The Office voltou trazendo como grande novidade a revelação de que será a última temporada de Steve Carrell. E foi justamente nisso que  o episódio foi focado.

Spoilers Abaixo.

Confesso que quando vi o anúncio de Steve Carrell eu fiquei triste por um lado, mas acabei enxergando um lado bom nisso tudo. Triste, pois o ator se tornou um dos ícones da comédia atual americana e feliz, pois The Office nos apresentou uma sexta temporada mediana, a meu ver e a expectativa pelo desfecho de Michael Scott promete nos trazer episódios acima da média. Como foi esse Nepotism.

Logo de cara somos apresentados com uma excelente abertura! Gostei da sacada de permitir que todos os personagens aparecessem, pois estava com saudades de todos e poder vê-lo s (ou ouvi-los não é Toby?) já me situou rapidamente ao contexto atual da série (mesmo tendo assistido ao final da última temporada antes).

O arco principal do episódio centrou-se no garoto Luke. Um novo assistente irritante, infantil, incompetente e imaturo que possuía todas as características para ser demitido rapidamente. A não ser por ser o sobrinho de Michael. Obviamente isso gerou muita confusão no escritório e Michael tentou de todas as maneiras fugir da responsabilidade até perder a paciência e resolver o conflito com uma boa sessão de palmadas. A cena, aliás, foi a que eu mais gostei no episódio e entra na categoria de top cenas de Michael Scott!

Com esse showzinho em particular Michael conseguiu se livrar do pentelho, mas ganhou um problema: uma ameaça de processo fez com que ele tenha que se decidir entre ser mandado embora ou fazer seções de terapias com o Toby, já que apenas alguém do RH pode realizá-lo.  Confesso que foi um final muito bacana e tudo o que precisamos para o retorno de Holly (Ou alguém duvida?).

Nos demais arcos tivemos o casal Jim e Pam voltando aos velhos tempos preocupando-se unicamente naquilo que sempre fizeram bem: perturbar Dwight! Jim até que tentou sendo atrapalhado na hora H por sua querida esposa, mas ela não deixou por menos mesmo tendo se dado particularmente mal ao ter que presenciar o Dwight urinando sem o menor escrúpulo. Aliás, eu ainda acho que o fato de Dwight ter comprado o prédio ainda trará boas surpresas e situações!

Com os demais personagens tivemos algumas revelações como o provável final do romance Andy – Erin que por sinal acho uma boa escolha, pois o casal não emplacou muito e isso deu um pouco mais de destaque ao personagem do Gabe que se tornou o seu novo namorado.

Kelly participou do treinamento para minorias e voltou com uma postura diferente. Mostrando ser uma garota intelectual ela tentou dar um ar formal à super reunião de Michael, mas obviamente ninguém com palavras bonitas e de expressão conseguem chamar a atenção no escritório, mas a graça fica pelo fato dela estar o tempo todo fingindo ser culta sendo que na verdade ela ainda é a mesma Kelly de sempre: gastona e emotiva!

No demais destaque para o meu querido Creed que ganhou um bom destaque no episódio como há muito tempo não via! 3 aparições! Destaque para a cena da reunião, onde Michael ao citar a se seria elegante contratar um assassino de 50 anos faz com que a câmera foque-se em Creed e o mesmo desse o seu depoimento. E por sinal só ele acessa as redes sociais não é mesmo? Depois do seu blog (O Creed Thoughts) ele agora tem twitter! Genial!

Bom com um episódio que serviu para pano de fundo para o futuro, The Office apresentou um episódio acima da média e cheio de expectativas! E agora é um a menos para a despedida de Michael!

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