Desistir jamais!
E que presente de Natal foi esse hein Netflix, lançando uma segunda temporada de “Fuller House” ainda em 2016? Quando vi o primeiro anúncio dos novos episódios dentro da própria plataforma na forma de cartão de Natal, lá fui eu reviver mais uma vez grandes emoções do meu passado de sofá e Sbt.
Impressão minha ou essa temporada voltou mais leve, mais humorada do que o primeiro ano? Creio que a responsável por isso tenha sido a química entre as veteranas e o novo elenco que esteve muito bem casada, me deixando ainda mais empolgado em assistir à temporada até o final o mais rápido possível.
“Welcome Back” foi muito bem em nos situar mais uma vez na história dos Fuller, partindo do churrasco de reencontro da família após mais um verão americano. Se na primeira temporada DJ estendeu ao máximo sua “árdua” tarefa de escolher entre Matt e Steve, logo de início ela se mostrou mais decidida do que nunca.
Gostei da forma como essa certeza foi quebrada logo em seguida, e a adição de duas novas personagens na série pode gerar boas histórias, mesmo que temporárias. De um lado temos Matt e Crystal, a namorada fitness que provavelmente será a primeira a cair fora devido à pouca complexidade dada à sua personagem.
Já do outro lado temos Steve e CJ, uma cópia da protagonista bem simpática, espontânea e cheia de potencial. A “necessidade de abraçar” da médica foi uma piada velada aos Tanner ainda melhor que a clara referência ao apelido da protagonista.
Se de um lado DJ passou o verão um pouco mais sozinha e com isso se dedicando mais a si mesma, achei bem interessante o fato de Matt e Steve virarem grandes amigos, o que também com certeza gerará atritos quando um dos dois voltar a fraquejar.
Se o triângulo amoroso dos protagonistas segue firme nesta temporada, o mesmo podemos dizer de Kimmy e Fernando, que passou a ser oficialmente (ou não, segundo Max) o mais novo integrante da família. Me lembro de que esse personagem era o mais difícil de engolir na primeira temporada, mas até ele entrou muito bem em cena, e me fez gostar da novidade.
Assim como na série original, acompanharemos o crescimento das crianças, e a primeira mudança notada foi em Jackson, que está naquela terrível fase de mudança de voz. Essa situação deverá ser explorada nos próximos episódios, assim como sua paixão por Lola que, pelo menos neste episódio inicial, continua ainda meio avulsa no elenco, apenas interagindo com sua amiga Ramona.
Max, a estrela da primeira temporada para a grande maioria, voltou relembrando da vaca na cozinha, da luta mexicana e de outros pontos altos do último ano. Logo de início acompanhamos o garoto em seus primeiros questionamentos, assim como era com sua tia Steph em “Full House”.
Por falar na artista, Steph acabou nos entregando a cena mais aleatória da première: o beijo em Jimmy, irmão mais novo de Kimmy. Tenho a certeza de que ele veio para um arco de vários episódios, e espero ansiosamente pelo momento em que Danny descobrirá que sua filha beijou um Gibbler.
Não sei quanto a vocês, mas ter novos episódios de “Fuller House” tão perto do Natal é como dar um tiro duplo no peito. É a nostalgia da série misturada à nossa tradicional nostalgia de fim de ano, e vai ser difícil segurar as lágrimas quando a série entregar os clássicos momentos de lições entre filhos e pais.
Assim como aprendemos com o pequeno Tommy ao andar sozinho pela primeira vez depois de tantos tombos, podemos até ter caído várias vezes em 2016, mas jamais poderemos esquecer de que nossa família e amigos estarão ao nosso redor para nos botar de pé mais uma vez. E se por acaso a sua estiver ocupada demais com as festas, compras e tarefas de fim de ano, é só dar play e dividir nossos problemas com os Tanner/Fuller.
E vocês, o que acharam dessa première?
OBS: alguém sentiu falta dos veteranos? Diferentemente da primeira temporada onde todo estiveram presentes no episódio piloto e foram se revezando nos demais, dessa vez eles vão demorar um pouco para aparecer. Particularmente eu não senti falta. Mas muito também pelo fato de saber que eles vão aparecer nessa temporada.
OBS 2: será que teremos mais uma vez aquelas saborosas piadas referentes às gêmeas Olsen? Os produtores ao menos disseram que poderemos esperar outros “novos personagens” da antiga série nesse segundo ano.
OBS 3: recentemente foi divulgada a notícia de que a primeira temporada da série (lançada em fevereiro) foi a maior audiência da Netflix em 2016. Pode se preparar: se o segundo ano for bem também, teremos mais “Fuller House” em 2017, segundo os produtores da série.















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