E tivemos um episódio perfeito.

Spoilers Abaixo:

Sim! Sim! Sim, queridos fanáticos por Smallville. Tivemos um episódio equilibrado e bem feito, como acontece algumas vezes na série. E quem diria que juntar os Lane, Clark, Oliver,  Tess e o Esquadrão Suicida em um só episódio daria um resultado tão bacana? Ninguém.

Primeiramente, devo comentar as cenas iniciais do episódio, que foram tão quentes e  emocionantes que me deixaram de coração derretido. Ver Lois e Clark trocarem aqueles olhares de pura libido me deixou bem feliz e satisfeito com o desenvolvimento dos personagens e para onde estão sendo levados. Com certeza ainda teremos um casamento nesta temporada, como ficou sugerido no fim do episódio. Sei é que quero estar na cerimônia, tomar espumante e ver qual vai ser a problemática da situação. Enquanto isso não acontece, temos que administrar a tensão na fazenda dos Kent com a visita do General e de Lucy, a irmã mais bitch da série.

O General chegou em tempo de flagrar e atrapalhar os pombinhos nos preparatórios para o coito no balanço. Desgosto nosso.

Os parentes de Lois serviram mesmo só para nos mostrar a intensidade do sentimento da repórter por nosso bom moço e dar espaço para  o Esquadrão Suicída participar da trama.  Que, aliás, foi uma das coisas mais interessantes desse episódio, já que Darkseid não tem dado as caras. Outro fator interessante que foi explorado e que vem sendo sugerido desde os anteriores é a tal da Lei de Registro dos Vigilantes. O Esquadrão não quer o registro, o governo quer e com tudo isso estamos numa guerra de interesses que, como vimos, vai dar problema. Ainda mais depois da lei de registro ser aprovada. Guerra declarada.

Ainda falando do General Lane, achei bacana ele ter percebido que Clark é o Blur e a importância dos vigilantes, afinal, Lois estaria morta se não fosse por nosso herói moreno, bonito e sensual. Com isso, Clark, Lois, Lucy e o General se deram bem, ao contrário do Talon, nosso santuário de memórias dos bons tempos de Smallville, que ficou aos pedaços e nem mesmo o seguro cobriu o reparo. Poxa, roteiristas, não poderiam deixar o Talon em paz?

Não. Infelizmente. Enquanto isso, os ânimos se agitavam na Torre de Vigilância com Oliver relembrando os momentos de ouro com Chloe Sullivan e dando alfinetadas em Tess Mercer e sua nova ocupação, como se já não fosse demais para uma pessoa cuidar da Luthorcorp, do Daily Planet e de um pirralho do mal. É a mulher multi-uso.

Deixando de lado essa utilidade toda da personagem, tivemos a despedida do Arqueiro Verde, que decidiu não mais frequentar a Torre para proteger todos os seus amigos heróis de identidade anônima. Achei super válido. Só quero saber quando Chloe volta para deixar nosso arqueiro animado e mais feliz, porque Tess só tem o deixado com raiva.

Falando mais uma vez sobre a utilidade de Tess, o que foi aquela descoberta ‘nissin miojo’ da tatuagem subcutânea? Smallville e suas pérolas. Melhor que isso só Oliver dizendo que Chloe seria mais rápida do que a ruiva, se estivesse por lá. E isso é fato, meus queridos. Repito. Fato.

Fato também é que o episódio foi satisfatório, arrepiante e bacana. Para mim, perfeito.  Inclusive o momento herói’ quando Clark apagou o incêndio e comprou as amoras. Tinha tudo para parecer fail, mas foi bacana.

Algo importante que o episódio explorou e que não deve ser esquecido é a importância da família e dos momentos simples para que os heróis, sejam militares ou alienígenas, sintam-se humanos. Lois é o que aproxima Clark para o mundo humano e o enche de simplicidade, como aqueles olhares trocados  na manhã após a primeira vez e no jantar com a família Lane. Assim como Chloe é a âncora de Oliver. Intenso, não é?

Em suma, um episódio que agradou. E muito.

Nota do episódio dentro do PQS (Padrão de Qualidade Smallville): 9.

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