
Ah! Se minha consciência falasse…
Spoilers Abaixo:
Antes de começar a comentar sobre o excelente episódio dessa semana, tenho que lhes dar uma informação pertinente: esse episódio foi a 1ª parte da Season Finale. Ou seja, semana que vem veremos o término da primeira temporada de RJ Berger. (Informação vinda do Twitter da Amber Lancaster, a Jenny).
Retornando ao episódio, tenho que começar dizendo que ele foi ótimo. Sinceramente. Semana passada, eu escrevi uma review bem sarcástica porque, a meu ver, as falhas da série, que já apontei anteriormente, persistiam episódio por episódio. Contudo, para minha satisfação, tive novamente o prazer de assistir um episódio tão bom quanto os primeiros dessa temporada.
História sobre bailes em produções americanas sempre é um prato cheio para comédia, como é possível constatar com a quantidade de filmes que tratam sobre o tema. Nesse quesito, a série não decepcionou. Admito que, somente neste episódio, pude notar como senti falta do conflito entre a consciência de RJ e as possibilidades de “se dar bem” a qualquer custo. A fórmula não só funciona como agrada.
Eu não imaginava que Jenny fosse chamar o nerd para ir com ela ao baile. Pensei que talvez rolaria alguma coisa entre eles no baile, mas isso só saberemos semana que vem. Ficamos ao menos nesse episódio com o conflito de RJ entre levar Lily, que ele convidou primeiro por falta de opção, ou Jenny, que PEDIU para ir com ele (como amigos) depois de terminar com Max.
A maior parte das pessoas com que convivo afirma que eu tenho um coração de pedra. Particularmente, discordo. Eu realmente só não me emociono ou me comovo facilmente. Posto isso, a cena em que RJ vai tentar retirar o convite que ele fez a Lily, com ela dizendo como ele “a havia feito a garota mais feliz do mundo”, doeu um pouco até na minha consciência. Seria difícil para a maioria dos homens ter que decidir naquela situação. Além do mais, trata-se entre levar a sua melhor amiga ou a garota dos seus sonhos. Mas convenhamos que RJ estaria sacrificando a oportunidade de sua vida com Jenny, só para alimentar uma falsa esperança de Lily.
Falando em “melhor amiga”, o momento desenho desse episódio ficou bem legal. RJ não tinha realmente dado o devido valor a Lily durante esse tempo todo. A garota sempre esteve ao lado dele, especialmente nos momentos difíceis. Detalhe: se a Lily de carne e osso fosse tão bonitinha quanto a do desenho, eu ficaria com ela sem problema. No mais, cabe apenas afirmar que como amiga Lily é até legal, mas ela e RJ não foram feitos para um relacionamento. Certos amigos servem apenas para ser amigos.
Dando uma pausa na parte da história em torno de RJ, preciso dizer que não entendi o que levou aquela amiga de Jenny, Robin, a aceitar o pedido de Miles. Especialmente, se nos lembrarmos que ela deu uma surra no próprio a poucos episódios atrás. E a justificativa dela para o seu ato de caridade foi o cúmulo do nonsense: como assim, “caras que não me achatariam durante o sexo”? Ela é sadomasoquista, por acaso?
Eu não faço a mínima idéia do que os roteiristas estão preparando para a season finale, levando-se em conta a forma como este episódio terminou. Eu doido para ver como RJ ia se livrar da Lily para levar a Jenny, e os caras põe um ônibus para atropelar a garota. Esse momento me lembrou até uma cena “clássica” do filme Premonição. Queria mesmo era ver Lily destruída emocionalmente pelas palavras do nerd, e ver como tudo terminaria no baile, mas pelo visto outros planos estão sendo programados para o nerd. Quais serão eles, ainda iremos descobrir.
P.S: Se uma garota como Jenny me convidasse para ir a um baile (ou a qualquer lugar) com ela, eu também faria essa cara:

Só precisaria levantar mais uma das sobrancelhas, para ficar do tipo “Como é que é?”. Seria algo como: “É pegadinha, né?”










