
Depois de um atraso considerável no review, aqui estou para perguntar: TODAS GRITA ou TODAS CHORA?
Spoilers Abaixo:
O motivo da pergunta é óbvio para quem assistiu ao episódio. Chegou a hora de descobrirmos os medos, ansiedades, fetiches sexuais, posição sexual e passado de Ashley GreenWick, o personagem mais amado da série, se permitem o título. Dada a situação de euforia que a trama do paramédico Ômega causou em muita gente, como decidir? Choramos por ele ou gritamos pelas aventuras do episódio? Decidirei até o fim do review.
A trama de todo o episódio girou em torno das implicações da posição de Macho Alfa, seja com a briguinha boba entre Stuart e Rachid, o encontro furado de Maxine ou o fetiche sexual de Ashley. Todos vivendo um episódio em cima de um tema, o que agrada e mantém o padrão de qualidade Sirens. Uma vez mais tivemos boas atuações, roteiro coerente e bem desenvolvido, além de bom humor britânico, mesmo que em menor escala do que em episódios anteriores.
Na história de Maxine, os clichês ambulantes que regulam sua vida estavam lá: dominação no sexo e tentativas de adaptação frustradas. Falando em dominação, impossível não rir com toda a problemática e empolgação da policial, principalmente com as expressões de seu ficante amassado e massacrado sob seu corpo branquelo. Não bastasse os 6,5 dados gentilmente pela ação, Maxine nos matou de rir com seu momento Desperate Housewives e afastou de vez o apreciador de cinema italiano com sua carne cozida de primeira. Toda essa trama serviu para machucar o coração esburacado da mocinha, mas alimentou nossa felicidade em perceber que a decepção jogou a policial nos braços fortes do bombeiro. E eu achando que Stuart e ela dariam certo. Pensando bem, o melhor é que fiquem como estão, afinal a amizade é mais importante do que um romance entre os dois personagens. É um dos pontos fofura da série e assim deve permanecer.
Enquanto a trama de Maxine agrava levemente, Ashley passava por bons momentos. Começando por ficar no meio do fogo cruzado da disputa entre Rachid e Stuart pela posição de macho alfa do grupo. Como ser bobo é a última coisa que Ashley realmente é, lá estava o ruivo acompanhando a mãe na confissão semanal com o padre e aproveitando o tempo de espera para dar uns bons amassos no pedreiro alfa. Uma cena que deixa clara a habitual falta de pudores das séries britânicas. Afinal, onde você ouviria expressões tão bem empregadas de “FUCK”? O resultado desse senso sem vergonha foi o quase coito entre o fortão e o passivo Ashley. Isso mesmo, amigues que leem este review: passivo. Um momento oportuno para declarar a posição sexual do personagem e logo mais explorar suas feridas e ainda ser original mostrando uma cena cômica do que acontece com frequência no mundo colorido dos alegres.
Mesmo com o bom exemplo, a sede de pegação ainda não estava saciada. Fomos levados à boatchen, com luzes piscantes e bons drink. Com o clima de pegação oportuno, algumas palavras seriam suficientes para que logo Ryan e Ashley estivessem loucos e lubrificados na caminha do ruivinho, o que felizmente não aconteceu para dificultar a vida do paramédico e explorar o que mais importava no episódio: as feridas causadas pelo macho alfa original, Dan. Desde então, Ashley vem procurando pelo tipos ‘héteros’ para satisfazer seus desejos. Revelador e profundo, não é? Psicologia pura. Afinal, quanto mais másculo e grande melhor para sua vingança aos alfas, ainda que caia no estereótipo dos negões e mantenha Ryan longe por sua sensibilidade. Ash merece coisa melhor e menos problemática.
Para completar toda a felicidade, tristeza e euforia contidas nos episódio, lá estavam também os momentos de fofura entre amigos, um dando suporte ao outro para melhorar o clima. Nesse contexto, PASMEM, Rachid, que já havia recebido uma belíssima explicação do prazer masculino na próstata, faz a pergunta que incentiva ainda mais minha torcida ao Team Rachid e Ashley: “Com quem de nós dois você transaria?”. Agora é só aguardar a possível resposta nos próximos episódios de Sirens, que mais uma vez fez de forma excelente sua tarefa semanal de nos encher os olhos de bons diálogos.
Portanto, enfatizo, nada de Team Maxine ou Team Stuart. É TEAM RACHID ASHLEY.
Conclusão da frase inicial: TODAS GRITA E TODAS CHORA DE FELICIDADE!
Melhor frase do episódio: “Isso é melhor que Angry Birds!”.
P.S. Vlw, Gustavo Vieira pela dica das frases. 😉
P.S. 2. Desculpa a demora com o review, galera. Semana passada foi complicada com o trabalho, mas o review do 1×05 estará no site até quinta ou sexta-feira.













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