até semana que vem!

Artigo anteriorThe Voice AU – 2×22: Live Shows, Part 3
Próximo artigoCSI – 13×22: Skin in the Game [Season Finale]
Aleph Macaullay
Goiano que foi viver no caos de São Paulo mas não esconde as origens caipiras e chora quando ouve "Evidências". Radialista por formação e redator publicitário por profissão.