The Last Ship e seus episódios curiosamente bons.
Sean Ramsey é apenas mais um antagonista a aparecer no caminho do USS Nathan James e posso dizer que ele é/foi o mais fraco até agora, mesmo tendo em mente o mesmo objetivo que os demais: ter em posse de si a cura, para assim conquistar o mundo. Mas, mesmo que ele ainda não ficara, ao vivo e a cores, frente a frente com Chandler, achei que ele, Sean Ramsey, nos presenteou com um belo espetáculo em Achilles.
Os requisitos de um bom episódio em The Last Ship são: trilha sonora empolgante; situações ou ocasiões na trama que prendem o telespectador; explosões e mais explosões. A série não precisa ter tiros e sangue em todos os episódios, mas tende ter um ingrediente que nos alimente por toda a temporada. Felizmente, até agora, The Last Ship vêm conseguindo fazer isso.
Em outros olhos – estes pessimistas – Achilles foi um episódio que focou numa batalha entre um USS e um submarino sem identidade. Mas aos meus olhos – estes muito otimistas – o episódio foi brilhante, principalmente por ter mostrado a força que o Nathan James possui, e também por ter mostrado a capacidade de comando de Chandler – e conseqüentemente o bom trabalho dos tripulantes.
Talvez o maior destaque desta vez seja Mason, mesmo que ele tenha tido mais suposições do que certezas na maioria das vezes. Mas Chandler soube bem acalmar o rapaz, dando-lhe mais segurança em afirmar as probabilidades que surgiam em sua cabeça.
Achilles foi uma mistura de tensão com empolgação. Acredito que todos nós ficamos tensos quando Chandler ordenou que eles entrassem em ‘silêncio dois’. Ver todos os tripulantes se prepararem cuidadosamente para ficarem quietos foi curioso, visto que muitas das coisas que acontecem no USS de The Last Ship acontecem também nos USS’s da realidade. Mas o episódio ficou bom mesmo quando Sean Ramsey decidiu atacar Nathan James. O comando de Chandler na cena deu início a uma trilha sonora cuja mesma se misturou com o barulho dos disparos dos torpedos. Foi a partir desse conjunto de cenas que, literalmente, mudei de postura no sofá.
O Veredicto
Achilles foi realmente um episódio interessante. Não arrisco dizer se teremos uma nova batalha, já que não houve vencedor nessa, mas Ramsey, em partes, não conseguiu o que queria, mas com a ajuda de Sorensen causou um pouco de estrago nos planos dos americanos. Não há dúvidas de que a tripulação do submarino, com as informações necessárias em mãos, planeja focar os laboratórios para que eles possam ter o controle sobre a cura e as pessoas que precisam dela para sobreviver. Só nos resta esperar para ver como essa história terminará, e quando ela terminará. A temporada está impecável, e já superou, com cinco episódios, a temporada passada. Mas ainda espero que o episódio da próxima semana ajude a série a navegar seu caminho para fora das águas agitadas em que atualmente se encontra.
Considerações finais:
– Peço perdão pela curta review, mas eu realmente não vi necessidade de estendê-la. Mas podem continuar a puxar minha orelha;
– Só eu ou mais alguém também não viu Wolf e Ravit?
– As poucas cenas em que Bacon aparece são realmente curtas e legais;
















