Você é como um daqueles telefones públicos antiquados, exceto que você leva biscoitos ao invés de moedas.” – CUNLIFFE, Robin.

Um dia após a exibição de sua season premiere, no dia 31 de agosto de 2020, a série Strike teve o seu segundo episódio indo ao ar, na Programação Britânica, pela BBC One, às 21h. Ele começou, exatamente, no ponto em que o seu antecessor finalizou: Cormoran e Robin encontrando ossos no vale da propriedade de Jasper Chiswell, o Ministro da Cultura do país.

Contudo, antes de começarmos a análise desta parte da história, eu gostaria de pedir desculpa a todos vocês, leitores, pelo erro na review anterior. Ele diz respeito à personagem Kinvara, sendo ela esposa de Chiswell, e não filha, como eu havia dito. Porém, eu estranhei o fato de que ela aparentou ter a mesma idade que Izzy, uma das filhas dele, por isso a minha confusão. Oras: nem ao menos um selinho os dois deram em cena. Agradeço ao leitor Maurício, que, gentilmente, fez a observação nos Comentários, mostrando que este feedback entre autor e leitor é de suma importância para que possamos continuar entregando a vocês um material de boa qualidade.

Pois bem, enquanto o nosso “Sherlock” estava junto de seu “Watson” investigando o local, cães raivosos são colocados para correr atrás da dupla. Um agonia só, vamos combinar! Ainda bem que Rodin, com toda a sua esperteza, distraiu, não só Strike, como, também, os cães e pegou o seu jipe. Aqui vale ressaltar o machismo de Cormoran ao não confiar nela devido ao salvamento. Porém, na hora da direção veicular, com ela dirigindo até melhor que ele – vale ressaltar isso -, Strike confia nela, não é mesmo?! Ainda mais quando a sua perna está doendo. Para de ser orgulhoso e seja mais agradecido, por favor!

Já no quesito investigativo, Eric Wardle repassou informações importantes para o nosso detetive preferido. Vejam só: o jovem Billy, que invadiu o Cormoran Strike’s Office, tem 20 e poucos anos e a possível menina que foi estrangulada se chama Suki Lane. Ela morava dez milhas da propriedade da família Chiswell e, na época do crime, apesar de ser pequena, com longos cabelos escuros, tinha 12 anos de idade. Resta sabermos como Suki chegou à propriedade e o motivo pelo qual foi brutalmente assassinada. Não tenho dúvidas de que Robin que vai descobrir isso, pois ela é esperta por demais. Todavia, enquanto isso não acontece – ainda falta dois episódios para a season finale – temos uma Robin apreensiva e angustiada. O motivo? As suas impressões digitais estão presentes nos escritórios da Câmara dos Comuns, localizada no Parlamento Britânico, pois a polícia já estava investigando os achados ósseos. Em virtude disso, ela teve a “brilhante” ideia de ir até lá e tirar as escutas do escritório em que Geraint Winn trabalha, um dos chantagistas. Se não bastasse a angústia do início do episódio, tivemos outra nesse momento, com Aamir pegando ela na “boca da botija”, afinal, ela pensou que estava bisbilhotando o celular do Ministro, e não de Aamir. Todavia, como sabemos que o seu sobrenome é “inteligente”, ela, de forma elegante, o ameaça em ser mandado embora, caso tentasse relatar a ocorrência. Toda trabalhada na persuasão, né, mores?!

Dizem que se urinam eles próprios quando morrem. É verdade, Chiswell?” – mensagem de voz, gravada na Secretária Eletrônica, do telefone, do escritório do Ministro da Cultura, Jasper Chiswell. 

