Sério, qual foi a droga alucinógena que rolou na cabeça dos roteiristas nesse episódio?

Ah, a alegria de escrever a review de um episódio incrível! Happy Mom, Happy Life pode facilmente entrar na lista dos episódios mais engraçados desta segunda temporada de The Goldbergs, tendo me feito rir em vários momentos e me proporcionado 20 minutos de pura diversão. Tudo começou com a ~filhota~ de Adam e Dana (o melhor casal da série, diga-se de passagem) e todos sabemos que filho na área significa: ~TENSÃO~. Não é à toa que hoje em dia a gente adia esse negócio o máximo que pode, afinal, é trabalho que não acaba nunca! Sabendo disso, nossa smother favorita logo se ofereceu para dominar ajudar no processo, oferta que Adam precisou recusar pelo bem do seu relacionamento. Gente, o que foi a cena de ele se reconciliando com Dana aconselhado por Pops e Murray? Sensacional! Quem entende um pouquinho de casamento sabe que o ditado “Happy Wife, Happy Life” definitivamente não está de todo errado, portanto os conselhos de Mur e Pops não foram de todo irracionais rs. Posteriormente, enquanto Adam tentava salvar seu casamento das garras da rotina, Bevy resolveu sequestrar o tal remendo de repolho (é isso que cabbage patch significa!!!), que acabou sendo roubado pois peças do tipo eram mais valiosas que um iPhone 6 em pleno 2015, OBVIAMENTE. A negociação de mamãe Goldberg com o traficante dos bonecos lá foi impagável de tão maravilhosa, com direito até a paixão avassaladora surgindo. Sério, qual foi a droga alucinógena que rolou na cabeça dos roteiristas nesse episódio? WTH? No final das contas, Bevy finalmente ficou no seu quadrado e percebeu que a felicidade de Adam era maior que a dela… em ser avó… de um remendo de repolho.

Ok, isso está demais para mim.

Enquanto o casamento de Adam ia por água abaixo, o reinado de Barry como líder dos JTP também ia, afinal, ele agora tem uma namorada hot e popular, então O QUE SERÁ QUE ELE VAI ESCOLHER, não é mesmo? Mas não se engane: eu não concordo com isso! Acho que é necessário conciliar namoradas(os) e amiga(os) para o bem de todos, até de você mesmo caso o namoro acabe. Vendo que estava perdendo sua BFF, Erica resolveu entrar em ação e roubar o JTP de Barry, claramente esquecendo que se trata do grupo de garotos mais carentes, lesos e donzelos que já existiu desde 1980 até hoje. Mano, o que foi o momento em que todos se apaixonam por ela ao som de Heart? Um clássico instantâneo de The Goldbergs! Devo elogiar a performance dos integrantes do JTP, Matt Bush, Sam Lerner e Noah Munck, que têm dado vida a um grupo de amigos tão bizarro que simplesmente não tem como NÃO amar! A química entre todos eles é tão boa que eles devem ser amigos na vida real, não é possível. E no fundo, no fundo, todos gostaríamos de ter companheiros para destruir frutas no estacionamento do mercadinho em que ninguém nunca estaciona. No final das contas, claro, Barry voltou para os dele.

Em um episódio memorável (e meio doidão), The Goldbergs nos mostrou seu melhor e confirmou seu inquestionável merecimento à renovação para a terceira temporada. Murray e Pops tiveram pouco tempo de tela, mas os momentos em que apareceram valeram a pena (com destaque para Murray sentado em cima da neta). Bevy tem recebido menos destaque nos últimos episódios e isso é bom para o show respirar um pouco já que ela naturalmente atrai muita atenção para si, mas confesso que comecei a sentir falta de episódios que gritem “BEVY! BEVY! BEVY!”, e vocês? Erica esteve fraquíssima e quase não esboçou expressões faciais no episódio inteiro: o que houve contigo, Hayley Orrantia? Fazia umas 3 reviews que só tecia elogios pra você, mulher! Dana mostra ser cada vez mais essencial aos plots do Adam, tendo um tom de comicidade ótimo e só acrescendo às aventuras do amado, o que me faz pensar no que acontecerá caso eles terminem. E, finalmente, Barry, Lainey e o JTP formam o grupo mais non-sense da série, bem daquele tipo que a gente torce para que dure por muito tempo! Vida longa ao JTP! *todos os leitores repetem: JTP!*

Em tempo de outras cenas épicas: O JTP repetindo a cena de Say Anything e Adam sambando na cara de Bevy e mandando ela colocar a ~bundinha~ dela fora da situação.

Em tempo de Dia da Mulher: Estamos de olho com essa noção machista de que uma mulher solteira não pode ser feliz, viu, seu Adam F. Goldberg? Deixe Miss Taraborelli ser feliz com seus remendos de repolho, deixe!

Em tempo de palmas: A discussão entre Adam e Dana como se fosse um casal casado de verdade foi apenas genial. Maravilhoso trabalho de roteiristas e atores.

Em tempo de eighties 1: “Leia DeLorean Goldberg!” ~~~> nome da minha filha.

Em tempo de eighties 2: “Coloque na mala seus brinquedos e se mude para outra cidade. A vida que você construiu aqui acabou.”

Em tempo de eighties 3: “Calma, deixe o ~Don Juan~ lidar com isso. Ok, estou tendo um ataque de pânico, alguém assuma.”

Em tempo de eighties 4: “Tudo bem, eu só fico pelado na frente de caras.”

Em tempo de mensagem bonitinha no final 1: “Às vezes, você encontra aquela pessoa especial que muda tudo. Mas ter os seus melhores amigos lá para te alegrar é o que realmente importa.”

Em tempo de mensagem bonitinha no final 2: “”O negócio sobre ser pai é o seguinte: é difícil e não vêm com joguinhos e instruções. Você vai aprendendo.”

Bônus:

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