
Pra você que já está acostumado ao impossível e mais um pouco, na minha humilde opinião, os dez melhores casos de Fringe!
10º – 1×12: The No-Brainer

Um episódio que gostei logo de cara, pois nada como ver numa série que você adora, uma banda da qual você é super fã. Surtei quando vi “Spaceman” da banda The Killers, no começo do episódio. Mas enfim, vamos ao nosso caso: Comecem a ter cuidado com os seus downloads pois um deles pode derreter seu cérebro! O enredo seria simples e clichê, de um serial killer querendo vingança, atingindo todos os que o machucaram, seria pois adorei toda a tensão criada entre o assassino e seu filho, e também quase ver a sobrinha da Olivia sendo atacada pela mesma mão do download!
9º – 2×09: Snakehead

Um caso envolvendo um Mercado negro para o tráfico de um verme, mas que na verdade era um remédio para pessoas com deficiência imunológica. Como Walter, nada como ser sugado por uma criatura de 2 metros para aumentar os seus anticorpos. Foi-se o tempo em que testes eram feitos apenas com ratinhos, os humanos passaram a ser as novas cobaias para testes de cura, que neste caso significa navios de chineses com vermes saindo pela boca. Um episódio recente trouxe um caso semelhante, onde no lado B um cientista tenta criar uma vacina usando pessoas como incubadoras para seus besouros. (3×13: Immortality)
8º – 2×12: Johari Window

Desta vez uma cidade inteira foi vítima de experimentos do exército, o “Projeto Elephant”, que deixou os moradores e seus descendentes com habilidades metamórficas. Todos os moradores da cidade de Edina recebem um pulso emitido de uma antena que permite que à luz do dia eles sejam vistos como pessoas normais, o que para ter uma vida normal todos vivem confinados na cidade. Adorei a parte em que Walter descobre que o que realmente muda é a nossa percepção sobre as pessoas da cidade, e nada melhor que uma borboleta para nos mostrar isso… Sem contar que adoro os mnemônicos dele, pois fiz muito isso na época da escola pra lembrar fórmulas kk.
7º – 1×15: Inner Child

O caso do “Artista” que além de raptar, sedar e matar suas vítimas, ‘melhorava’ sua aparência, e depois mostrava a todos o seu trabalho. Só eu lembrei de Dexter? Ice Truck Killer? Injeções, muito plástico,expor a obra depois de pronta. Seria um caso normal, mais um assassino, um caso típico para a turma do CSI, mas estamos falando de Fringe, e tinha que rolar algo estranho. Um garoto encontrado no subterrâneo de um prédio prestes a ser demolido, ajuda a equipe Fringe com espécies de previsões sobre os assassinatos, por ser muito sensível às emoções humanas. E um episódio após este, tivemos outro caso de um rapaz, Nick Lane, que no lugar de perceber emoções alheias, transmitia as suas para pessoas próximas. (Vale a pena conferir – 1.17 Bad Dreams)
6ª – 2×15: Jacksonville

Depois de um terremoto em Nova York, a equipe Fringe encontra uma espécie de dois corpos que se uniram de forma bagunçada, e não foi Deus com seu senso de humor negro, e sim os dois universos colidindo. Como o universo sempre busca equilíbrio, já que um prédio de lá veio parar aqui, um prédio de mesma massa do nosso lado iria para o lado B, e momentos antes disso acontecer ele brilharia e a única com capacidade para enxergar seria Olivia, por causa dos testes com o Cortexiphan. Além da história de dois universos colidindo, ainda temos as emoções de Olivia à flor da pele, que precisaria sentir medo para ver o prédio brilhando, voltando à sua cidade, na creche onde foram feitos os testes quando ela era pequena. E o que dizer as pessoas como um prédio daquele tamanho simplesmente sumiu? “Demolição controlada não agendada”! kk
5º – 1×16: Unleashed

Fringe já tinha me mostrado a sua dose de casos incrívelmente esquisitos, mas pela primeira vez assistindo um episódio eu senti medo… É isso mesmo, a maioria dos casos geralmente me dá nojo, pessoas explodindo, cérebros saindo pelas orelhas, mas esse em especial me deu calafrios, pois tenho fobia a qualquer coisa que se arraste kkk. Um grupo de jovens ambientalistas invadem um laboratório de pesquisas soltando os animais e uma criatura transgênica parte tigre, serpente, lagarto, inseto, morcego, que só foi vista por inteiro no finalzinho do episódio, para a minha sorte. Vale mencionar o esforço para salvar Charlie que ficou ‘grávido’ da criatura, e a atitude do Walter em se sacrificar para tentar pegar o monstro e salvar o agente.
4º – 3×07: The Abducted