Tal mensagem acima representa mais uma ameaça em torno de Jasper, que se encontra um tanto nervoso, seja pelo seu cargo político, seja pela sua família, que ele tenta proteger de todos os lados. Por falar em proteção, Strike continua a investigação para proteger o parlamentar e, na casa de Billy, encontra sangue por espalhado por todos os cantos, até mesmo, no corrimão. Ele desconfia que talvez Billy estava segurando na estrutura, enquanto era arrastado, ou, então, ele pode ter se cortado. Mais uma vez as perguntas se mostram superiores aos esclarecimentos. E de modo a esclarecer ou, pelo menos, tentar elucidar, os nossos futuros “pombinhos” vão atrás de Dawn Clacy (Bronagh Waugh de The Fall), ex-namorada de Jimmy Knight, um dos suspeitos. Ela, além de dizer que não o vê há um bom tempo, conta uma história “sem pé, nem cabeça”: quando eles eram pequenos – Billy e Jimmy -, no local onde eles cresceram, na verdade, as crianças podiam fazer um pedido ao cavalo de gis, que eu, sinceramente, não entendi bulhufas. Billy, então, disse que preferia que ele estivesse morto, de modo a ficar com a mãe, novamente. No entanto, o cavalo levou outra criança em seu lugar. Quando Billy contou isso, seu irmão o mandou “fechar a matraca” e, por conta do que Jimmy fez – ainda não se sabe o dito cujo, exatamente – Billy urinou na cama. Além disso, Dawn disse que o pai deles, Jack Knight, era um bêbado, sendo barrado em todos os lugares que tentava adentrar.

Porém, a informação mais pertinente que a moça deu foi sobre o fato de Jimmy trabalha com o tráfico de drogas, oferecendo o produto à família Chiswell, ao aparecer em várias festas, inclusive, uma em especial: a de 18 anos do falecido filho do Ministro, Freddie. E para desvendar ainda mais essa história, eles partem em direção à mansão de Jasper, no interior. Lá, fica esclarecido que a polícia andou cavando o local do vale, onde estava o cobertor rosa, juntamente aos ossos da menina enterrada. Não foi dessa vez que Dean (Jensen Ackles de The Boys) e Sam (Jared Padalecki de A Casa de Cera) – os irmãos Winchester, de Supernatural – deram o “ar da graça” para ajudarem. Quem sabe na próxima, não é mesmo?! Afinal, de cavamento de covas, em cemitérios, os dois entendem muito bem, obrigado. Já o Ministro não revela muito – como de costume -, mas exige que Strike solucione o seu caso o mais rápido possível. Uai, Ministro, ajude o detetive a te ajudar, né?! Se não fosse Robin despistando uma vontade repentina de ir ao toalete e pegar algumas fotos do passado do seu filho falecido, senhor Parlamentar, eles não iriam avançar nas interpretações dos fatos, não. Por falar em Robin, nota-se a coragem de ela se arriscar em situações que nos convidam a não nos arriscarmos, devido ao perigo. E olha que Robin faz isso desde as temporadas passadas, colocando, obviamente, a sua vida em risco. Se esse não é o melhor “Watson” que o Cormoran poderia ter, eu desconheço um melhor, viu?!

Essa visita rendeu ótimos novos informes. Vamos colocar as cartas na mesa? Ou melhor: as fotos? Vejam só: em várias delas tem a presença de uma jovem, ainda sem nome, sendo humilhada ao chão, tendo a palavra “whore” escrita em suas costas. No melhor dos eufemismos brasileiros, o significado da nomenclatura é “periguete”. Posteriormente, descobrimos quem é essa jovem. Contudo, antes disso, temos outros assuntos a tratar. O primeiro dele é relacionado ao Barclay, novo freelancer de Strike, que descobre o local em que os irmãos Knight residem: um edifício invadido pelo grupo de ativistas, sendo uma forma de protesto político. Aqui vale lembrar, novamente, que o ano é 2012, no auge das Olimpíadas de Londres. Teve até um evento para os atletas paralímpicos, mas nada de menção ao evento mundial, afinal, no livro-base, ele foi mencionado várias vezes. Será que pelo fato de ser um seriado televisivo, o nome não pode ser mencionado? Pois bem, Jimmy tem um apartamento no último andar, onde mantém Billy trancado, ou seja, cárcere privado. Que maneira mais prudente para “cuidar” do irmão mais novo, não é mesmo?! Sem contar que ele estava mais preocupado com a festinha – pra lá de péssima -, que ele organizou com os seus colegas ativistas. Todavia, antes de chegarmos no evento, Robin disse que não poderia comparecer, porque iria viajar no final de semana devido ao Aniversário de Casamento com o embuste de seu marido. Strike foi até um tanto educado na resposta, tentando não deixá-la mais sem graça ainda, por não poder ir à festa dos ativistas, sobrando tudo para o seu parceiro de trabalho.

