Esta semana em The Big Bang Theory vimos uma nova dinâmica entre Amy e Howard, uma dupla que pelo o que eu me lembre, nunca havia interagido tanto. Leonard volta a ser o motorista e juntamente com Penny começam a aprender uma nova forma de lidar com Sheldon. Raj sem ter Howard por perto fica com muito tempo livre, algo que não deixa Bernadette muito feliz, então vamos lá.
A maior parte do episódio coube a Howie e Amy interagindo bem mais com ele a ajudando em seu trabalho com os neurônios. Sempre é bom quando o vemos interagindo um pouco com a ciência e Howard não perdendo a oportunidade de fazer seus truques de mágica. Acredito que essa dupla tenha funcionado bem e seria bem interessante vê-los desenvolvendo ainda mais esse projeto.
Com Howard totalmente ocupado, Raj fica sem ter muito o que fazer e acaba sendo o reclamão. Não é de hoje que eu não gosto do rumo que Raj vem tomando na série, sinto que ele poderia ser muito melhor desenvolvido, mas não posso negar que dei até algumas risadas com o tamanho da carência dele.
Bernadette foi maravilhosa fazendo Sheldon fazer todas as tarefas domésticas da casa, mas ela merecia só pelo tanto que teve que aguentar do Raj, jogada genial. A verdade é que não importa com quem Sheldon esteja interagindo, na maioria das situações, renderá boas risadas.
Penny e Leonard finalmente tiveram um pouco mais relevância e foi ótimo vê-los “educando” o menino Sheldon com um livro para pais. De certa forma eles sempre foram os adultos responsáveis pela criação de Sheldon. Essa cena me lembrou muito uma outra cena onde Penny e Leonard estavam brigando bastante e ele “fugiu”, quando compraram o robô para ele. Adoraria vê-los como pais de um bebê, mas ao mesmo tempo tenho medo que estrague algo que já é bom, então pelo menos estão educando até que bem o Sheldon.
Enfim, depois de alguns episódios sem muito brilho eu realmente gostei desse, além de ter trazido a memória várias situações que remetem ao passado e de quebra ainda me tirou várias risadas. Sempre gosto de ver o lado bom das coisas, e a pergunta que fica é: TBBT precisa melhorar? Sempre! Mas não é ruim e ainda vale a pena acompanhar, talvez nem tanto com aquele compromisso que me fez maratonar a série quando comecei a assisti-la, mas ainda vale a pena.














