Regra 38: Seu caso, você comanda.

Spoilers Abaixo:

Foi só após assistir ao episódio que eu dei atenção ao título: Phoenix. Abri um sorriso após perceber que o assunto do episódio foi descrito em apenas uma palavra. Duck, assim como uma fênix, renasceu.

A minha opinião sobre o doutor Mallard é meio contraditória. Eu gosto do personagem, mas com algumas cautelas. Acho que o Duck traz muita coisa boa para a série, seja com suas histórias ou com sua sabedoria, mas também me vejo sem paciência com o legista muito facilmente. Às vezes fico com a impressão de que os roteiristas forçam um pouco a barra com ele e as cenas acabam se tornando cansativas. Já cansei de me pegar pensando na vida quando o Duck começa a falar e falar e falar… Em contrapartida, fiquei realmente apreensiva na season finale da temporada passada, achando que ele iria morrer – o que só comprova que eu gosto sim do personagem. É algo estranho mesmo, nem eu entendo.

E nesse episódio, na maioria das cenas do Duck com o Gibbs, tudo o que eu conseguia pensar era: “meu Deus, ele tá fazendo mais drama do que eu durante a minha TPM!”. Foi totalmente exagerado e sem cabimento. Ninguém ali estava o desmerecendo ou achando que ele já não estava mais apto para o trabalho – que era o que ele achava e o que fez questão de dizer mais de uma vez. Não é verdade! Todos estavam preocupados com a saúde do doutor, afinal ele teve um ataque cardíaco há poucos meses e já não é mais nenhum jovenzinho. Mas para a minha felicidade esse assunto deve acabar, já que o Duck foi liberado para voltar ao trabalho no NCIS. Assim eu espero!

Se com o “doc” eu perdi a paciência, com o Palmer eu estava só amor e pena (nas mesmas proporções mesmo). Jimmy é um baita de um personagem carismático e a decisão de o adicionarem no elenco principal foi mais do que acertada. É uma pena que mais ninguém do NCIS concorde comigo já que o coitado vive virando vítima de bullying por parte de todos. E confesso que não entendo a implicância que existe com o Palmer, ele é tão engraçadinho…

O caso da semana se tornou interessante à medida que o tempo passava. Explico: o rumo que o mistério estava tomando, além de muito óbvio (a primeira morte pelo menos), não estava prendendo a minha atenção. Até que surgem reviravoltas que chegam desde um cantor-famoso-só-por-causa-de-um-hit-do-passado a “pedras lunares roubadas”. DUVIDO que alguém tenha sacado a resolução do caso antes dos próprios agentes!

A morte da primeira vítima, Comandante Bruce Roberts, 12 anos atrás, foi fácil de descobrir quem era o seu assassino, afinal eles praticamente jogaram isso na nossa cara (e uma dica, quando eu descubro quem é o assassino antes é porque estava muito óbvio! Eu sou péssima nisso, os roteiristas de todas as séries sempre me surpreendem). Que “por acaso” era a segunda vítima, Sargento Raymond Hill. E é aí que o caso fica bom. Quando os agentes descobrem que o Hill era um tipo de vendedor, a ideia era que ele era um traficante de armas nucleares (!). A Abby leva o time até a casa de Del Finney, que ainda vive nas glórias do seu passado, o que deixa tudo mais misterioso. Mas quando o Duck (que tava mais pra Gibbs) começa a cantar o hit do suspeito no interrogatório ficou claro que eles iriam conseguir a resposta sobre o quê era a mercadoria do Sargento.

A resposta? Pedras que “vieram diretamente da Lua”!!! E pelo incrível que pareça, não é nada anormal que pessoas que tiveram a fama atingida rapidamente façam a besteira de querer comprar objetos como esse. Eu apostaria o dinheiro que fosse que deve existir alguma celebridade por aí que possua uma pedra lunar (ou que pense que é).

O malandro do Sargento Hill se aproveitou de um roubo de uma verdadeira pedra vinda da Lua, criou um “produto” chamado JSC-1 para imitar as rochas lunares e começou a vendê-las como se fosse algo raro. O Comandante Bruce Roberts – um homem muito correto e honesto – descobriu o esquema e foi morto por isso. Já o primeiro assassino, Raymond Hill, foi morto pelo seu parceiro, o cientista Felix Blackwell.

Foi um caso realmente atípico e bem bolado. Gostei do resultado final e fiquei satisfeita com o que eu vi. Mas também sei que NCIS pode apresentar episódios (bem) melhores que esse! E o que vocês acharam? Gostaram? Só teremos episódio novo na próxima semana, então até lá o/

p.s.1: eu acho que NCIS é a única série que eu sempre vejo a abertura rs

p.s.2: Duck, você disfarça muito mal quando tá mentindo!

p.s.3: piada nerd do cientista = fail.

p.s.4: achei que talvez vocês pudessem se interessar, então fui procurar as “Gibbs’s rules” e achei esse site, que reproduz todas as regras já ditas, por quem e quando. Está inglês, mas acho que é tranquilo de entender.

p.s.5: O episódio usou e abusou das coincidências milagrosas, hein…

p.s.6: Ziva, McGee e Tony intimando o Palmer foi simplesmente hilário!

p.s.7: não teve absolutamente NADA de TIVA. Nem um indíciozinho sequer #chatiada

p.s.8: eu queria pedir desculpas pelo atraso na review. Como NCIS é exibido nas terças-feiras, o meu objetivo vai ser sempre entregar os textos até o final de semana. Porém, estou em um mês bem ocupado (estou com os finais de semana cheios de prova) então acho que vai ser quase impossível seguir a minha meta, infelizmente. E sim, estou dando preferência para as outras séries que eu faço review aqui no blog, porque a legenda delas costuma sair antes. Espero que vocês entendam 🙂

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