Episódio que se passa no lado B, quando pela “Lei de Peter Bishop”, a divisão Fringe tem a missão de investigar o caso de uma criança seqüestrada pelo Candyman, que suga a juventude de crianças a cada dois anos pra se manter jovem. Como não se emocionar com a conversa entre a nossa Olivia e o filho do Broyles que também foi vítima do sugador, pois ela mais do que ninguém entendia como era estar longe de casa, já começando a se lembrar quem era de verdade. O episódio faz um mix incrível entre a tentativa dela de voltar pra casa com ajuda do taxista Henry, e de salvar os dois meninos que ficam na mira do Candyman e do padre, e ainda no final do episódio sermos presentiados quando ela consegue mandar uma mensagem para Peter.
3º – 2×13: What Lies Below

Um dos melhores casos de Fringe, em que todas as pessoas de um prédio inclusive Olivia e Peter ficam de quarentena, por causa de um vírus que se espalhou quando um homem morreu após seu nariz começar a sangrar. O caso do vírus teve um desenrolar incrível, de que como todo bom vírus queria infectar mais pessoas, as fazendo pular de janelas, deixando-as descontroladas como foi o caso do Peter que acabou sendo infectado também, travando uma luta com Olivia para sair do prédio. Sem falar da corrida contra o tempo de Walter e Astrid, que na minha opinião ganhou um super destaque nesse episódio, para encontrar a cura, pois “Peter não poderia morrer novamente”, ou eram todos curados ou todos seriam mortos por ordem do CDC.
2º-2×18: White Tulip

Pra mim começou como um episódio normal, com tudo pra ser muito bom, tudo pra ser bem esquisito como de costume, mas foi quando eu vi Walter falando: “Ele usou a malha de Faraday” na hora me veio na mente Lost, Daniel Faraday, e eu pensei: “Viagens no tempo? Será?” e não deu outra, lá vinha a cena do começo do episódio se repetindo, quando todas as pessoas de um trem são encontradas mortas, como se todas as suas energias fossem sugadas. Mais tarde descobrimos que se tratava de um marido desesperado, que virou a teoria da relatividade de Einsten de cabeça pra baixo, viajando no tempo tentando voltar para o dia que sua esposa morreu, e salvá-la. E além da viagem no tempo, que sempre me fascina, temos o link com a história de Walter que espera por um sinal de Deus, de que foi perdoado por ter trazido Peter do outro universo, uma Tulipa Branca rara para a época, que quem lhe manda é o próprio viajante do tempo, antes de voltar para o dia que sua esposa morreu.
1º – 1×01: Pilot

Li muitos comentários sobre o Piloto de Fringe a maioria negativos, de que por ser uma produção de J.J. Abrams que já tinha uma série como Lost no currículo, não impressionar tanto no seu premiere.
O episódio traz o caso de um acidente aéreo em que todos os passageiros foram derretidos, e os agentes Olivia Dunham e John Scott são designados para o caso, até que John se torna uma vítima do ataque. A primeira impressão que tive foi a luta de uma mulher apaixonada, mesmo não demonstrando, querendo a todo custo salvar seu namorado que só tem 24 horas de vida, uma impressão que com o desenrolar do caso foi se amenizando.
Uma investigação que levou Olivia até Peter e Walter Bishop, que propôs a ela uma experiência de compartilhamento de sonhos com John, afim de descobrir quem estava por trás de tudo. Enfim, Olivia move céus e terras para no final descobrir que John estava envolvido com o caso do avião, ele tenta fugir e morre em seus braços.
No fim, resumi bastante o caso, mas ele é muito bom, é o primeiro da lista do meu top! Assisti o episódio, já percebendo todo o mistério que havia em volta, tantas perguntas sendo formadas, e terminei com uma baita vontade de quero mais, pois eu sabia que seria só o começo. Não sei vocês mas, série boa pra mim é aquela que te deixa com vontade de ver mais, mesmo que os episódios não peçam continuação, se ficou chato nem tenho mais vontade de ver.
Já aprendi que não posso me basear apenas no season premiere, pra gostar e continuar vendo uma série, porque assim demorei bastante a ver Chuck, Modern Family e Community porque não gostei tanto do primeiro episódio, mas que quando vi o segundo, fiquei completamente louca pelas três. O fato de ter gostado tanto do piloto de Fringe, da série me prender assim logo no começo contou bastante na hora de pensar nesse top!
E você? Qual o melhor caso de Fringe?
Esse é meu primeiro texto, e comentários são muito bem vindos!
Beijos.














