Vamos lá, façam coro comigo: Mais um episódio excelente de Switched at Birth!

Spoilers Abaixo:

Eu assisto “Trocadas” e fico rindo à toa. Toda semana, desde a estréia, estamos numa crescente em diversos sentidos. Personagens, storyline, roteiro… Não tem como não amar, especialmente quando a série nos dá novidades tão boas para comentar.

Para aumentar nossa alegria, desconfio que Liam já era. O último episódio em que ele aparece creditado na temporada é “Dance Amongst Daggers”. Se ele não der mais as caras estaremos diante de uma série de verão praticamente perfeita. Mas vamos deixar o chatonildo para lá, porque tem coisa boa para falar sobre todo mundo.

Como não começar falando do melhor casal formado em dois episódios? Pensem bem, há duas semanas nem cogitávamos uma ligação entre Bay e Emmet e agora estamos aqui, torcendo pelos dois.

De verdade, é uma surpresa ver a transição dos dois sem grandes choques. Isso porque a maioria aprovava Ty, de modo geral. Foi só Emmet aparecer e se mostrar um menino prestativo, com personalidade forte e pronto. Caímos de amores por ele.

O lance com Emmet é que ele também é engraçado. Encarou bem o papel romântico naquele beijo super fofo, mas também fez piada com a moça do bar. O modo como ele usa a linguagem de sinais como vantagem (quando os ouvintes acham que é o contrário) é excelente. Sempre dou risada com ele.

Porém, preciso dizer uma coisa. Tenho a impressão de que esse lance dele com Bay será abalado no momento em que Daphne estalar os dedos querendo Emmett como mais do que seu melhor amigo. Existe tensão entre os dois e fico com a ideia de que ele gosta sim, de Bay, mas que o sentimento por Daphne pode alterar suas escolhas. E vejam bem: nem estou contando o fator surdo/ouvinte, que para ele parece ser tão fundamental e uma barreira intransponível.

O problema de Toby com o jogo acabou sendo tratado de forma interessante, apesar de eu ainda achar que ele não aprendeu a lição e que uma boa surra de cinta fosse necessária. A culpa também não é toda dele. Para os Kenish, dinheiro é coisa abundante e os filhos do casal nunca aprenderam o valor das coisas e isso acaba moldando o caráter.

A busca das meninas pelo pai sumido também merece destaque. Não pela busca em si, mas pela conjectura gerada. O final do episódio nos deu uma dica muito boa dos rumos que a série deve tomar.

Primeiro, porque descobrimos que Regina, que adora se fazer de muito alheia, SABIA DE TUDO. Ela percebeu há muitos anos que não era a mãe biológica de Daphne e obviamente obteve todo tipo de confirmação, o que explica todas as fotos e papéis sobre Bay ( que era a misteriosa senha da caixa).

É isso, afinal, o que o hospital tem contra os Kenish para o processo e lógico, essa revelação vai abalar a relação entre todos. Porém, o principal para mim, é que o conteúdo da caixa revela o real motivo de Daphne ter crescido sem pai. Angelo Sorrento (que eu já sei quem será o intérprete!) abandonou Regina ao descobrir a verdade sobre Bay, e não uma pobre criança surda. Regina, mulher forte e teimosa que é, deve ter exigido segredo e ele preferiu ir embora a viver uma situação como essa.

Eu nem o conheço ainda, mas já estou do lado dele. Se o que minha imaginação indica for verdade, a temporada de “Trocadas” promete fortíssimas emoções.

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