That ’70s Show baby!

Spoilers Abaixo:

Como é bom quando uma série chega a um nível tão alto logo na temporada de estreia não é mesmo? Se semana passada eu critiquei um pouco o episódio, foi porque eu sempre espero episódios como dessa semana de Men at Work. Estou acostumado em ótimas situações, boas risadas, momentos únicos e episódios impecáveis. Para mim, não admito menos do que nota 9 para um episódio e nesse, orgulho-me em dizer que foi 10! O melhor da temporada até agora!

Primeiro porque a série não ignorou as situações criadas anteriores dando seguimento ao que aconteceu no episódio 5 (Toilet Of Eden), quando o Tyler e o Milo resolvem morar juntos. A cena do Milo com a Hannah no apartamento foi a prova disso, um ponto positivo!

Segundo, o humor estava afinadíssimo! Todos os quatro personagens mandaram muito bem nas suas situações. Para começar, ficou claro que Milo é definitivamente um Leonard sem Penny. O cara pacato, inteligente, de humor irônico, porém que nunca se dá bem. Nessa semana ele ganhou o ciúme do Neal, que via na Hannah um plano B caso ele e a Amy não dessem certo. O triângulo envolvendo os dois amigos foi bem legal, primeiro por mostrar a querida Laura Prepon de That’s 70s Show, que era uma participação já aguardada pelos fãs e que mandou muito bem, muito melhor do que sua Chelsea de Are You There Chelsea?, e depois pelo Neal que por pouco não foi atraído pelo pecado do adultério, graças aos sábios conselhos do Milo.

Terceiro e principal: Tyler e Gibbs. Não tem como, eles são os melhores. Todos os episódios eles são os responsáveis pelas melhores tramas, melhores cenas e os momentos mais engraçados. Quando estão juntos então não há como negar, eles são ótimos! Primeiro porque essa relação de amizade enciumada funciona muito bem e já havia mostrado sua prova no episódio passado. Nesse, tudo isso foi multiplicado com a ideia genial do Gibbs em fazer dele e Tyler um casal para ganharem desconto na academia. Isso me lembrou do filme Eu voz declaro Marido e Larry, por isso já esperava por ótimas cenas. As discussões de casal, que por um momento faria qualquer desavisado pensar que se tratava de um casal homossexual, como a fraqueza dele pelas mulheres e pelas toalhas com maciez de um filhote.

A Amy também foi muito bem como o núcleo feminino, mostrando que mesmo apaixonada pelo Neal, tem consciência do milagre (mais raro que um milagre segundo o Gibbs), que é ter um namorado como o Neal. Ela vê a essência dele e ele vê em Amy… Bom… Sabemos o que ele vê.

Com um episódio de se rir do começo ao fim, Men at Work chega ao seu ápice com o melhor da interação entre os seus protagonistas, apostando em episódios sem frescuras, tramas complexas ou personagens ortodoxos. Tudo é simples, fácil de assimilar e muito gostoso de ver.

Já triste, pois a temporada está acabando. A série merecia pelo menos 20 episódios. Facil, fácil…

Diário do gerente da academia:

– Tem que amar muito uma pessoa para assistir Top Chefs todas as terças hein…

– Por que a gente nunca sabe ler um contrato direito? O Gibbs e o Tyler poderiam ter evitado tudo isso fácil…

– O que foi a brincadeira do final? Eu f… um, caso com o outro e mato o outro. PQP só Men at Work para fazer isso.

– Duas gatas como a Laura Prepon e a Meredith Hagner a fim de um cara como o Neal só em seriado, né?

– O Milo bem que poderia ter agilizado as coisas com a Hannah se tivesse mostrado a super privada.

– Por falar na super privada, o apartamento pareceu bem diferente do apartamento do Tyler. Primeiro a porta que era do lado esquerdo, segundo a decoração. Será que eles se mudaram para o apartamento do Milo?

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