Mudando um pouco de ares, nos foi mostrado o passeio romântico do casal intragável, comemorando 1 ano de Casório. Quanta marmota em cena, minha gente! Não sei o que era pior: o sorriso falso da Robin ou as babaquices do Matthew. Ela está querendo enganar quem, meu povo? Só se for a própria sombra, porque nós, fãs, já percebemos, há séculos, que ela está apaixonada por Strike e ele, idem, por ela. Já o embuste do Matthew ficou se gabando por ter 200 seguidores no Instagram. Amado, deixa eu te contar uma coisa: você chegou agora e já quer se sentir o blogueirinho nas redes sociais? Francamente, me poupe! Além disso, querido, em 2012, a rede social que estava no auge não era o Instagram, e sim o Facebook. Menos, Matthew, bem menos! Aliás, o seu “filme” está “queimado” de outros “carnavais”, né?! Pra piorar, o senhor resolve, ainda, comparar a nossa Robin com um pássaro (Oi?!) e, falsamente, diz que foi o melhor dia de sua vida. O que me deixa feliz é que ambos, Strike e Robin, ficam pensando um no outro a cada instante. Vou shippar os dois eternamente! #VemBeijo  

Enquanto o “falso” casal estava “fingindo ser feliz” no hotel, Strike foi à festa dos ativistas, em um ambiente nada convidativo. Quando ele teve que “comprar” uma máscara na porta de entrada, eu achei que todos os presentes pudessem estar fantasiados. Tanto é que a minha esperança era encontrar alguém com a máscara do pintor espanhol, Salvador Dalí, em referência ao seriado La Casa de Papel. Não foi dessa vez a ocorrência de uma referência, infelizmente. Estando no interior do galpão, nosso detetive encontra Billy transtornado e preso dentro de um quarto. Repito: que “bela” maneira de cuidar do irmão, hein?! Já passou da hora de denunciar Jimmy por maus-tratos à Billy, Cormoran! Assim como você ligou para a polícia sobre os achados ósseos, ligue por conta disso, também, por favor. Ademais, o jovem Billy, apesar de reconhecer Suki Lane, na foto, diz que ela não foi a garotinha estrangulada, criando um “nó”, não só na nossa mente, como, também, na de Strike. Eu, particularmente, senti que ele mentiu por medo, afinal, estava em uma situação de prisão, sem ninguém pra confiar, acabando fugindo. Vamos se com a cena final desse episódio, Billy comece a confiar em Strike, que só quer o bem do rapaz, ao contrário de terceiros.

Em virtude disso, uma vez que Jimmy se encontrava na cena, ele chuta a perna de Strike – já dolorida -, enquanto ele descia a escada e machucando o detetive. Eu não sei das Leis Britânicas, mas imagino que, assim como no Brasil, deve existir aquela que assegura à proteção e o cuidado aos deficientes, inclusive, a necessidade de o violentador responder, criminalmente, pelos seus atos errôneos e desrespeitosos. Tadinho de Strike! Teve que ir para a casa de Lorelei e receber os cuidados, durante alguns dias. Além disso, ele acaba recebendo a visita de sua fiel escudeira e novidades sobre o caso são reveladas por ambos. Vejam só:

