Vamos jogar beisebol?
Dez episódios se passaram e pra mim Max é o melhor até o momento, e dificilmente alguém baterá seu carisma nossos próximos três. A forma como um pequeno ator dá vida ao personagem me parece muito sincera e espontânea. Aposto que muitos jornalistas devem perguntar se ele tem um pouco de “Max” no seu dia a dia.
O garoto já se envolveu em grandes aventuras, e se sai muito bem tanto com os mais velhos, como com Cosmo e o bebê Tommy. Ensinar truques aos dois em troca de ração foi uma cena verdadeira, coisa que realmente acontece nas nossas vidas. Quem convive com esses endiabrados sabe do que eu estou falando.
Depois de alguns episódios mais apagada, Steph volta a ser o centro das atenções, onde finalmente mostrou que o tal jogador de Beisebol era Hunter Pence, dos San Francisco Giants. Caso alguém ainda não saiba, sim, ele é um jogador de verdade.
Fã de várias comédias, adoro quando elas apresentam episódios em cenas externas de verdade. É comum muitas delas dizerem que estão em Las Vegas ou em pleno oceano, mas na verdade o elenco está gravando no estúdio ao lado. Aqui felizmente não foi o caso. E lá fomo nós com os Fuller ao estádio dos San Francisco Giants!
O relacionamento entre D.J. e Matt seguiu evoluindo, onde finalmente o resto da família pôde opinar, para alívio da veterinária. Claro que Steve seria o único a receber a novidade da pior maneira possível.
Steve para mim é o personagem mais avulso na série. Creio que a ideia em trazê-lo de volta tantas vezes foi para aumentar o clima de nostalgia, mas Matt vem se saindo tão bem que o antigo namorado da escola acabou um pouco exagerado.
O beijo entre eles foi uma surpresa para mim, mas fundamental para o desenrolar deste episódio. Enquanto D.J. decidia o que fazer da vida, Steph encarava a fama de ser a “responsável” pela má fase de Hunter.
Ainda neste episódio tivemos mais momentos de duas situações que vem me agradando bastante. As investidas de Jackson, que dessa vez gastou um pouco da grana do “talvez futuro padastro”, e Kimmy, que mais uma vez teve um divertido momento “mãe e filha”.
Quase no fim do jogo, foi engraçado ver que quase metade da família havia sido expulsa pelos seguranças do estádio, situação corriqueira para eles. Quase uma tradição para essa família americana.
Ri com o beijo final entre os dois pretendentes, enquanto D.J. continua na dúvida. E foi bacana também rever mais um momento da antiga série. É cada vez mais nítido o quanto Steve é passado e Matt é presente.
“Fuller House” apresentou um de seus melhores episódios até o momento, e felizmente não envolveu ninguém da primeira geração, mostrando que consegue caminhar sozinha.
Até a próxima!















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