
“Pode achar que conhece seu parceiro muito bem. Talvez bem até demais… Mas ficaria surpreso com o que não sabe.” Dr. Phil
Spoilers Abaixo:
Criada pelo casal Marianne e Cormac Wibberley (Bad Boys II, G-Force), Common Law narra a história de Wes (Warren kole, de Chicago Code) e Travis (Michael Ealy, de FlashForward), dois oficiais do esquadrão de homicídios que com uma relação desgastada brigam como marido e mulher. Assim, o capitão Phil Sutton (Jack McGee, de Rescue Me) obriga a dupla a fazer terapia de casal.
A série ainda conta com Sonya Walgen (Lost, Flashforward), Alicia Copola (NCIS Los Angeles) e Nora Zehetner (Greys Anatomy) no elenco.
Quando um bromance vai mal, o casal deve desistir ou tentar um pouco de terapia? Bom, não apenas terapial de casal, mas de casais grupo. E é assim, logo no começo do episódio já podemos conhecer mais dos nossos protagonistas. Travis, que já passou por 18 orfanatos, é um espírito livre, mulherengo de primeira. Enquanto Wes, ex-advogado, é um crítico com Transtorno Obssessivo Compulsivo (TOC) e que ainda é visivelmente apaixonado pela sua ex-mulher.
O conceito de dois parceiros não se darem bem não é novo. Muito menos nas séries do canal USA com Neal e Peter (White Collar) e Shaw e Gus (Psych). Mas essa história de os colocarem juntos para uma investigação, algumas brigas e um pitada de humor sempre funciona, não é mesmo? Ou essa seria uma excessão?
No piloto, os considerados melhores detetives, atendem um homicídio. Tobey, filho de um juiz, é encontrado morto em um beco. Esfaqueado com uma arma de escoteiros que pertencia ao seu irmão mais novo, Zach, o principal suspeito. Tobey que vivia em uma clínica de reabilitação devido ao vício em heroína havia pedido 5 mil reais para o irmão que nega ao pensar que o dinheiro iria para o vício. Após pedir emprestado a um traficante, Tobey consegue dar o dinheiro para mãe de seu filho que tem uma vida difícil e várias contas para pagar.
Zach continua sendo o principal suspeito e por não quererem prender o outro filho do juiz, o “casal” decide que todas as provas são circunstanciais e que ainda há pontas soltas, como heroína no sangue da vítima e um número desconhecido em seu celular. Discordando e sendo pressionada pela imprensa, a promotora que havia pedido por outros detetives no caso, os substituem para fazer a prisão de Zach.
O “casal”, entre tapas e beijos, continua investigando e descobrem que Tobey pegou alguém usando heroína na clínica e ligou para o segurança do local para avisá-lo. Tobey que tinha dislexia como seu irmão tenta digitar o número, se embaralha, e é surpreendido por Vince, o dono da clínica e usuário, que o acerta com uma seringa contendo heroína e logo após o esfaqueia.
Só não entendi uma coisa, porque o juiz não ficou sabendo que tinha um neto? Se a mulher vivia em péssimas condições financeiras, porque não contar ao juiz que ele era avô?
O caso deu tantas voltas desnecessárias que se esqueceu de se aprofundar nas pontas importantes, mas as sequências do Wes e do Travis juntas foram cômicas. Não dá pra negar que Warren e Michael tem uma ótima química e talvez esse seja o maior motivo pra assistir a série. Não é nada extraordinária, mas é divertida sim. Vou continuar assistindo para ver no que vai dar.
“Tudo que nos irrita em outra pessoa pode nos levar a um entendimento sobre nós mesmos.” Carl Jung – Psicólogo Analítico.
E você? O que achou?