Ela consegue pegar os grampos com os áudios e o principal deles é de uma mulher chamada Drª. Elspeth Curtis Lacey (Ruth Lass de White Teeth), presente, também, nos vídeos em prol à caridade, promovidos pela Ministra dos Esportes, Della Winn, esposa de Geraint Winn. No entanto, por razões ilícitas financeiras, ela renunciou ao cargo de membra dos Curadores tem um mês, sendo a suposição de Robin, confirmada na festa, posteriormente. Já o próximo áudio mostra Geraint conversando com Jimmy, dizendo que Aamir está quase conseguindo fotos comprometedoras, ou seja, o “circo” da família Chiswell está a se fechar o quanto antes. Em contrapartida, Strike repara, em uma foto, que Freddie havia ganhado um distintivo de honra de Esgrima, o que significa que ele, além de ser ex-soldado do Exército, era esgrimista, também. Ademais, Cormoran notou, na visita ao quarto do rapaz, que ele tinha um sabre, um tipo de espada, pendurada na parede. Diante disso, ele pesquisou e encontrou fatos: Freddie fazia parte do elenco sub-19 (anos), da modalidade citada, no Reino Unido. E adivinhem quem era membra, juntamente ao rapaz? Bingo! Rhiannon Winn, a filha única de Della com Geraint, que cometeu o autoextermínio, aos 16 anos de idade (Alô, Setembro Amarelo!). Ela não poderia ser a garota do vale, pois foi enterrada no País de Gales, mas vocês lembram da garota humilhada na foto – intitulada de “periguete” – na festa de 18 anos de Freddie? Pois é! Era ela, sendo reconhecida por conta do vestido, na cor verde claro. Ah, sem contar  seguinte: na época em que ela entrou na Equipe de Esgrimistas, a jovem Winn ocupou a vaga da namorada do filho do Ministro da Cultura. Tal constatação nos remete ao seguinte questionamento: teria Freddie se vingado por conta disso? O que ele fez para com ela? Afinal, quatro semanas após aos festejos da maioridade de Freddie, ela, infelizmente, se enforcou. Logo, de modo a tirar a culpabilização de seu filho, o senhor Chiswell deseja que todos respeitem o legado de Freddie. Se é que ele teve algum, pois, segundo Strike, que investigou o falecimento do jovem, todos os homens o odiavam. Ainda queremos saber os motivos desse imbróglio todo! Aguardemos!

Seguindo a linha de raciocínio investigativa, Robin questiona Izzy, no escritório, sobre o aniversário de 18 anos de Freddie, seu irmão. É claro que ela iria ficar “encucada” com a pergunta, uma vez que não tinha foto alguma na residência –  pelo menos, não escancarada – sobre o evento, como disse a ex-secretária. No entanto, o papo entre as duas é interrompido pela entrada do Ministro Jasper, um tanto nervoso e desesperado. Aqui vale ressaltar e parabenizar, mais uma vez, a inteligência perspicaz de Robin: ela logo trata de vasculhar os e-mails excluídos e encontra um vídeo de Billy desenhando o cavalo que parece um gato esticado, em uma tábua de madeira. Quem gravou foi Jimmy, na season premiere, lembram?! Mais um fato que coloca o irmão mais velho no topo dos suspeitos. Ainda não sabemos o crime, mas ele tem “culpa no cartório”, com certeza. E como os roteiristas adoram mostrar uma festinha, vamos ao evento para os atletas paralímpicos. Partiu?! Como diz a Tia Íris (Eva Wilma de A Indomada) à sua fiel companheira de todos os momentos, Alice (Thaís de Campos de Duas Caras), em Fina Estampa (2011): “Let’s go, Alice!”:

