
Saindo da geladeira…
Spoilers Abaixo:
Necessary Roughness voltou nesta summer season para os cinco episódios finais de 2ª temporada. Após um cenário de caos (Marshall morto, o time sob intervenção, TK na rehab, Ray Jay preso, Dani sem exercer a clínica), Frozen Fish Sticks segue um ritmo acelerado, com o objetivo de dar conta do seguimento das diversas tramas, envolvendo todos os personagens.
A história recomeça 28 dias após os eventos do episódio anterior. Em vez de um caso da semana, o tema central é exatamente o bloqueio de Dani, que não consegue voltar a atender seus pacientes, mesmo após ter revirado o consultório de cima a baixo e ter se livrado de todos os grampos. Justamente para tentar entender o porquê deste bloqueio (embora, como ficou claro, ela já sabia muito bem o motivo), ela procura o Dr. Al, seu ex-professor.
Juliette Pittman recebeu o time como herança de seu pai e, movida pelas lembranças do distanciamento do pai (por conta do time, que era a sua vida), ela decide por os Hawks à venda, pondo todos (Matt, Nico e Purnell) de cabelos em pé.
TK sai da reabilitação e retorna ao time e novamente é explorado o plot de um jogador ocupar a posição de wide receiver e botá-lo na reserva – como foi feito com Damon Razor. Agora é Joe “Toes” Kittridge a nova pedra no sapato do astro dos Hawks. A atitude de TK com a reserva foi a costumeira: chamar a atenção (neste caso, até do público). Quando ele resolveu pensar menos em si e mais no coletivo, ele deu a Toes uma dica privilegiada que o fez fazer dois touchdowns no fim do jogo, virando o placar – embora fosse Toes quem tenha recebido as glórias pela virada do jogo.
Enfim, Dani se sente novamente segura para reabrir a clínica. E logo, ela recebe David e Paul em Hyts and Myths, dois ex-astros de rock, que se reúnem novamente, mas com muitos problemas a serem resolvidos. Ambos encarnam dois estereótipos das lendas do rock: David é aquele que tá sempre chapado, enquanto seu parceiro Paul é aquele que “encaretou” (casou, teve filhos, se tornou responsável, etc).
Dani continua no dilema com relação a Nico. Merece destaque positivo os espetacularmente hilários sonhos eróticos da doutora, mesclando elementos de diversos filmes, passando por Titanic, A Primeira Noite de um Homem (The Graduate) e O Vento Levou! Kkkk. Titanic foi o melhor (até porque foi o primeiro e mais inesperado), com a clássica cena da mão deslizando no vidro embaçado do carro. Jamais tinha visto alguma produção brincar com esta antológica bizarrice da história do cinema.
Em síntese, este retorno da série trouxe dois episódios bastante acelerados e, no geral, agradáveis. Foram também dinâmicos. A série dispõe de pouco tempo até a season finale. Por isso, nos próximos episódios, imagino que algumas tramas já comecem a receber um fechamento. Minha avaliação (ou melhor, meus palpites) são de que Juliette vai enjoar de brincar de dona e acabará largando os Hawks.
Além disso, para mim, Nico não tem chance! Dani em breve deverá voltar para Matt: é evidente que o coração da doutora ainda bate pelo agora diretor-executivo e que já sacou que de fato tem algo rolando entre Nico e ela. Espero que ele faça algo logo!
Até a próxima, pessoal!



















