
Paris…. cidade luz… e o fim do mistério…
Spoilers Abaixo:
É verdade, alegria de pobre dura pouco e acabou que o mistério chamado Bridget Pierce, nem era tããããão mistério assim. Na realidade é bem simples, ela estragou o disfarce comisária de bordo/Mi6, e teve que se retirar, ou melhor, retiraram ela.
E tem lugar mais propício para isso acontecer do que em Paris? Afinal, foi ali que ela quis se atirar no braço do capitão/piloto e se distraiu da missão, se comprometeu. E assim me conformei em dar tchau para aquela que poderia ter sido minha personagem favorita.
Eu até fiquei animada, quando pensei que ela era casada, e estava mentindo para todos, mas não, era só mais um disfarce pra fazer o Dean parar de procurá-la. Que sem graça.
Achei muito rápido, como tem sido as coisas, pelo menos nesses dois primeiros episódios de Pan Am. Eu pensei que a grande quantidade de acontecimentos ao mesmo tempo seria só no piloto, mas acho que me enganei. Pelo que parece, essa rapidez dos acontecimentos, será um fato recorrente na série.
Mas o fato é que eu esperava beeeem mais dessa história da Bridget, mas se até o Dean já está deixando para lá, dançando com a francesinha pelas ruas de Paris, quem sou eu pra ficar agarrada no passado? E eu disse na outra review, e repito: bem safadinha essa francesa, hein? Chegou de mansinho e baaaaaiiiim… deu o bote.
Meu foco agora vai ser na Kate, sério, gosto da personagem. Em um momento ela é uma menininha que quer atenção da mãe e quer ser especial como a irmã, no outro ela é corajosa e ignora o conselho de Bridget e se mostra forte e que quer preencher a vaga de James Bond das alturas.
O drama da Laura com a mãe e o ex-noivo largado no altar, foi qualquer coisa. Só eu sabia que a mãe dela iria fazer exatamente aquilo? Tentar fazer ela voltar pra vida antiga e para o casamento? Continuar tendo controle, pelo menos de uma filha. Mas o bom é que agora acabou e quem sabe a Laura pare de ser tão chatinha e aproveite as delícias de ser uma comissária de bordo da Pan Am. Afinal, ela desenhava a torre Eiffel quando criança nas aulas artísticas, mas quando chegou em Paris, só ficou se lamentando pelos cantos. Ela devia aprender com a irmã como se ganha o respeito da mãe. Se rebela minha querida, seja livre!
No piloto foi até engraçadinho a falta de plot da personagem da Christina Ricci, mas a graça está acabando. Quero saber qual é a da Maggie.Tá, admito que gostei da garfada, afinal o cara bebâdo merecia, e ela não podia ter dito melhor – Não está inclusa no preço da passagem. Mas eu acho que ela merece mais do que ser aquela que não leva desaforo pra casa. Dar garfadas em clientes abusivos, e desafiar a mulher que faz as medidas a subir na balança, hã? Se continuar desse jeito o Emmy não vem pra você, Christina.
OBS: senti um climão entre ela e o Ted (o co-piloto).
Todos os escorregões desse episódio foram compensados pelo figurinho, pela fotografia e toda a caracterização. Assistindo ao episódio, com o sentimento de nostalgia, realmente me senti em Paris na década de 60.
Pan Am surpreendeu muita gente, que assim como eu, não dava nada para série. Mas não pode deixar isso ser o fator determinante. Tem que manter o ritmo, e começar a determinar e desenvolver os plots dos personagens e não só despejar um monte de acontecimentos e achar que é o suficiente.
Afinal, já demos adeus aquela outra série dos anos 60 e eu sinceramente tinha mais fé nela do que em Pan Am.
Fica a dica!!