Robin, elegantérrima – como sempre – estava usando o vestido verde escuro que ganhou de Strike lá em O Chamado do Cuco, no final da primeira temporada. Ele ficou todo feliz ao vê-la vestida com ele! Um fofo! Já Jimmy e seus ativistas de fofura não tiveram nada, porque armaram um protesto na porta do evento com cartaz e tudo o mais. Não satisfeito apenas com isso, Jimmy resolve atacar, mais uma vez, Strike, em uma briga, chamando a atenção de todos os presentes na rua. Ainda bem que a família Chriswell chegou a tempo, juntamente à Polícia. Será que ele foi detido de vez? Tomara, né?! Para piorar a situação, uma garota grita aos berros a palavra “assassino”, destinada ao Jasper. Já na festa, o “clima romântico” renasce novamente quando Robin cuida do ferimento na testa de Strike, enquanto ele vê o vídeo de Billy. A sintonia dos dois é linda de se ver e estamos na expectativa do primeiro beijo! Anda logo, BBC One! Já entre os “gringos”, nota-se o questionamento de Robin à Drª. Curts-Lacey sobre a sua demissão e tudo o mais que envolveu tal decisão em sua vida. Robin não tem medo do perigo, podendo levar uma baita tapa na cara, caso a mulher fosse fazer um escândalo na festa. Eu iria adorar, pois de confusão, eu assisto de camarote. Os finalmentes dessa história foi o “feitiço” voltando-se ao “feiticeiro”, porque, com a confirmação dos golpes financeiros na Caridade, Geraint deveria encerrar essas atividades, caso contrário, seria denunciado por Jasper. Porém, aposto que isso ainda não se encerrou, devido aos instantes finais do episódio, com a cena chocante, minha gente!

Outro momento pra lá de interessante no local foi o encontro entre Strike e sua ex-companheira amorosa, Charlotte Ross, grávida de gêmeas. Ficou evidente que o coração do nosso detetive bateu mais forte, pois ele se lembrou da pulseira que ele havia lhe dado, quando estiveram juntos. Ela até que tentou uma reaproximação amigável, mas ele se mostra distante e com razão. Ela se casa com outro, arruma filhas e depois quer conversar como se nada tivesse ocorrido, como bons ex-namorados? Francamente! Se não bastasse isso, ele ainda teve que ouvir umEu te Amode Lorelei, um tanto sincero da parte dela. Não a julgo, de forma alguma, uma vez que ele deu o “gatilho” para isso, ao dizer estava se sentindo bem ao lado dela. Coitada! Amor não correspondido não é nada fácil, sendo algo o sofrível para o coração. A tentativa aflorar a relação “flopou” e muito, sendo a reciprocidade a sua inimiga, que nem o “ar da graça” deu no momento. Na hora em que eu assisti à cena, lembrei do famoso e clássico Oh My God!”, dito, em Friends, pela personagem Janice (Maggie Wheeler de Archer). Eu vou rir até o lançamento da quinta temporada, que deve ocorrer só em 2022! Me pegou de surpresa e, claro, Strike, também. Uma “saia justa” dessas, bicho… É… não está fácil pra ele, não. Aliás, não só para com ele. Olhem só a situação de Robin: além de chegar em casa, cansada, ela teve o seu vestido rasgado por Matthew, que queria passar a noite com a amada – se é que vocês me entendem – e não foi correspondido. Alô, Carnaval Brasileiro! Vem cá me ajudar a dar umas “aulinhas” pra ele sobre a palavrinha “não”. Quando a moça diz Não, qual é a resposta em seguida, por favor? Não é… NÃO! Pronto! Que coisa, hein?! Não precisava de danificar o vestido mais lindo – e caro, é claro – que ela tinha no guarda-roupa, não, seu embuste chato!

Ufa! Quanta coisa aconteceu nesse episódio, não é mesmo?! Por fim, tivemos Billy ligando para Strike pedindo desculpas por toda a situação que ele causou, porque seu pai o obrigou a fazer tudo. Uai, que coisas são essas? Já estou na ansiedade com tantos questionamentos sem respostas, J.K. Rowling! Quem sabe agora, com Strike o levando ao hospital, por ter sido esfaqueado, ele confie de vez no detetive, né?! Em outra ambientação, Robin vai à casa do Ministro, sozinha, já que Strike estava resolvendo o problema, anteriormente, mencionado, e encontra a porta aberta. Lé dentro, ela se depara com uma cena chocante: Jasper Chiswell estava sentado na poltrona com a cabeça e o rosto tampados por plásticos, representando um sufocamento, asfixia. Começamos o episódio com agonia e terminamos com agonia! Haja fôlego com tantas informações, telespectador.

