
Episódio com um oferecimento TNT. ♫ Hummm Love Huuuurts ♫
Spoilers Abaixo:
Após algum tempo, a série voltou a nos trazer um episódio em que personagens Chayenne estavam em foco, mas ainda assim, em grau muito menor do que na primeira temporada. Porém, o episódio trouxe personagens interessantes, mesmo fazendo certa confusão nos minutos iniciais.
Após ser eternamente citada na temporada, eis que Lizzie volta a dar as caras, e o legal é que a personagem continua tão inconveniente quanto na temporada anterior, aparecendo nos piores momentos possíveis, e gerando situações, no mínimo, constrangedoras (né, Cady?). A personagem de Katherine LaNasa é engraçada, funcionando muitas vezes como um alívio cômico que vem faltando nesta temporada, por isso espero uma maior (e melhor) participação dela nos próximos episódios, principalmente porque ela funciona como um ótimo contrapeso para a personalidade de Walt, que embora tenha umas tiradas sarcásticas (né, Branch?), não podemos dizer que é um sujeito bem humorado.
Gosto bastante como se desenvolve a narrativa dos episódios, mas a série ainda não consegue ser perfeita neste sentido. Se por um lado, é interessante fazerem menção à nova caminhonete de Vic (quase digna de uma franquia Fast and Furious), já que a antiga foi destruída no episódio anterior, por outro, a narrativa em longo prazo, que desenvolve a trama central, muitas vezes se mostra demasiada lenta seu desenvolvimento, e embora em todos os episódios tenhamos um pequeno recap citando as eleições, isso só será usado como trama central no próximo episódio, que pela promo, terá os acontecimentos voltados ao debate entre Branch e Walt. Além disso, pela forma como a narrativa vem sendo feita, fica claro que não se passou mais do que algumas poucas semanas entre a season finale passada e a season premiere, resgatando pequenos acontecimentos, como o presente da Lizzie, que ainda não saiu de dentro do embrulho.
O lado policial começou meio confuso, principalmente pela forma como os personagens envolvidos no caso foram sendo apresentados, mas alguns poucos minutos foram suficientes para eles irem ganhando força juntamente com a trama, principalmente com a inserção da personagem Lorna Minotauro Dove, irmã da vítima, que foi muito bem interpretada por Gina Rodriguez. De sua aparição, a única coisa desnecessária foi a cena da luta com Vic. Se por um lado ela foi bem executada tecnicamente, por outro foi bastante clichê, e a única coisa mais piegas do que Vic ter ganhado a luta da chayenne durona, foi ela ter perdido, mas a moça ter aceitado conversar mesmo assim. Outro ponto a ser destacado é o ótimo trabalho de make-up feito na série. O rosto inchado da Lorna foi bem convincente, e gostei muito da sequência seguinte com a prisão dos vendedores de analgésicos roubados revistas.
Novamente, como é de praxe em séries nesse formato, o episódio desfila uma galeria de suspeitos ou pessoas ligadas à vítima, para que um deles seja o verdadeiro assassino. Apesar disso, a morte de Tanya Dove serviu não apenas para prender o responsável por sua morte (né, sogrinha?), mas também para desmantelar uma gangue da pesada que aprontavam muitas confusões roubando analgésicos e revendendo para os drogados de Absaroka, tudo isso em um clima de muita curtição. Se a descrição da gangue lembrou um pouco algo visto na sessão da tarde, foi proposital, afinal, aqueles fedelhos pareciam mais personagens de um filme ruim do que alguém a se temer de verdade, mesmo com o estrago que fizeram no rosto de Lorna, e o rapazinho que deu uma de X9 e dedou o envolvimento do farmacêutico para Walt teve uma das piores atuações de dez segundos que eu já vi na série. Sério, pensei que ao invés de assustado, como o personagem deveria estar, me parecia mais que o ator estava se segurando para não rir, ou algo assim. Ainda bem que sua única função era esta, e o sofrimento durou pouco.
Por fim, tivemos uma espécie de encerramento no arco de Cady, que voltou para Durant, e já está a par de tudo o que está acontecendo de relevante no local. Sua interação com Branch foi boa, e parece que Cassidy Freeman conseguiu alavancar um pouco a atuação de Bailey Chase, que normalmente não varia muito suas expressões faciais, ficando sempre com uma espécie de “poker face”. Também seu arco com seu pai parece que foi encerrado, e a advogada parece finalmente ter perdoado seu pai.
Em tempo 1: Aposto que eu não fui o único que “gelei” quando Cady disse que tinha uma pergunta a seu pai: “Você não vai terminar nunca esta cabana?” Achei que ela ia perguntar na lata se o pai teve algo a ver com a morte do assassino da mãe.
Em tempo 2: Como extrair uma confissão de um nerd: “Me conte tudo agora, ou eu vou… vou… CONTAR PARA A SUA MÃE!!” “Não, por favor, qualquer coisa, mas para minha mãe não!! Não conte para minha mãe!!”. Ainda se a mãe do Justin “McLovin” fosse uma Rochelle, até dava para entender.
Em tempo 3: Qual será dessa Deena que apareceu hein? Por enquanto a personagem só parece uma trambiqueira que tira vantagens de Henry (um piano, really, Henry?). Vamos aguardar se ela terá um arco com alguma relevância num futuro próximo.





















