
Depois desse episódio, em que pé nós ficamos?
Spoilers Abaixo:
Está muito difícil prever o futuro de One Tree Hill. Tenho comentado sobre minha sensação de que estamos nos despedindo, mas depois das notícias recentes sobre renovações e cancelamentos, pode ser que tenhamos a 9ª temporada da série. Como a decisão definitiva da CW só sai em maio, continuamos com um festival de fillers ou, no caso dessa semana, uma trama de desenvolvimento lento, até demais.
Não há dúvidas de que essa insegurança está prejudicando a produção. Os roteiristas estão de mãos atadas a essa altura e apesar dos episódios sem continuidade agradarem á maioria, quando ficamos diante de um plot em desenvolvimento, os problemas aparecem.
Nem sei dizer o quanto acho besta essa história dos Kellerman (pai e filho) no acidente com Jamie e Brooke. O episódio falhou em tentar nos convencer de que o professor Kellerman era o culpado porque convenhamos, desde o surgimento de Ian estava mais do que claro que o motorista bêbado era o atleta sem noção. Apesar de tudo, dou créditos pelo nível de cretinice da cena final, com Nathan descobrindo TUDO antes de beber Phidia em homenagem à filha recém-nascida. Baita situação clichê pessimamente empregada.
Sei que muita gente deve estar achando que eu surtei, afinal, eu sempre tenho elogios para One Tree Hill, mas eu precisava desabafar em relação a isso. Provavelmente a pior ideia da temporada. Mas é claro que tivemos coisas bacanas também e eu não vou deixá-las de lado. É interessante a possibilidade Brooke e Julian se mudarem para NY. Uma hora eles precisam trabalhar, afinal de contas. Brooke faliu, Julian é cineasta de pouca atividade. Quem sustenta esse povo? Lógico que se a série ganhar mais episódios, todo o lance de mudança vai sumir por questões geograficamente óbvias.
Toda a trajetória de Alex Dupré e Chase é um mistério para mim. Nunca entenderei a existência dos dois na série e não vejo graça alguma em nada que eles fazem, a não ser quando o menino Chuck entra na jogada. O que promete nos emocionar é a questão de Rivercourt virar condomínio. Vem por aí mais flashbacks relacionados ao lugar, mesmo que para mim, a simples menção ao nome de Jimmy me faça voltar ao episódio da morte de Keith.
Haley acabou passando o episódio sentada ou sorrindo para o bebê e eu não esperava que houvesse algo muito diferente disso. Em contrapartida, Quinn domina a cena e faz ótimas performances humorísticas, mostrando todo o potencial canastra da atriz que, ao lado de Clay, forma o casal mais fanfarrão de toda a história de One Tree Hill.





