Agora a pergunta que não quer calar: foi suicídio ou foi assassinato? Lembrando que ele estava sendo ameaçado. Deixem as suas previsões nos comentários, logo abaixo. Vamos papear! 

OBSERVAÇÕES INVESTIGATIVAS:

p.s.01: O jipe de Robin é um carro bem charmoso. Me leva pra passear naquelas estradas lindas de Londres, por favor!;

p.s.02: É impressão minha ou a cidade está mais iluminada, seja pelos raios solares, seja pelas luzes à noite? Seria o encanto londrino?;

p.s.03: Que barriga falsa mais esquisita a de Charlotte, né?! Estava parecendo a Grávida de Taubaté;

p.s.04: No Registro de Imóveis do município, uma senhora com sobrenome Colliver é a proprietária da casa em que Billy reside. Será que ela vai aparecer nos próximos episódios?;

p.s.05: “Como nos sentimos em relação ao Capitalismo?” – STRIKE, Cormoran. Fica a reflexão do nosso detetive. Tal questionamento pode ser muito bem exemplificado com as pessoas em situação de rua mostradas nos minutos finais do episódio: seja em país de “gringo”, seja, aqui, nas “terras tupiniquins”… a triste realidade do Capitalismo, de forma materializada, é a pobreza e a miséria de seres humanos nas ruas de todo o planeta, sendo o sentimento de impunidade e tristeza imperando o pensamento, deste desigual século XXI;

p.s.06: Fico impressionado com o coto do detetive, pois parece muito real. Da mesma forma que Holliday Grainger (The Capture), eu me esqueço que Tom Burke (The Musketeers) – Deus livra e guarde – não tem nenhuma deficiência física;

p.s.07: Não foi só Lorelei que disse as três palavrinhas “mágicas”, não. Robin disse à Matthew que o amava, ao mesmo tempo em que só pensava em Strike. Haja paciência para aguentar esse estorvo de marido, né, minha filha?!;

p.s.08: Por falar em Lorelei, foi impagável ver a cara dela de ciúmes para com Robin em seu apartamento, tendo que oferecer um drink para a convidada. Querida, você sabe que Strike não te ama, porque rolou, sim, um clima entre a visitante e o visitado. Desista enquanto é tempo para não sair mais magoada por conta desse relacionamento! #FicaADica;

p.s.09: Ah, esqueci de dizer na review antecessora: vocês repararam que na festa na casa de Robin, Cormoran pergunta sobre o novo lar e Robin, imediatamente, muda de assunto? Agora, ela fala que o fim de semana comemorativo com o marido foi “o.k.”. Oras: quem comemora Bodas de Papel, com 1 ano de Matrimônio, deveria responder, no mínimo, com a palavra “maravilhoso”, uai!;

p.s.10: Lembrando que a season finale, da quarta temporada de Strike, será exibida no próximo dia 13 de setembro, domingo, às 21h – horário local -, na Programação Britânica de televisão, pela BBC One. Dois dias depois, no dia 15, será lançado, oficialmente, o quinto livro da coleção, intitulado Troubled Blood – ainda sem nome oficial, em português – no Reino Unido e nos Estados Unidos (EUA). Ele terá mais de 900 páginas, sendo quase uma “bíblia”, né?! Algumas pessoas, de acordo com a página O Chamado do Cuco – Brasil, no Facebook, já estão recebendo a obra, em formato físico, em suas casas. Muito provavelmente devem ser tiragens de pré-lançamento. Já aqui, no Brasil, ele ainda não teve a sua data de lançamento confirmada pela Editora Rocco, responsável pela publicação, tradução e divulgação do material. No entanto, a Empresa confirmou que pretender trazê-lo para o território nacional, ainda em 2020, o mais breve possível. Vamos cruzar os dedos!

REVISÃO GERAL
Nota:
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strike-4x02-lethal-white-part-2Em sua melhor fase, Strike não esquece dos dramas pessoais de seus protagonistas, apesar de todo o mistério da investigação criminal do detetive e de sua fiel companheira de trabalho.