Uma família que sempre se renova <3
Mais um ciclo se encerra na vida dos Fuller, e na nossa também. Treze episódios do mais puro e simples humor leve, sutil, familiar. Quando o retorno de “Full House” foi anunciado, rapidamente milhões de fãs saudosistas foram cultivando suas expectativas para o tão aguardado retorno.
Sabendo da força desse saudosismo, os roteiristas e a Netflix entregaram um piloto recriando o piloto da série original. O resultado não poderia ter sido outro: em questão de segundos estávamos mais uma vez aprendendo e rindo com Danny, Jesse e Joey.
Mas “Fuller House” trouxe também novos personagens, além de situar os antigos em novas situações. Natural, porque esse é o barato da vida. Na tentativa de agradar a todos e a tudo, o resultado acabou sendo um pouco forçado e caricato, mas mesmo extremamente positivo e interessante.
A segunda temporada chegou sob menos holofotes, quase que despercebida. Lá estávamos nós acompanhando “Gilmore Girls”, “Black Mirror” e várias outras quando BANG: uma segunda temporada antes do fim do ano vinha aí.
O único anúncio feito fera o de que a primeira temporada havia sido o seriado mais assistido da história da plataforma, e “só isso” bastou para que todo mundo mais uma vez corresse para assistir à nova fornada de episódios.
O resultado? Uma temporada ainda mais incrível do que a anterior. Personagens novos a vontade, personagens veteranos usados na quantidade certa, situações originais e bem menos forçadas. Desde já agradeço a todos os envolvidos pela realização desse trabalho. Vamos então falar do episódio final?
Com o fim do ano se aproximando e Matt retornando de viagem, DJ estava completamente eufórica com toda a situação. Joey, Jesse, Becky e Danny voltam para São Francisco para celebrar a chegada de 2017 com a família, o que só contribuiu para maiores problemas e diversões.
Enquanto Kimmy tentava se livrar do vestido argentino, as crianças tentavam se livrar de Max. A contagem final pela Netflix ficou bem engraçada, mas a conversa de Max com Rose sobre fazer o papel de durão foi ainda melhor. A cena das portas presas me lembrou demais a minha infância nas festas de fim de ano com meus primos e primas.
DJ fazer o pedido de casamento à CJ poderia beirar o absurdo em qualquer outra série, mas aqui em “Fuller House” caiu como uma luva para quem conhece o futuro noivo desde os tempos em que ele era lutador. A reação de Matt ao ver a cena foi hilária.
Tanto o papo de Steph e Becky sobre adoção e a “hora da verdade” entre Danny, Joey e Jesse no quintal selaram o sentimento proposto pelo episódio: família é a coisa mais sagrada que a gente tem. Mesmo com suas desavenças, é ela quem acompanhará todos os seus passos, erros e acertos.
Com a chegada de uma nova Pamela na vida dos Fuller e de um novo ano, mais um ciclo se inicia para todos. E a gente aqui fica na expectativa do que mais pode acontecer com essa família que a gente tanto ama. Enquanto as boas novas de renovação não chegam, vamos passar esse fim de ano ao lado da nossa família, vivendo os nossos próprios momentos.
Feliz Natal e Feliz 2017 galera!
OBS: o que vocês acharam da troca de olhares entre DJ e Steve?
OBS 2: recentemente, Jeff Franklin, criador da série, comprou a icônica casa da abertura da série por “modestos” 4 milhões de dólares, e disse que sonha com o elenco gravando externas na fachada da casa. Será isso uma excelente possibilidade para um terceiro ano?
OBS 3: Jeff conta que aproximadamente 250 fãs fazem fotos em frente à sua casa por dia! Não julgo, porque faria o mesmo se estivesse lá!















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