Depois de uma temporada que começou enrolando um pouco para fazer as coisas acontecerem, parece que Grey’s resolveu colocar o pé no acelerador e por suas tramas para se desenvolverem mais rápido que nunca.
Eu esperava que todo o experimento dos DeLucas fosse durar mais tempo, a dinâmica entre Andrew, Carina e Vicenzo era algo que poderia render episódios e mais episódios de desenvolvimento (não que isso seja o ideal). Porém, foi com surpresa que vimos o experimento dos bebês no saco começar e terminar em um único episódio. Acho que a série poderia ter se demorado um pouco mais aqui, mas a gente recebeu isso, então que seja.
Foi bom ver as reações dos irmãos DeLuca ao comportamento do pai, e sempre é bom ver um pouco de Carina, minha queridinha. Mas o mais importante desse plot todo foi ver como Meredith e DeLuca tiveram algum desenvolvimento no seu relacionamento, com ela tentando apoiá-lo mesmo sabendo que aquilo ia dar numa merda fenomenal. Foi bom pro próprio Andrew aprender a não ser manipulado pelo pai. Talvez retomem o experimento de alguma, forma, vi um potencial desperdiçado ali, mas, até aqui, foi um plot que não ofendeu.
O que ofende, e muito, é ver Owen abanando o rabinho pro lado da Teddy agora que Amelia deu as contas pra ele. Não. Not. No. Ninguém quer Owen sendo tóxico e enchendo o saco da Teddy. Por que a série faz um casal tão legal com ela e Tom para depois descambar pra um triângulo amoroso tão desnecessário. Manda o Owen pastar com o Leo e deixa Teddy ser feliz, se o Jackson pode criar a Harriet com a April fora, Teddy também pode.
E finalmente tivemos Alex Karev novamente com uma boa história. A dupla dele com Bailey e toda a dinâmica do “quem é que é o chefe?” tem funcionado bem, mas o laço sobre doenças psicológicas foi muito bem pensado e deu certo. Bailey colocando ele no lugar ao dizer que não tinha preconceito com doenças mentais, mas sim tinha uma foi um belo momento pra ela. Além de mostrar vulnerabilidade e se abrir para alguém, ela também se mostrou forte, tendo aceitado quem é. Da mesma forma que é muito bonito ver a relação de Alex com a mãe, algo que demorou tanto a aparecer, mas tem sido muito bem usado pela série.
Ao mesmo tempo, a jornada de Jo para decidir encontrar sua família foi algo bem construído também. Antes ela queria distância do passado, foi criando uma curiosidade por conta da saúde de possíveis filhos e chegou ao ponto de querer mesmo saber de onde veio. Os paralelos com as histórias de Maggie e Jackson, que tiveram experiências bem diferentes com seus pais biológicos também foram bem colocados, ajudando numa tomada de decisão. E o interno que só aparece pra ser hacker já fez até sua parte!
Jackson fez experiências com tilápia e Richard fez um churrasco. Só isso mesmo.
Mas precisamos mesmo é falar sobre Amelia e Link. Primeiramente, Amelia não precisava de um relacionamento agora. Mas pelo visto as pessoas não pode ficar solteiras no mundo de Grey’s Anatomy. E considerando que eles disseram que não ia ser sério, é óbvio que vai ser sério. Dito isso, se é pra Amelia ficar com alguém neste momento, Link é a melhor pessoa e eu estou ok com isso. Ele já viu ela em um estado péssimo, ele entende do drama dos viciados e até aqui tem se mostrado bem gente boa e compreensivo, bem diferente de certas pessoas. A química entre os dois rolou e se for pra ser passageiro que seja, mas se for pra durar, não acho que eu vá reclamar não.
> AMERICAN GODS – Recap da 1ª temporada!
Apesar de trazer em seu décimo sétimo episódio tramas que eu esperava lá pro vigésimo, a série conseguiu surpreender justamente por isso, resolvendo tramas que esperávamos que fosse se arrastar. Não foi um episódio dos mais marcantes, mas foi sólido no que se propôs e entregou um bom resultado.






















